Archive for the ‘Uncategorized’ Category

A verdade a qualquer preço

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Não sei se vocês lembram de um filme chamado Crazy People onde Dudley Moore faz um publicitário de sucesso que tem uma crise nervosa e resolve fazer campanhas que só dizem a verdade sobre seus produtos. Considerado louco por seus chefes termina internado numa instituição e a transforma numa agência usando justamente o mote de “sempre dizer a verdade”. Uma das campanhas de sucesso criada pelos “loucos” é “Eu compro Porshe para pegar mais mulher” ou “Nós japoneses somos baixinhos, por isso ficamos mais perto dos eletrônicos na linha de montagem o que resulta em produtos melhores”. A comédia, apesar de datada, é bem divertida, recomendo.

Bem, mas essa introdução foi feita apenas para mostrar a vocês que o Bobagento achou uma prova de que tem gente que usa realmente essa técnica na vida real. Riam…

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Novo trailer de Toy Story 3

sexta-feira, fevereiro 12th, 2010

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Raramente eu posto um trailer aqui. Para fazê-lo preciso estar muito animado com o filme… por isso não podia deixar de postar este.

Ousadia na produção de conteúdo para propaganda. Em 2003.

quinta-feira, fevereiro 11th, 2010

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Todo mundo sabe que eu sou fã de campanhas ousadas. Parte disso se deve ao fato de viver em Recife onde campanha de varejo do tipo “o aniversário é nosso mas o presente é seu” chega a ganhar prêmios. Pois é…

Eu fico muito feliz quando vejo grandes marcas apostando em um pensamento lateral para o posicionamento de marca. Como já cansei de dizer o mérito é de quem atende a conta – capaz de convencer o cliente a comprar essa ideia, do próprio cliente por acreditar na ideia, se permitir ousar e ter fé na agência que ele contratou – e que acredito eu não foi a toa, e, é claro, da equipe de criativos que pode exercitar sua função, pensar fora da caixa e criar de verdade.

Quando o destino conspira a favor de uma boa ideia, e o alinhamento universal dos astros permite, somos brindados com campanhas que cativam, apaixonam, divertem e que, muitas vezes, se tornam eternas – ainda mais em tempos de youtube e afins.

Uma dessas campanha é a da Reebok, de 2003, com Terry Tate – jogador de futebol americano. A campanha, que terminou por se tornar uma série de vídeos, é PURA diversão, entretenimento da melhor qualidade. Assistindo os vídeos vocês podem se perguntar: ué, mas e os produtos da Reebok, os anúncios não os vendem? Pois é, jovem gafanhoto, eles vendem algo muito mais poderoso, vendem branding, vendem a própria marca. Assistam, não vão se arrepender.

Eu não consigo assistir essa campanha sem rir descontroladamente. A mim ela atingiu em cheio, depois de assistí-los tenho um sentimento de simpatia tremendo pela Reebok que me proporcionou quase 10 minutos de lazer impar.

Tem coisas que só tia Kellen faz por vocês!

sexta-feira, fevereiro 5th, 2010

Kellen Lopes é a linda blogueira por trás do divertido Já viu? Só ela pra vir com o texto abaixo que me fez rir como poucos textos me fizeram. No texto você vai acompanhar o que diferencia o “tipo” de mulher de acordo com cada ocasião… eu ri. Espero que vocês também.

NO BANHEIRO
MULHER FINA: Não diz nada
MULHER COMUM: Essa calcinha me incomoda.
MULHER VULGAR: Eu odeio calcinha enfiada no rego.
MULHER DEPRAVADA: Eu tenho ódio de calcinha enfiada no cú.

APÓS UM JANTAR
MULHER FINA: O jantar estava divino, parabéns.
MULHER COMUM: Estou satisfeita.
MULHER VULGAR: Tô cheia.
MULHER DEPRAVADA: Comi até o cú fazer bico.

NO CHURRASCO
MULHER FINA: Está ótima essa lingüiça.
MULHER COMUM: Muito boa essa lingüiça.
MULHER VULGAR: Noooosa que lingüiça grande!…
MULHER DEPRAVADA: Tô comendo a lingüiça do churrasqueiro (gargalhada).

VENDO UM AMIGO CHUPANDO UM SORVETE
MULHER FINA: Posso experimentar!?
MULHER COMUM: Me dê um pedaço!?
MULHER VULGAR: Posso dar uma chupada?
MULHER DEPRAVADA: Deixa eu chupar? Não vou morder, garanto. (gargalhada)

COMO SE VESTEM
MULHER FINA: de acordo com o evento.
MULHER COMUM: sempre da mesma forma, jeans, camisete e tênis em todos os eventos.
MULHER VULGAR: micro saia, bermuda agarrada, em todos os eventos.
MULHER DEPRAVADA: frente única no churrasco, micro saia mostrando a calcinha à noite.

BEBIDAS
MULHER FINA: champanhe, uísque e vinho, dependendo da ocasião.
MULHER COMUM: batida.
MULHER VULGAR: cerveja.
MULHER DEPRAVADA: cachaça, conhaque, cerveja, vodca, licor, água de bateria, etc

PROCURANDO UM AMIGO QUE SE CHAMA PEDRO NUMA FESTA
MULHER FINA: Você viu o Pedro?
MULHER COMUM: Cadê o Pedro?
MULHER VULGAR: Pedroooooooooooo!!!
MULHER DEPRAVADA: Caralho, onde o viado do Pedro se meteu, cacete!

SAINDO DA MESA PARA IR AO BANHEIRO
MULHER FINA: Com licença, vou retocar a maquiagem.
MULHER COMUM: Vou a toilette.
MULHER VULGAR: Vou tirar água do joelho. (risos)
MULHER DEPRAVADA: Vou fazer um download, soltar um barro, matricular o Pelé na natação (gargalhada)

VENDO UM HOMEM INTERESSANTE
MULHER FINA: Muito simpático!
MULHER COMUM: Que homem liiiindo!
MULHER VULGAR: Dessa fruta eu chupava até o caroço!
MULHER DEPRAVADA: Eu deixava ele fazer barba, cabelo e bigode.

O QUE DIZEM QUANTO UM INDESEJÁVEL LHE FALA ALGUMA GRACINHA
MULHER FINA: Ignora
MULHER COMUM: Tem gente que não tem noção.
MULHER VULGAR: Vai te catar o meu! Não se enxerga não!?
MULHER DEPRAVADA: Vai tomar no cú, viado, corno…

O QUE ROLA NO PRIMEIRO ENCONTRO
MULHER FINA: Só um beijo de despedida.
MULHER COMUM: Muitos beijos.
MULHER VULGAR: Beijos e carícias (AMASSO)
MULHER DEPRAVADA: Trepa e dá a bunda dizendo que era virgem atrás.

OUVINDO JAZZ
MULHER FINA: Liiindo!
MULHER COMUM: Adoro qualquer tipo de música!
MULHER VULGAR: Que porra de música é essa?
MULHER DEPRAVADA: Tira essa merda aí, coloca um pagode, cacete!

DIANTE DE UMA BROCHADA DO PARCEIRO
MULHER FINA: Meu amor, isso acontece. Fique tranqüilo.
MULHER COMUM: O problema é comigo?
MULHER VULGAR: Você já trepou hoje com alguma vadia?
MULHER DEPRAVADA: Caralho, quer que eu faça fio terra em você?

ASSISTINDO UM BALLET
MULHER FINA: Bravo!!!
MULHER COMUM: Lindo!!!
MULHER VULGAR: Perdi meu tempo, deixei de ver as videocassetadas.
MULHER DEPRAVADA: Que porra é essa? Ridículo, isso é coisa de viado!

PRIMEIRO CONTATO NO MSN
MULHER FINA: Boa Noite!
MULHER COMUM: Oiiiiiiiiiiiiiiiii
MULHER VULGAR: Falae gato.
MULHER DEPRAVADA: Peraê, vou ligar a webcam.

As finas vão bem na rua mas, confessem, na cama as depravadas é que detonam.

Retrospectiva 2009 do Passinho

quinta-feira, dezembro 31st, 2009

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O ano de 2009 está chegando ao fim… e que chegue logo. Não é um ano que me trará muitas boas lembranças. Muitas coisas boas aconteceram, é verdade, e tanta outras ruins o que deixou a coisa meio que… err… equilibrada?

Conseguimos realizar o Porto Cai na Rede – considerado por muitos a maior ação de Social Media do Brasil – e terminamos por levar um calote fenomenal do secretário de turismo de Ipojuca Diego Jatobá. Ficou a experiência, as amizades, o resultado e a briga na justiça.

Em 2009 a Social Media começou a se tornar atraente em Recife, o que é bom, mas por outro lado todo mundo que fazer mas ninguém quer gastar com isso. Agências catam estagiários que tenham Twitter e leiam blogs e os elegem “núcleos de Social Media”. Recife termina o ano sem NENHUMA ação com um mínimo de relevância além do Porto Cai na Rede. Mas em 2010 as coisas podem mudar e aparentemente meus planos de procurar emprego em São Paulo podem vir a ser frustrados.

Em 2009 uma empresa minha fechou as portas – incompatibilidade com o sócio – e as propostas de trabalho que surgiram, sejam elas de novas sociedades ou de emprego – foram em sua maioria risíveis. Mas entro em 2010 com boas possibilidades.

Conheci pessoas especiais, fiz novos amigos, vi a luz numa conversa com Pedro Porto, recebi o apoio da galera da Fishy, me diverti com os erros e acertos que aconteceram na web. Em 2009 descobri que sou empreendedor, não posso mudar isso, mas que a peste da Social Mídia se tornou um caso de amor, por mais que não me renda dinheiro de fato. Em 2010 quero continuar empreendendo e trabalhando com mídias sociais.

Em 2009 comecei com o Passinho aqui, neste endereço. Aqui ele ganhou identidade. Daquele blog que recebia 120 visitas dia – e que me deixava eufórico como 120 pessoas podiam querer ler as bobagens que eu escrevia – hoje tenho um blog onde cerca de 3000 pessoas por dia lêem as baboseiras que eu escrevo. Pessoas a quem só posso agradecer afinal é para vocês que escrevo.

Que 2010 chegue, que a briga para receber a grana do Porto Cai na Rede siga em frente – essa briga verá várias viradas de ano, que eu me mude para SAMPA – ou não – que Recife comece de verdade a investir em Social Media, que meus pequenos empreendimentos sejam um sucesso, que meu filho passe de ano direto, que eu não passe o ano tão apertado e, que tão importante quanto todo o resto, vocês continuem a vir aqui ler minhas bobagens.

Ah, paz mundial não vou desejar. Deixo isso para as BBBs. E, para fechar uma retrospectiva do Passinho. Divirtam-se.

FEVEREIRO:

Seria a nova mídia ouro de tolo?
Propaganda, novas mídias e o perigo da temida “bolha”
Separados no nascimento
Um dos comerciais mais divertidos que já vi
O carnaval multiputarial do Recife
Verdades que não podem ser contestadas
A primeira depilação do toba – o desafio de uma mulher
Coisas que aprendi com Jack Bauer
Judeu depravado, árabe feliz
Humor come quieto
E depois dizem que FPS é que incitam a violência…
Criança filma fantasma com celular
Mulher é como cozinha de restaurante…
Música para os momentos certos
Queria essa cara no meu time no meio de um tiroteio
“Carrim” é falta. Falta de porrada.
A fauna encontrada nos ônibus
Porta caneta que dá ré no quibe
A boneca de Cláudia Ohana
De quem foi a ideia de Calypso no Nobel?
O que aprendi com Paulo Coelho
O final e o “final” de Caverna do Dragão
Todo mundo tem um amigo alma sebosa

MARÇO:

Ui, fudeu!
Localizado o mascote do Sport
A polêmica sobre propaganda no twitter
Patrocínio perfeito…
Sim, cartão de visita faz parte
Putz, você é um gato!
Fazer diferente é fazer diferença
Precisa responder?
Bruce Lee x Homem de Ferro
Comendo sushi como se deve… ou não.
Algumas ações interessante em ônibus
Monagorda, arte com hamburguers
Alguns anúncios muito legais
Como emputecer um diretor de arte
Tá, tá bom, vou falar de Doritos
Bocarra
A melhor fantasia EVER
Essa babaquice chamada publieditorial
É, definitivamente a Mearim tem concorrência…
As principais séries que marcaram minha infância
Cabaço, esse supervalorizado.
Viral da Kibon?
Religião e bunda de vagalume só brilham no escuro
Banheiro do casal, a zona de guerra.
Why so… ai!
Será que um dia chegaremos a isso?
Quem foi rei nunca perde a majestade. Viva Chico.

E amanhã tem mais dois meses. Espero que dêem uma olhada, deu um trabalho danado pra selecionar.

Ah, tem ouro lá dentro (ou como quebrar um negócio que vai bem)

terça-feira, dezembro 29th, 2009

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50% das empresas abertas no Brasil não atingem o primeiro ano de vida. Outros 30% não atingem o segundo. Assustador, não é mesmo? Muita gente ao quebrar uma empresa coloca a culpa na carga tributária, na falta de acesso a empréstimos junto aos bancos federais, a economia mundial e muita outras. Geralmente tem relação, isso é um fato, mas, acredite, raramente é o principal culpado.

Na maioria das vezes o culpado da morte prematura da empresa é o despreparo dos sócios, a falta de planejamento, de um plano de negócio ou mesmo culpa de ser ir com muita sede ao pote.

Se você abre um negócio e, mesmo não estando funcionando redondinho, ele está bem que tal esperar ele atingir alguma maturidade administrativa e econômica antes de tentar expandir ou ampliar seus horizontes empresariais? Que tal ter um pouquinho de cuidado com o novo negócio e esperar a casa estar devidamente arrumada antes de sair enfiando os pés pelas mãos?

Ah, Eden, as vezes a oportunidade é simplesmente impossível de se deixar passar! É verdade, as vezes é. Quer arriscar? Arrisque, oras, mas ciente de que está colocando não um novo negócio em risco mas os dois – principalmente se você mistura as contas deles.

Exagero seu, Eden, as vezes funciona! É, funciona. As vezes. Deixa eu desenhar para você.

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Você casa, espera se estabilizar, resolve ter um filho. A criança nasce, existe todo um processo envolvendo o pimpolho e, pimba, 2 anos depois você resolve ter outro. Foi trabalhoso, lógico, mas você conseguiu resolver bem a situação afinal na fase onde seu filho inspirou mais cuidados você tinha apenas um e pode dar atenção integral a ele. Quando ele já andava sozinho você resolveu ter outro e a experiência anterior o ajudou a ser um pai melhor.

Já outro casal casou, engravidou, e teve uma criança. Com um mês de nascido o filho a mãe engravidou novamente. Quando o segundo filho nasceu os custos eram dobrados, os cuidados dobrados, o trabalho dobrado afinal eram duas crianças precisando muito de atenção. Mas eles conseguiram. As duas crianças sobreviveram. Apesar de tudo em ambos os casos as duas famílias sobreviveram apesar da segunda ter tido um tempo mais difícil. Aparentemente.

A segunda família tem dois remelentos problemáticos, afinal eles dividiram a atenção dos pais e não tiveram os cuidados ideais. A mãe abandonou carreira emendando um filho no outro e parou de trabalhar virando dona de casa. Hoje tem o corpo de uma jaca afinal não teve tempo de se cuidar nem de se recuperar da primeira gravidez. O marido, frustrado porque teve que fazer escolhas ruins para poder bancar a aventura ainda vive com a piranha que arrumou de amante por conta do recesso estendido de sua amada esposa. E eu não chamo isso de ser feliz para sempre.

Não é apenas sobreviver que importa. É cresce bem, com saúde.

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Meter os pés pelas mãos é abrir o ganso dos ovos de ouro achando que por por ovos de ouro ele está bem recheado e, lá dentro, só achar merda. É um risco muito grande que se corre. Você termina por matar um negócio que vinha bem, vinha crescendo e tinha futuro, sufocando-o com os problemas de outro – inclusive os financeiros se você for burro como uma porta.

E, amigo, um negócio é realmente como uma criança… qualquer trauma causado em sua formação pode ser muito, muito complicado de se resolver. Não coloque todos os ovos numa única cesta, é arriscado, mas mais arriscado ainda é por fogo no galinheiro.

A verdade por trás do Porto Cai na Rede – O retrato de como alguns políticos se acham acima da lei

segunda-feira, dezembro 7th, 2009

Há algum tempo atrás me deparei com uma tweet do Merigo, do Brainstorm9. Era esse aqui:

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Ele falava o buzz sobre o não pagamento da Dáblio, empresa a qual estou à frente, pelo Porto Cai na Rede, uma ação de Social Media que foi considerada por muitos um sucesso.

Minha primeira reação foi ficar chateado com o Merigo. Quer dizer que devíamos ficar calados quanto ao não recebimento? E porque ele dizia que nós é que expomos ou geramos buzz? E quanto a ética de quem não pagou e ainda tenta se apoderar da marca, nome e formato da ação na qual trabalhamos por 9 meses?

Ouvindo muita gente que dizia “Eden, fica na tua, melhor levar um calote que enterrar uma carreira” eu, por medo de realmente enterrar minha carreira, fiquei quieto, colocando panos quentes. Eu nunca de fato levei a público o que aconteceu e isso pode ter levado a muita gente a pensar como o Merigo. Muita gente pode ter pensado que se tratava de um atraso – comum em prefeituras – e de uma empresa que não quis esperar. Muita gente pode ter achado que se tratava de besteira.

O início

Nós sabíamos do “calote” há mais tempo. Na verdade há bastante tempo. Ainda tentávamos chegar em um acordo. Nada. Eu alertei a secretaria que ia manter minha postura, que seria transparente. Eu teria que avisar as pessoas que trabalharam que como não íamos receber da secretaria íamos precisar de tempo parar honrar as dívidas. Avisei que por se tratar de muita gente envolvida, e a maioria delas relacionadas com Social Media, uma hora isso iria vazar e ia causar um buzz – que nós não desejavámos – que terminaria por eclipsar o resultado da ação pela qual trabalhamos tão duro. “Que vaze, quem venham, não estou nem aí”.

Eu estava. Sabia que tudo que era preciso era uma fagulha e que na web tudo que é ruim repercute 4x mais que algo de bom. Nosso trabalho estaria seriamente prejudicado. Eu avisei a todos que não poderíamos pagar agora, expliquei o motivo e pedi paciência dizendo que iríamos honrar nossos compromissos, precisávamos apenas de tempo. Precisamos ainda. Vazou, claro. Alguém insatisfeito com isso comentou com alguém e pronto. Saiu uma tuitada que, abocanhada por quem só queria uma desculpa, rapidamente se espalhou no twitter. Em seguida foi noticiado por Jamildo, um dos maiores blogueiros de notícias de Pernambuco, em seu blog nesse post.

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Centenas de pessoas começaram a me cobrar uma confirmação. Todos queriam saber se era verdade. Eu ainda tentei contornar, por panos quentes, não queria essa repercussão.

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Pela ação e pelo meu nome no mercado eu sabia que tinha que tentar segurar a onda, tinha que tentar abafar. Não imaginam o quanto é difícil fazer algo assim sabendo que não irá mais receber e sabendo que tinha levado uma rasteira (que explico adiante).

A Constatação

A publicação de Jamildo fez a Secretaria perceber o rumo que tudo isso poderia tomar. A primeira reação foi divulgar a todos que os questionavam que haviam honrado todos os compromissos da ação, que nada mais deviam. Que nossa cobrança não era só indevida como inexistente, segundo eles nós nem teríamos trabalhado na ação.

Agora raciocinem comigo. Se você participa de um projeto e não recebe e ao questionar a pessoa que o convidou a trabalhar nesse projeto escuta “não recebemos ainda por isso não houve repasse” e ao questionar a outra parte, a que deveria pagar, ouve “honramos tudo que devíamos” o que você imagina?

a) Que quem lhe convidou recebeu e embolsou, não lhe repassando ou
b) Que a outra parte não pagou de fato e está agindo de forma leviana.

Estávamos em véspera de divulgar o novo Cai na Rede, no Portal havia uma contagem regressiva para o lançamento – que já havia sido divulgado pelo perfil oficial do Twitter. As coisas fervendo e de repente somos cobrados a tomar uma posição.

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“Se houve calote oficialize, não dá pra você ficar dizendo que não recebeu e eles dizendo que pagaram!”. E o comunicado sobre a nova ação morreu, afogado entre pressões, e tivemos que oficializar o que já sabíamos a tempo conforme e-mails abaixo.

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Sim, gente, desde de 17 de outubro que sabíamos o que se passava pela cabeça deles. Não estamos falando de atrasos, estamos falando de dizer que não tem NADA à pagar. NADA. Nosso trabalho, os 9 meses de dedicação, luta, de planejamentos, de problemas… e NADA.

O que vocês acham? Sejam sinceros, eu peço. Devíamos ficar calados mendigando em segredo por um trabalho que realizamos, sermos chamados de mentirosos, de caloteiros e segurar toda a pressão para defender nossa permanência no mercado ou expor algo assim, expor a forma como lidaram com um projeto vencedor e sem nada temer em função de seu cargo? O silêncio vergonhoso ou o grito “anti-ético”?

E eles voltam a mentir, dessa vez de forma pública.

Acuados diante de uma repercussão muito maior do que esperavam – foram surpreendido pela força da mídia social em quem eles acreditaram ao receber o projeto de nossas mão e de quem duvidaram ao resolver não nos pagar – são forçados a dar uma declaração. Então Jamildo publicou nesse post a carta oficial que desmentia nosso comunicado. Ao menos era o que tentava.

Abaixo transcrevo a carta integralmente.

“Aos Blogueiros e à Opinião Pública

Em atenção aos blogueiros de todo o País e em especial aos que nos proporcionaram a satisfação de terem participado do evento Porto Cai na Rede, a equipe técnica da Secretaria de Turismo de Ipojuca e a Associação dos Hotéis de Porto de Galinhas comunicam a inexistência de quaisquer compromissos contratuais junto a Dáblio Social Media, cuja participação no evento limitou-se à solicitação de um Termo de Anuência através do qual pretendia, conforme justificou, obter credenciamento para captar apoios promocionais pertinentes aos seus interesses comerciais.

Aos blogueiros e à opinião pública, a Secretaria de Turismo confirma que o trade turístico de Porto de Galinhas acolheu e assumiu todas as despesas relativas às hospedagens, alimentação, transportes, passeios, filmagens, fotos, camisetas, banners, faixas, transfers, lançamento do projeto, criação e hospedagem do site, assessoria de imprensa e eventos sociais voltados para os seus ilustres convidados, num leque de pacotes orçado em mais de R$ 200 mil e classificado como importante investimento, no sentido de ampliar a repercussão nacional e internacional da melhor praia do Brasil.

Por outro lado coube à Empresa de Turismo de Pernambuco – Empetur, a aquisição de todas as passagens aéreas destinadas aos convidados, em sintonia com o mesmo espírito de promover ainda mais o maior pólo de Turismo do Nordeste.

O evento alcançou seus objetivos, não gerou qualquer dívida para Secretaria de Turismo de Ipojuca nem deixou débitos de qualquer natureza junto ao trade turístico ou aos seus fornecedores, conforme pode ser facilmente constatado junto a hoteleiros, restaurantes, empresas de receptivo e a todos os demais segmentos parceiros da exitosa iniciativa. Nesse conjunto de providências, os itens que ficaram sob a responsabilidade da Secretaria de Turismo de Ipojuca, além de outras medidas necessárias, foram todos atendidos a contento .

Além da inexistência de contas a pagar, a Secretaria de Turismo do Município reafirma e torna público que jamais firmou contrato de prestação de serviços com a referida empresa e que considera absolutamente estranhas e improcedentes as informações veiculadas no site portocainarede e twitter.
Ipojuca, 24 de novembro de 2009.

Diego Jatobá
Secretário de Turismo, Esportes e Cultura do Ipojuca”

Em uma atitude irresponsável e absurda eles fazem uma declaração OFICIAL mentindo publicamente como provaremos a seguir.

”…comunicam a inexistência de quaisquer compromissos contratuais junto a Dáblio Social Media, cuja participação no evento limitou-se à solicitação de um Termo de Anuência através do qual pretendia, conforme justificou, obter credenciamento para captar apoios promocionais pertinentes aos seus interesses comerciais”

Observem que eles eles alegam duas coisas importantes – peço que sejam criteriosos afinal eu posso estar sendo parcial. Desculpem a ausência de termos jurídicos mas preferi escrever sobre o que entendo, sem suporte de advogados nesse caso (que podem se manifestar nos comentários).

a) Não houve compromisso contratual.

É verdade. Aqui eles não mentem, apenas assumem um erro que pode gerar diversos problemas juntos aos órgãos fiscalizadores da União. Se comprovarmos que criamos, planejamos e executamos o projeto Porto Cai na Rede sem que houvesse contrato provamos também que a Secretaria de Turismo de Ipojuca, responsável por toda lisura de qualquer tipo de atividade – incluindo aí só ter serviços prestados por terceiros mediante processo burocrático definido pela lei – contou com nossos serviços de forma “ilegal”. Nos acusem de ingenuidade e boa-fé, não mais que isso. Trabalhamos de forma séria e obtivemos um resultado surpreendente e nosso trabalho é reconhecido mediante uma negativa de pagamento e uma carta onde alegam que não trabalhamos na ação.

b) Que a participação da Dáblio na ação limitou-se a “solicitação de um Termo de Anuência através do qual pretendia, conforme justificou, obter credenciamento para captar apoios promocionais pertinentes aos seus interesses comerciais”

Uma mentira tão carente de embasamento que podemos desmacará-la de dezenas de formas diferentes. Mas que tal deixar a própria Secretaria se desmentir?

Vamos lá vocês podem checar AQUI – se ainda estiver online – ou observar o screenshot devidamente registrado da página oficial da Secretaria de turismo de Ipojuca.

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E que tal checar em nome de quem está o domínio oficial da ação? Vamos ver?

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Surpresa!!! No meu nome. E que tal no nome de quem está o contrato para criação e manutenção do portal? No nome da Dáblio também. E o twitter? Comigo, claro.

E o que alguns convidados tem a dizer sobre isso?

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Achou pouco? Que tal o vídeo onde o secretário pessoalmente agradece a um certo maluco, que está de braços cruzados ao lado dele, e que por acaso sou eu, por ter levado o projeto até ele?

Recepção dos Blogueiros no #PortoCaiNaRede from Fábio Buchecha on Vimeo.

Esse é apenas um dos vídeos. Na coletiva de imprensa o discurso se repete quando ele convida “o criador da ação a descrevê-la a todos”, ou seja, eu.

Temos ainda os convites enviados por mim e minha equipe, contatos e centenas de e-mails – onde inclusive discutimos a função de cada um que trabalhou comigo nessa empreitada. Provas não faltam de que não só fizemos a parte de Social Media como criamos camisas, banners, material de divulgação, trabalhamos ativamente na produção e muito mais.

Negar nossa participação foi não só leviano como estúpido, já que, como pode ver, pode ser facilmente comprovado.

E as cartas de anuência?

Ah, e essa história das cartas de anuência. Hum, interessante explicar o porque deles terem citado estas cartas e o verdadeiro objetivo delas.

No projeto inicial constavam duas coisas importante: um kit de boas vindas e conexão 3G para os convidados – fundamental em nosso entendimento. Como a secretaria alegou não poder bancar esses itens nós nos colocamos a disposição para tentar, afinal queríamos que tudo corresse perfeitamente, mesmo sabendo que seria quase impossível conseguir em virtude do pouco tempo. Observem o e-mail abaixo.

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Observe que solicitamos ofícios para conseguir APOIO e não PATROCÍNIO que são destinados as empresas que poderiam suprir algumas das necessidades.

As empresas de telefonia seriam solicitados os 3Gs, a Pitú kits de Pitú Gold, a Casa dos Frios seriam Bolos de Rolo, as indústrias de bebida apoio para a realização do Lual – que terminou por ser substituído pelo casamento.

Mas porque eles citaram elas então? Simples. Primeiro eles sabem que temos as cartas e que elas comprovariam um compromisso e por isso precisavam enquadrá-las em uma situação onde não se expusessem muito. A outra é que acharam que assim poderiam justificar que não recebemos porque nenhum desses “patrocinadores” quis bancar a ação. Não trabalhamos para nenhum deles, como podem perceber.

Mas não termina por aí…

O fato, amigos, é que engolimos muitos sapos calados mas jamais sairíamos dessa de bandidos.

Ainda durante a ação soubemos que o Porto Cai na Rede 2 aconteceria sem nossa participação, por ideia de Diego Jatobá – que devido ao sucesso da ação criou um perfil no twitter – e de um outra pessoa envolvida. A secretaria pretendia usar o nome, marca e formato que nós criamos sem a nossa participação em virtude de várias criticas feitas pela pessoa interessada em ficar à frente da próxima ação e que prometeu angariar patrocínios vultosos.

Nossa ação seria kibada, nós não receberíamos e ainda seriamos difamados.

E, depois de muito relutar, assumimos que não receberíamos – mesmo depois de termos tentado muito chegar a um acordo – e ainda tem gente que acha que estamos errados.

A Secretaria, num ato digno de quem perdeu o controle, enviou a carta aberta aos blogueiros convidados. Sim, amigos, os blogueiros – alguns que lidam comigo sobre essa ação desde do embrião dela – receberam uma carta onde Diego Jatobá dizia que minha empresa não havia participado da ação. COMASSIM?

Eles, os blogueiros que trocaram centenas de e-mails comigo, a quem fui buscar em São Paulo, a quem dei suporte integral de repente se viram chamados de idiota pela secretaria de Ipojuca. O resultado? A maioria deles me autorizou a usar todos os e-mails trocados e material produzido por eles durante a ação no processo que antes era de cobrança mas que agora, por orientação de nossos advogados, toma outro rumo.

Impunidade certa?

Enquanto alguns nos julgam anti-éticos e outros riem de nosso prejuízo muitos, agradeço a todos, nos apóiam. Estejam certos de que tudo que queríamos era receber por um trabalho inovador realizado com excelência e de forma alguma desejávamos ter que administrar um problema como esse.

E, achando que não estou sozinho, me afirmo surpreso por um órgão publico emitir nota leviana e mentirosa, tão facilmente exposta diante da fraqueza de suas informações e força das provas, achando que isso não lhe causará nenhum tipo de transtorno. Achar que mentir desse jeito para a opinião pública não irá gerar nenhum tipo de punição.

Finalizando

O Objetivo desse post é esclarecer a participação da Dáblio no Porto Cai na Rede – criação, planejamento, casting, web, produção in loco e muito mais, expor o porque de nossa indignação e deixar claro que em momento nenhum buscamos qualquer tipo de confronto. Mas, por mais que relutemos, ter negada nossa participação na maior ação de social media – que foi criada por nós – certamente não é algo que nos fará calar.

Infelizmente parece que essa história ainda vai repercutir muito. Infelizmente mesmo. Não parece haver intenção de acordo por parte do “jovem e dinâmico” secretário Diego Jatobá ou da Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura de Ipojuca.

É o país que vivemos mas será que é o país em que queremos viver? Reflitam.

A barbie da academia

sexta-feira, novembro 27th, 2009

Se você já frequentou academia já deve ter percebido uma racinha marombada que fica malhando e se olhando no espelho. Longe de querer “corrigir” o exercício o marombado fica secando a si mesmo.

Essa raça fica mordendo os lábio enquanto faz rosca (?) concentrada, admirando o suor escorrer por seus músculos… uma cara de “seu eu pudesse eu me comia todinho”. É isso aí, os caras dormem na caixa, dão ré no kibe, mordem a fronha, cagam pra dentro.

Observem a figura abaixo, vejam como é fácil pereceber a necessidade dele de se auto-afirmar, fugindo claramente da condição de bicha louca malhada a qual seu desejo lhe impõe. Passa horas levando e dando O toque, curtindo os amigos também malhadões – e muitas vezes também enrustidos.

Esse aí pode não ter dado a bunda mas certamente já tem o alvará para isso. É uma questão de tempo. Como diz o amigo Pedro Porto esse é o famoso CHOVEU. No dia que resolveu dar a bunda choveu e ele resolveu deixar pra amanhã.

O cara parece um carangueijo, sem pescoço, e se acha o máximo por isso? Ô pau no cu, hein?

Propaganda de oportunidade é isso aí

terça-feira, novembro 24th, 2009

É, bem, eu queria até elogiar…

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Kibei do Brogui.

O santo com mais moral no céu? O protetor dos bebuns!

domingo, novembro 15th, 2009

Eu sempre discuto isso com meus amigos. Já observaram como um bebum sempre acerta o caminho de casa? Como quase sempre escapam de todo tipo de acidente para chegar inteiro e poder ter a ressaca do dia seguinte sem um único arranhão? Quantas vezes não escutamos alguém dizer “não lembro nem como estacionei o carro”?

Ah, Eden, já vi muito bebum tomar no centro… eu sei, acontece, mas digamos que se forma analisar as possibilidades eles escapam fedendo muito mais vezes do que se lascam. Vejam só essa cara de barraca que caiu nos trilhos do metrô e escapou de virar ragú.

Sério. Quer ser imortal? Ande bebum de elevador pro resto da vida. Afinal elevadores são o meio de transporte mais seguro que existe e se você ainda contar com a proteção do santo protetor dos pinguços…

Pinguças surram idosos ou idosos surram pinguças?

domingo, novembro 15th, 2009

Idiota. Não há outra palavra para descrever esse vídeo. Por motivos que desconheço completamente um casal de idosos resolveu ir as vias de fato com duas bêbadas. Sério. Porrada MESMO.

Que estupidez, hein? A senhora dá inicio a tudo isso com o empurrão, podem observar, mas, poxa, nada justifica a palhaçada.

Onde moramos temos uns vizinhos, idosos, completamente sem noção. Eles brigam com todo mundo, gritam, resmungam, se acham donos do prédio todo. É claro que as vezes rola uma vontade master de dar um cola brinco no escutador de novelas deles mas deixo passar.

Mas esse sou eu. A questão é: até que ponto ser idoso justifica ser idiota, grosseiro, violento, estúpido e afins? Eu particularmente fico puto com idoso que acha que sua idade lhe dá direito a passar na frente de todo mundo e abusar da boa vontade de uma caixa, usando os cabelos brancos como escudo para suas idiotices.

Fred Flintstone em Stop Motion!

terça-feira, novembro 3rd, 2009

Genial esse vídeo com um Stop Motion de um dos personagens mais querido dos desenho animados.

Ficou muito legal, hein?

Vi lá no Dormiu.

Quer aparecer? Pergunte-me como!

quinta-feira, julho 23rd, 2009

Aqui no Brasil pode não funcionar muito bem, afinal vivemos entre muros altos e grades, mas nos EUA as enormes impressões de velcro resistentes ao clima do StyleYourGarange.com fazem qualquer garagem algo muito, muito diferente e legal. Vejam só que genial!

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Vi no Brogui!

Not Mickey

terça-feira, julho 21st, 2009

Olha só o que um designer amalucado achou de fazer. A "Nickey" é uma brincadeira com o mais famoso personagem de Disney. Para criar essa criatura o designer, um pandego, claro, justifica "Não sei desenhar orelhas, não gostos de narizes e espero que isto seja o suficiente para eu não parar nos tribunais!”

Adorei.

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Vi no Bem Legaus.

Música de qualidade. E bota qualidade nisso.

terça-feira, junho 9th, 2009

Ivan é O cara. Além de ser um puta designer, de ter uma profissão que muito invejo – ele é desenvolvedor pra iPhone, ter uma filha linda (e inteligente) e morar no Rio o cara ainda saca MUITO de música.

Eu sou um cara ruim de música. Não digo isso pelo fato de gostar de Amado Batista (sério, eu gosto!), digo por ser um cara que faz bastante tempo que não descubro uma banda nova (tirando Airbone Toxic Event).

Quando comecei a dar uma olhada nas blipadas de Ivan me surpreendi. Porra, como é que podem haver tantas bandas legais sem que eu nunca tenha se quer ouvido falar? Sou um MERDA. Como tudo na vida você só pode mensurar alguma coisa se tiver um parâmetro, um critério. E o meu critério para sacar de música passou a ser as blipadas de Ivan, ou seja, tomei!

Para tentar minimizar esse abismo qualitativo musical em que me encontro resolvi pedir a ele que relacionasse algumas bandas que curte e que não são tão conhecidas assim. O resultado? Ah, vocês terão que julgar por si mesmos. A lista está abaixo e só digo uma coisa… finalmente meu Itunes está servindo pra alguma coisa.

  • The Beta Band
  • KC Aciddental
  • Broken Social Scene
  • Dirty Projectors
  • The Sea and Cake
  • The Evens
  • Cinematic Orchestra
  • Jim O’Rourke
  • Blond Redhead
  • Animal Collective
  • The Good, the bad & the Queen
  • Yo La Tengo
  • UNKLE
  • Stereolab
  • Astrud Gilberto
  • Alice Coltrane
  • Medeski, Martin & Wood
  • Art Esemble of Chicago
  • The Meters
  • Fela Kuti
  • Soil and Pimp Sessions
  • Flaming Lips
  • DNTEL
  • Pinback
  • Sunny Day Real Estate
  • Kings of Leon
  • Sondre Lerche
  • Thomas Dybdhal
  • Patrick Watson
  • Ocean Colour Scene
  • Jose Gonzalez
  • Ben Kweller
  • Apostle of Hustle
  • The Postal Service
  • Rabotinik
  • Rubin Steiner
  • Ryan Adams (não Bryan, aquele tosco)
  • Tortoise
  • The Whitest Boy Alive
  • Jagga Jazzist

Pois é, galera, divido com vocês toda a sapiência musical de nosso amigo Ivan. E digo mais, siga este cara no Twitter porque todo dia tem uma supresa boa (olha a responsa aí, hein Ivan?)