Archive for the ‘Vídeos’ Category

THIS IS SOCIAL MEDIA!!!!!!

segunda-feira, março 15th, 2010

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Eu podia escrever um daqueles posts imensos destrinchando os detalhes por trás dessa GENIAL – fodam-se os pandas – ação. Eu podia discutir a estretégia, a execução ou o impacto. Podia tentar analisar resultados ou fazer previsões. Não vou fazer nada disso… vou deixar que vocês assistam esse vídeo e depois repitam comigo: PUTA QUE PARIU, MUITO FODA.

Valeu pela dica, Raul!

Uma grande ideia basta

terça-feira, março 9th, 2010

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Postar alguma coisa depois do Sedentário me parece um contra-senso, verdade, mas como me disponho a falar sobre propaganda deixar de mostrar esse vídeo seria de uma imbecilidade tremenda.

Ele é uma prova de que uma boa ideia e alguns recursos técnicos – que nem são dos mais caros – podem gerar um anúncio MUITO BOM. Uma fotografia legal, uma câmera de alta velocidade, um “casting” de primeira e uma boa ideia.

Genial. (morreu mais um panda)

O clone de meu filho

terça-feira, março 9th, 2010

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Como sei que ele não anda lendo meu blog eu posso postar… PORRA, O GURI PARECE DEMAIS COM MEU OGRO!!!!!!

Se você conhece a figura vai concordar!

Menininha do mal

terça-feira, março 9th, 2010

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É, eu sei, está em todo canto, mas não é a toa que está todo mundo publicando esse vídeo. Essa guria ligando pra uma empresa de demolição para ver a escola ir a baixo de porteira fechada… é demais! A pirralha é do mau, desenrolada demais. Entendem porque na Irlanda é todo mundo casca-grossa? Hum… menos o Bono… esse é moça.

Um balé especial

terça-feira, março 9th, 2010

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Muito legal esse anúncio. Vejam só que “balé” de carros foi “produzido” no vídeo.

Eu sei que é CGI, claro, por isso as aspas. Mas ainda assim é bem interessante, não?

O final REAL de Caverna do Dragão

quinta-feira, março 4th, 2010

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Eu fiz um post – por sinal o que mais recebe paraquedistas do Google, o que muito me impressiona – sobre o Final de Caverna do Dragão (aqueles desenho dos anos 80 que ninguém entende porque ainda não ganhou um filme live action).

E porque o final de um desenho merece um post? Porque ele nunca foi feito, simples assim. Nunca gravaram a bagaça o que gerou uma série de teorias sobre o seu possível fim. A mais famosa seria de que estavam todos mortos, vítimas de um acidente na montanha russa, e que ali era o inferno e o Mestre dos Magos seria ninguém menos que o tinhoso, atentando os coitados.

Balela, claro. O final do desenho chegou a ser roteirizado e sei lá porque cargas d’água nunca foi produzido. Requiem, o nome do episódio, contava uma história diferente da que se divulgava e fechava o ciclo com um final aberto. Lá no post tem o roteiro – em inglês – para quem quiser ler.

E se você não fala inglês – que feio, hein? – ou não gosta de eler – que horrível, hein? – resta assistir o vídeo abaixo onde um brasileiro com muito tempo e sem nenhum senso de ridículo gravou o final em live action. Impressionante? Impressionante foi ele usar a dublagem original dos desenhos fazendo uma verdadeira colcha de retalhos sonora. Isso sem mencionar a Uni…

Tosco ou não tem um fantástico gostinho de anos 80.

Caverna do Dragão – O Final from Leandro Zayd on Vimeo.

Sério, não entendo, muito melhor gravar Caverna do Dragão do que filme de vampirinhos emo que brilham ao sol e dançam Madonna de olhinhos fechados. PORRAHOLLYWOOD!

Turma da Mônica, o Buzz

segunda-feira, março 1st, 2010

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Enquanto todo mundo discute sobre o texto idiota que baixa o sarrafo na criação de Maurício de Souza, não, eu não vou linkar aqui, eu vou lhes dar mais coisas para discutir.

O vídeo abaixo é uma paródia aos personagens da turma do Limoeiro. O Cascão é um mano da periferia, a Magali é anorexa, o Franjinha é um donzelão e todo mundo curte uns pegas.


Turma do Limoeiro (com som)
Enviado por donbugmoi. – Veja mais videos de comedia

Eduardo e Mônica

segunda-feira, março 1st, 2010

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Eu gosto da música. Sério. Uma das poucas do Legião que eu realmente curto. Primeiro um clipe animado para a música e depois um dos melhores textos que já vi sobre a música.

Eu adoro Eduardo e Mônica. É uma das músicas que descobri na famigerada fita pirata que minha vó me presenteou e deu início a meu universo músical. Hoje de manhã eu ouvi a música na rádio e automáticamente me lembrei de um e-mail que havia recebido muito tempo trás. Caixa de e-mail cavucada e revirada aí está o danado para que vocês possam rir como eu ri.

"Na música Eduardo e Mônica, do álbum "Dois" da Legião Urbana, de 1986, a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. analisemos o que diz a letra.

Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram).

Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.

Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, "Festa estranha" significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. "Gente esquisita" é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal "festa legal" em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer?
Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.

Assim temos (- Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.

Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em "E a Mônica riu" nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se "quis saber um pouco mais" leia-se" quis dar para"! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.

A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo "boyzinho" que tentava impressionar"! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como "boyzinho". Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.

E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?
Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.

Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.
Em seguida Russo utiliza o eufemismo "menina" para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.

O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar "iéis", "nou" e "mai neime is Eduardo"! Incomoda como são usadas as palavras "ainda" e "aulinhas", para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.

Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão "do Bandeira". Francamente, "Bandeira" é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar "Êta" com "Tiêta" e neguinho ainda diz que ele é gênio!

Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada.

Mulher sim, é maturidade pura.

Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola -- cinema -- clube -- televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse "bar da esquina -- terreiro de macumba -- sauna gay -- delegacia"?? E qual é o problema de se ir a escola?!?

Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem:

1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto.
2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo.
3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!

Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?

Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência… Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem… é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!

Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.
Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.

Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta. Em suma, Mônica uma total escrota e Eduardo um otário. Sem dúvida Renato Russo defendia o seu time, ele era realmente uma feminista.

Max Poxa Vida

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Apenas um nerd sem vergonha na cara ou algo mais? Ok, ok, estou parecendo um integrante do CCV, o famigerado Comando de Caça ao Viral, mas, poxa, ninguém pode ser tão esterioripado assim.

O cara é feio, magro, tem a instalação cruzada (chora em x, sabe?), usa óculos de aro grosso, fala sem olhar pra câmera e só aborda assuntos nerds/geeks? Fora que o texto é bom, muito bom, e a edição muito bem feita – por mais que apareça amadora. Ele é a personificação do Hiena “ó, vida, ó, azar”.

O canal do cara é hilário, você pode perder horas assistindo-o divagar sobre os mais variados assuntos. Sintam só o drama cmo alguns que selecionei para vocês:

E aí, real ou fake? Pessoa ou personagem? Bem, não importa, no alto de sua tosqueira ele é divertido.

Um coral… diferente

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Uma coisa que o americano tem de legal são esses shows de calouros escolares, sempre sai uma coisa interessante no meio de um monte de tosqueiras.

Observem como ficou legal esse coral armado de plaquinhas e muito bom humor.

Vi lá no Xpock.

Esse é o verdadeiro tripé!

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Vejam que impressionante vídeo de um urso que, devido a perda de uma pata, anda como um humano. Se você encontrar com ele de noite na mata certamente vai jurar ter visto o pé grande…

Vi no Xpock, do querido Dan Soares.

Vem fazer fom-fom meu bem

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Tem uma máxima que diz “se peito fosse buzina a noite ninguém dormia”. Engraçado, que criança nunca ligou um peito a uma buzina? Quem nunca pensou em fazer fom-fom naquela gostosa da escola? E o conceito foi levado pra propaganda o que resultou em um interessante comercial para as mulheres e um prato feito para os voyeurs adolescentes.

Vi no Hasnos, do meu querido amigo Nhock.

Que rebolation que nada, o negócio é o robulation!!!

terça-feira, fevereiro 23rd, 2010

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Eu dispenso completamente qualquer citação a essa BOSTA chamada reboletion – uma triste volta aos tempos do Cumpadre Washington e suas tosqueiras – mas não podia deixar de postar essa versão. Seguraaaaaaaaaaaaaa DJ!

Dica de Jader Franca, o sábio guardião de notebooks da Campus Party.

Fake mas ainda assim genial

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010

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Você pode até ter visto esse anúncio em outro lugar – me disseram que é “velho” – mas eu não podia deixar de postar. Criado pelo designer John Nolan ele me fez dar boas risadas. Espero que curtam.

Ah, os flashmobs

sexta-feira, fevereiro 19th, 2010

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Bem, se você não sabe o que é um flashmob eu recomendo dar uma lida neste post AQUI. Pronto, leu? Joia, vamos adiante.

Basta dar um search pelo termo flashmob (ou flash mob) no Twitter para perceber como ele vem se tornando realmente uma febre. O bicho está pegando. E se engana que acha que se trata apenas de danças e afins, longe disso. Vemos todos tipo de flashmobs sendo planejados em todos os cantos. No mundo todo grupos buscam se reunir para realizar suas ações tenham ela fins comerciais – bancados por marcas, diversão ou protesto.

Como internauta e publicitário eu acho o conceito divertido e interessante. Você levar uma ideia digital para o mundo real e trazer o resultado disso para o digital. Você gerar interação, diversão, surpresa. SUPRESA. É exatamente sobre isso que quero falar.

O que temos visto é que agora parece valer apenas Flashmobs que movimentem milhares de pessoas. “Ah, teu flashmob só teve 10.000 integrantes? Saí daqui, eu não me misturo com não relevantes”. Que bobagem… pelo amor de Deus. Os números impressionam no vídeo, lógico, tornam um flashmob notícia, impactam que está por perto. Oras, milhares de vozes cantando Hey Jude devem ter sido ouvidas nos cafundós, claro. Mas será que realmente se resume a isso?

Não, não se resume.

Como eu disse antes a SUPRESA é que vale. Vejam só esse “flashmob” sem mob, realizado dentro de uma loja da Apple.

Um casamento. Apenas 3 pessoas, balões e algo que ninguém esperava. Pouca gente realizando e pouca gente impactada. Ao menos fisicamente.

Digamos que 30 pessoas se encantaram com aqui – e se encantaram como você pode perceber pela reação, fotos e afins. Algum de vocês deixaria de comentar o fato com todos que encontrassem nos próximos dias? Algum de vocês esqueceria facilmente aquilo ali? O pequeno flashmob marcou de forma singular 30 pessoas que dificilmente vão esquecer aquele momento. Encantou – e essa foi a palavra mágica da propaganda durante muito tempo.

E não para por aí. Virou um vídeo – e viralizou. Virou um case – e viralizou. Virou um pequeno sucesso de apenas 3 pessoas.

Flashmobs não são medidos apenas por números de participantes. Eles devem ser medidos pelo número de pessoas que se divertiram e se encantaram com aquela ação. Seja ela um casamento com apenas 3 pessoas, uma guerra de travesseiros com centenas ou uma música cantada por milhares.

Bem, que curtiu o assunto e quiser participar de um Flash mob agora tem uma grande oportunidade. A Club Social criou um site exclusivamente para trabalhar o conceito de “A Mania do Verão”. Lá você poderá saber como participar do flashmob que será realizado em Fortaleza, no dia 27 de fevereiro. Ah, seguindo o perfil @flash_mobs no Twitter você ainda vai receber dicas de vídeos com os melhores Flash Mobs, saber onde estão sendo planejados pelo Brasil e dicas para participar. É divertido, pode acreditar.

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