Archive for the ‘Propaganda’ Category

THIS IS SOCIAL MEDIAAAAAAAA!!!!!!

segunda-feira, março 15th, 2010

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Eu podia escrever um daqueles posts imensos destrinchando os detalhes por trás dessa GENIAL – fodam-se os pandas – ação. Eu podia discutir a estretégia, a execução ou o impacto. Podia tentar analisar resultados ou fazer previsões. Não vou fazer nada disso… vou deixar que vocês assistam esse vídeo e depois repitam comigo: PUTA QUE PARIU, MUITO FODA.

Valeu pela dica, Raul!

Brasileiro é uma racinha, hein?

terça-feira, março 9th, 2010

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Primeiro vou deixar uma coisa clara, em nome da transparência: eu estou envolvido com a manutenção dos perfis do twitter e orkut desta campanha, logo alguns podem me acusar de partidário disso ou daquilo. Esclarecido? Para esses eu digo: vão tomar no… aff, ok, ok, serei mais profissional… vão preencher seus orifícios retrofuriculares com um número não mensurável de falos eretos. Não é porque estou participando de uma trabalho que tenho que me manter neutro sobre tudo que vejo nesse interim. Pronto, esclarecido? Agora vamos aos fatos…

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Poucas coisas me irritam tanto quanto imbecil usando seu Sony Vaio, calçando seu Nike, ouvindo seu iPhone e de rabo cheio de Big Mac e Coca-cola vir postar comentários como “Que merda, isso é copiado dos EUA, brasileiro não tem criatividade MESMO! Só valoriza o que é de fora”. Criatividade eu não sei, mas SEMANCOL certamente não tem. Raça IMBECIL, hein?

Porque isso? Simples. Uma boa agência de Recife resolveu tocar uma campanha envolvendo flashmobs. Arriscado, pensei eu, afinal no Brasil temos pouquíssimos flashmobs de sucesso. Não é exatamente simples fazer com que o brasileiro tire sua bunda do sofá e pare de ver BBB para ir treinar uma coreografia ou mesmo ficar congelado durante um freeze. O conceito foi legal, digno de nota. Gerar conteúdo interessante sobre flashmobs no Twitter, dando dicas de vídeos legais, ajudando a divulgar mobs pelo Brasil, comentando e interagindo. No Orkut foi criado um perfil com a mesma finalidade. Que importa se tem uma empresa pagando para que você tenha conteúdo divertido e interessante? Isso torna o conteúdo pior?!?!!?!?! Tem gente que acha… ao menos finge que acha.

Partindo da premissa que seria legal divulgar a ação nas redes sociais a agência resolveu realizar 3 flashmobs. Um em Salvador, outro em Fortaleza e outro em Recife. Utilizou as mídias sociais para convidar os internautas. Pediu conselhos. Procurou entender o que faz e o que não faz sucesso neste tipo de ação. Conclamou o público para participar. Afinal de contas não é esse o objetivo das mídias sociais? Não é criar canais de comunicação de mão dupla?!!?!?!

Acertou? No primeiro mais que no segundo. Mas o legal é que estão tentando, estão buscando a opinião de todos. Com os acertos do primeiro e os erros do segundo eles querem fazer um terceiro da forma ideal. As críticas construtivas seriam fundamentais para isso, sem dúvida. Mas cadê essas danadas? São poucas. A maioria dos imbecis prefere apenas trollar e vir com argumentos idiotas que vão desde do fato dos flashmobs terem sido criado nos ‘gringos”, como o envolvimento de uma marca ou o fato de terem sido realizados no nordeste. “Que merda, é propaganda!”. Ah, tá então colocou uma marca estragou? Rasga esse jacaré da tua Lacoste ou arranca esse puma do sapato. “Só podia ser feito no Nordeste”. Ahm, claro, se fosse no sul ia ser menos vergonha alheia, mais nacional ou a marca ia sumir do vídeo.

É impressionantes como poucas pessoas se prestam a estimular a iniciativa, a dar força, a criticar de forma inteligente procurando ajudar a ver algo melhor. Estou certo que a agência não quer elogios infundados, quer criticas construtivas. Errou nisso, acertou naquilo, pode fazer isso melhor, pode mudar aquilo ali. Quer fazer o MELHOR.

O mesmo imbecil que diz que “o nacional é uma merda” e não se mexe para ajudar – mas sim para baixar o sarrafo – paga pau pra tudo que é feito fora. Paga de “cabeçoide” quando levanta a bandeira que nesse tipo de ação não pode envolver uma marca mas é o papai que paga a banda larga dele. Critica o fato da ação ser realizada no nordeste mas no fundo está com inveja porque não foi feito em sua cidade. Ele é pau no cu por natureza ou precisa se esforçar?

Não sei, sério. Mas bato palmas para a agência que ousadamente dá a cara a bater e procura fazer o melhor com aquelas pessoas a quem busca agradar – agradando assim seu cliente. Bato palmas para as pessoas que enxergam o esforço e acreditam que ajudando podem ver flashmobs brasileiros brilhando no youtube. Bato palmas para quem resolve participar porque sabe que no fundo tudo é uma grande e divertida brincadeira. Para os paus no cu deixo os paus. Os cus eles que usem os deles.

Ah, sábado será realizado o de Recife. E eu vou. E vai ser massa.

Uma grande ideia basta

terça-feira, março 9th, 2010

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Postar alguma coisa depois do Sedentário me parece um contra-senso, verdade, mas como me disponho a falar sobre propaganda deixar de mostrar esse vídeo seria de uma imbecilidade tremenda.

Ele é uma prova de que uma boa ideia e alguns recursos técnicos – que nem são dos mais caros – podem gerar um anúncio MUITO BOM. Uma fotografia legal, uma câmera de alta velocidade, um “casting” de primeira e uma boa ideia.

Genial. (morreu mais um panda)

Um balé especial

terça-feira, março 9th, 2010

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Muito legal esse anúncio. Vejam só que “balé” de carros foi “produzido” no vídeo.

Eu sei que é CGI, claro, por isso as aspas. Mas ainda assim é bem interessante, não?

Mais por menos? Mais ou menos. Mídia Social custa dinheiro, ora essa!

segunda-feira, março 1st, 2010

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Ah, o melhor da mídia social é que ela é MUITO barata, só você vendo. É, vá pensando assim, Zé Ruela, vá mesmo. Esse é seu primeiro erro. E o que começa errado…

Qualquer um que entende de propaganda pode vir a discutir comigo que é um fato que mídia social é mais barata que a mídia convencional. Qualquer um que já pagou R$ 120.000 por UMA página de revista ou R$ 420.000,00 por um anúncio de 30s na TV faz essa conta sem muito problemas. Mas estamos falando de mais barato e não DE GRAÇA como acham alguns!

A Darpa, ela mesma, a agência fodona de tecnologia militar americana, já tirou a prova dos nove e concluiu que as coisas não são exatamente de graça nas mídias sociais como pensam muita gente. Você ler esse post, se quiser mais detalhes, ou se ligar num resumo abaixo:

Algumas coisas devem ser observadas para que um internauta possa aderir a uma ação: ele não pode ter custo com isso, ele deve ter um objetivo claro, esse resultado deve poder ser mensurado e no fim das contas ele deve ganhar algo com isso. Opa, Eden, se fosse assim ninguém iria aderir a campanha como “salvem as foquinhas” no Twitter e afins, afinal o que elas ganham com isso? Status? Pagam de antenadas, ecológicas e melhoram a imagem perante os seguidores? Ajudam a balancear o Karma?

Por favor, não sejamos inocentes nem hipócritas. A adesão é SEMPRE maior do ponto de vista comercial quando se GANHA alguma coisa de verdade. E quanto maior a COISA a ser ganhar maior a adesão, maior a divulgação espontânea, maior chance de viralizar. Vide o caso do “melhor emprego do mundo” que gerou 100 milhões de dólares em mídia em todo mundo. Ganhou muito e… gastou muito. Gastou cerca de 1,6 milhão de dólares. Menos do que gastaria se fosse comprar toda mídias conquistada, bem menos, mas ainda assim muito.

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É comum sermos chamados para conversar com um cliente que nos apresenta verba de R$ 1.500,00 para uma ação em mídias sociais. Sério. Na primeira vez que isso aconteceu eu respondi com um “vamos comprar R$ 1.500,00 de velas, acendê-las e rezar para que dê resultado”. Eu sei, eu sei. Mas percebi que achavam que era barato assim porque era o que ouviam falar. Telefone sem fio. Hoje eu explico, como estou explicando para vocês, que o buraco é mais embaixo. Bem mais lá embaixo. Não adianta você gastar R$ 150.000,00 em mídia tradicional e vir com 1% para mídia social. Assim como não adianta você criar sua campanha toda e depois de tudo pronto resolver gastar a rebarba com mídia social, sem planejamento, sem tempo e sem nada mais. Alguém vai dizer que faz, alguém vai pegar seu dinheiro, alguém vai “criar” resultados. Mas esse alguém não serei eu nem nenhum outro profissional sério. Quer resultado? Invista. Usar Twitter, Orkut, Facebook e afins não tem custo mas criar, planejar e executar sim.

A convergência custa dinheiro. Usar a mídia tradicional e a social juntas. Bem planejada ela é matadora. O acabamento de uma boa ação custa dinheiro. Um bom site, perfis com backgrounds legais, avatares bem produzidos fazem parte do jogo. A execução custa dinheiro. Uma ação que tem 500 citações por hora no Twitter exige um trabalho cavalar. Seus relatórios custam dinheiro. Ou você acha que aqueles relatórios imensos que você gosta de apresentar a diretoria para provar que estar a frente de seu tempo e investir em mídia social foi uma ideia genial se preparam sozinhos?

IDEIAS CUSTAM DINHEIRO. Lembre disso. Fazer o que todo mundo faz é relativamente simples, fazer sua ação se destacar é uma pouco mais complicado. Ah, deixemos a modéstia de lado. É complicado PRA CACETE. O conhecimento necessário para se criar uma boa ação deve ser BEM REMUNERADO. Quando será que clientes aprenderão isso? Quando será que nós aprenderemos a defender isso junto aos clientes?

Todo esse texto nasceu da nova ação da Pantene que usa tudo isso. Convergência, mexe com sonhos, dá um prêmio e tanto e usa mídias sociais. Não vou analisar se estão fazendo certo o que estão fazendo mas posso dizer uma coisa: estão bem conscientes das necessidades da mídia e dos desejos dos clientes. Eles podem até não conseguir o prato mais gostoso do mundo mas seguiram direitinho a receita, juntaram os ingredientes certos. Vamos ver agora se eles tem boa mão pra cozinha.

Vem fazer fom-fom meu bem

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Tem uma máxima que diz “se peito fosse buzina a noite ninguém dormia”. Engraçado, que criança nunca ligou um peito a uma buzina? Quem nunca pensou em fazer fom-fom naquela gostosa da escola? E o conceito foi levado pra propaganda o que resultou em um interessante comercial para as mulheres e um prato feito para os voyeurs adolescentes.

Vi no Hasnos, do meu querido amigo Nhock.

O pior é que é verdade

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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O melhor da propaganda visual é quando com uma sacada ela consegue nos “mostrar” algo com que todos concordamos mas que nunca imaginamos ver. Olha só essa sobre TMP:

GENIAL! Rá.

Fake mas ainda assim genial

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010

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Você pode até ter visto esse anúncio em outro lugar – me disseram que é “velho” – mas eu não podia deixar de postar. Criado pelo designer John Nolan ele me fez dar boas risadas. Espero que curtam.

Ah, os flashmobs

sexta-feira, fevereiro 19th, 2010

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Bem, se você não sabe o que é um flashmob eu recomendo dar uma lida neste post AQUI. Pronto, leu? Joia, vamos adiante.

Basta dar um search pelo termo flashmob (ou flash mob) no Twitter para perceber como ele vem se tornando realmente uma febre. O bicho está pegando. E se engana que acha que se trata apenas de danças e afins, longe disso. Vemos todos tipo de flashmobs sendo planejados em todos os cantos. No mundo todo grupos buscam se reunir para realizar suas ações tenham ela fins comerciais – bancados por marcas, diversão ou protesto.

Como internauta e publicitário eu acho o conceito divertido e interessante. Você levar uma ideia digital para o mundo real e trazer o resultado disso para o digital. Você gerar interação, diversão, surpresa. SUPRESA. É exatamente sobre isso que quero falar.

O que temos visto é que agora parece valer apenas Flashmobs que movimentem milhares de pessoas. “Ah, teu flashmob só teve 10.000 integrantes? Saí daqui, eu não me misturo com não relevantes”. Que bobagem… pelo amor de Deus. Os números impressionam no vídeo, lógico, tornam um flashmob notícia, impactam que está por perto. Oras, milhares de vozes cantando Hey Jude devem ter sido ouvidas nos cafundós, claro. Mas será que realmente se resume a isso?

Não, não se resume.

Como eu disse antes a SUPRESA é que vale. Vejam só esse “flashmob” sem mob, realizado dentro de uma loja da Apple.

Um casamento. Apenas 3 pessoas, balões e algo que ninguém esperava. Pouca gente realizando e pouca gente impactada. Ao menos fisicamente.

Digamos que 30 pessoas se encantaram com aqui – e se encantaram como você pode perceber pela reação, fotos e afins. Algum de vocês deixaria de comentar o fato com todos que encontrassem nos próximos dias? Algum de vocês esqueceria facilmente aquilo ali? O pequeno flashmob marcou de forma singular 30 pessoas que dificilmente vão esquecer aquele momento. Encantou – e essa foi a palavra mágica da propaganda durante muito tempo.

E não para por aí. Virou um vídeo – e viralizou. Virou um case – e viralizou. Virou um pequeno sucesso de apenas 3 pessoas.

Flashmobs não são medidos apenas por números de participantes. Eles devem ser medidos pelo número de pessoas que se divertiram e se encantaram com aquela ação. Seja ela um casamento com apenas 3 pessoas, uma guerra de travesseiros com centenas ou uma música cantada por milhares.

Bem, que curtiu o assunto e quiser participar de um Flash mob agora tem uma grande oportunidade. A Club Social criou um site exclusivamente para trabalhar o conceito de “A Mania do Verão”. Lá você poderá saber como participar do flashmob que será realizado em Fortaleza, no dia 27 de fevereiro. Ah, seguindo o perfil @flash_mobs no Twitter você ainda vai receber dicas de vídeos com os melhores Flash Mobs, saber onde estão sendo planejados pelo Brasil e dicas para participar. É divertido, pode acreditar.

Você não sabe o resultado de uma campanha em Mídia Social… mas o DARPA sabe.

quinta-feira, fevereiro 18th, 2010

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E falando de resultados… É, esse é o drama. Comprovar resultados em mídias sociais. Mas não se sinta estúpido por não ter certeza como fazê-lo, a coisa é tão complexa que os EUA apelaram para o DARPA – ele mesmo, o departamento responsável pela criação da internet – para produzir dados concretos sobre isso (apesar do objetivo não ser exatamente visando o marketing).

Com a ajuda do MIT, a fazenda de malucos capazes de conquistar o mundo, o DARPA criou um concurso para analisar melhor os mecanismos de colaboração das redes sociais.

A ideia foi simples: 10 balões atmosféricos vermelhos foram espalhados pelos EUA. A primeira pessoa – ou grupo de pessoas – que informasse a localização exata dos balões levaria um prêmio de U$ 40.000,00. Nada como grana para agitar a galera. É claro que o MIT estava se lixando para os balões em si, eles queriam era entender as técnicas utilizadas para encontrá-los, o mecanismo por trás das redes sociais. O resultado?

1. Os grupos com fins humanitários não se saíram bem. Ou seja, aqueles grupos que reverteriam o prêmio em doações não estavam tão estimulados quanto aqueles que gastariam os seus em cerveja.

2. O trafego do Twitter ficou congestionado. O Facebook também foi fundamental. Os cientistas ficaram impressionados com o fato de que os balões foram descobertos em apenas 9 horas.

3. Os concorrentes plantavam informações falsas tentando atrapalhar e criar caos. Para evitar isso foi fundamental aos participantes desenvolver técnicas para a aprovação de dicas. Elas deviam vir de pessoas conhecidas, com a origem devidamente checada. Conhecer a fonte se tornou tão importante quanto a informação em si. Igualzinho ao que os jornalistas brasileiros tem feito no twitter.

4. Custo zero ajuda. Sem gastar “nada” e correndo o risco de ganhar uma bolada a adesão foi maciça. O seja, nada de descobrir a cura do câncer usando redes sociais, isso custa dinheiro e os usuários não estão a fim de gastar. Propaganda ainda funciona mas, segundo o DARPA, a rede é mais eficiente para encontrar crianças desaparecidas e combater o terrorismo que para viralizar anúncios. Bem, eu discordo em parte mas eles são o DARPA, não é mesmo?

5. Objetivos claros e resultados verificáveis são fundamentais para o sucesso de qualquer ação em mídias sociais.

Bem, no fim das contas o DARPA chegou a conclusão que as redes sociais podem ser fundamentais em caso de guerra, tragédias e ataques. Concluíram também que é cedo para definir o potencial das mesmas mas que de fato funcionam para divulgar sua mensagem. E foi o DARPA, hein?

Mídias Sociais, você está fazendo sua parte?

quinta-feira, fevereiro 18th, 2010

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Muito se fala sobre a incapacidade de se medir resultados nas mídias sociais. É, realmente não é tão simples. Estamos falando de empresas que durante anos trabalharam com números de Ibope, com circulação de jornais e demais dados que faziam com que tivessem um ROI – Return On Investiment -- bem definido.

As empresas, no caso clientes, estavam acostumados com números fácil de se encaixar em suas planilhas. Uma prestação de contas “honesta” que fazia com que fosse bem mais simples entender para onde estava indo o suado dinheiro da empresa e, mais importante, como ele estava voltando. Mas e no caso das mídias sociais, como isso fica?  Como saber quanto exatamente custa a mídia utilizada e o que ela retorna? Existe ROI em mídias sociais? Tem gente que acha que não…

Vídeo esclarecedor, não? O que acham?

Partindo da máxima de que quando compramos mídia compramos espaço, ou seja, compramos a oportunidade de atingir outras pessoas usando determinado veículo para transmitir nossa mensagem, podemos afirmar que na mídia social nossa verba seria utilizada para o mesmo fim. Igual? Não. Diferente, muito diferente. Na mídia social sua verba seria utilizada no intuito de transformar o internauta em veículo, ou seja, fazer com que ele faça propaganda por vocês, certo? Bem, ao invés de utilizar 4 redes de TV você vai tentar utilizar 55 milhões de brasileiros. E agora, como saber quanto custou cada um desses veículos e que resultado ele proporcionou?

A palavra mágica é TENTA. Você tenta converter o maior número de pessoas possíveis em veículos. TENTA. Como explicar a um cliente acostumado a dados exatos que você vai usar a verba dele pra tentar alguma coisa. Como ele justifica isso numa reunião de acionistas?

Os números no Brasil impressionam, é verdade. Vejam só o que diz esse vídeo criado com dados de uma pesquisa da Agência Click.

O problema é que “relacionamento” ainda não é um dado simples de ser mensurado. Saímos do ROI para o IOR – Intent of Returning. Saímos de dados concretos para possibilidades. Não é fácil fazer um cliente entender que ele deve analisar cada tweet de um internauta como uma compra de espaço em mídia. Até porque existem os posts negativos e, em tese, ele estaria pagando por esses também.

É simples entender a importância da Mídia Social. Não precisa ser gênio para perceber que a convergência está levando tudo para a web e que qualquer marca/empresa minimamente inteligente tem que marcar terreno. E isso significa se adaptar a comunicação online, ou seja, aprender a TENTAR. Eu defendo isso com unhas e dentes, todos sabem. Mas, sejamos francos, precisamos tentar – eta palavrinha infeliz – entender o outro lado.

Antes de reclamar porque o seu cliente não libera verba suficiente para que você TENTE se pergunte o que você está oferecendo a ele para que ele se proteja. Que dados, além de ler Época e Veja, ele tem em mãos que o deixe seguro do resultado que ele PODE vir a atingir. Quais os benefícios reais – além de estar na moda – que investir em Mídia Social vai trazer? E, mais importante, como ele pode justificar esse investimento para os sócios, diretores e investidores?

Pois é, amigo, não dá pra ficar de mimimi se você não faz sua parte, não é mesmo?

Easter Egg sexual. Receita para viralizar?

quarta-feira, fevereiro 17th, 2010

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Muito se fala sobre a capacidade de viralização de um vídeo. Qual a receita para um viral? O que fazer para ter certeza de que ele vai realmente viralizar?

Eu costumo dizer que quem define o poder de viralização de um vídeo é o público. Se eles gostam, vai viralizar. Você pode conseguir 500 mil view usando artifícios mas ainda assim não será um viral. Ele só é viral quando não precisa desses artifícios para ganhar notoriedade. Bem, ao menos é o que eu achava.

Me parece que algumas técnicas podem ser utilizadas para garantir a viralização. Vejam só essa aqui:

É, amigos, ousadia, a gente vê por aqui!

Quando fazer doer ajuda a vender

segunda-feira, fevereiro 15th, 2010

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Certo, essa máxima funciona para analgésicos, óbvio, mas não é exatamente disso que estou falando. Estou falando de um conceito, uma ideia. As vezes fazer doer ajuda a vender. Duvida? Assista o vídeo abaixo.

Doí, não doí? A pena que sentimos pelo cãozinho, a compaixão que seu amor incondicional pelo dono – e seu provável sofrimento após a morte daquele que cuidava dele – nos machuca. E essa dor ajuda a vender a ideia de que um animal tão fiel não pode sofrer assim.

Uma história real que foi utilizada de forma inteligente para atingir um objetivo maior. Bonito, triste e eficiente.

Vi o vídeo lá no Byte Que Eu Gosto.

Novas velhas mídias

quinta-feira, fevereiro 11th, 2010

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É interessante ver algumas pessoas se referindo a WEB como a nova mídia. Quando quero ser chato eu pergunto “porque nova mídia?” só para ouvir o clássico “Ah, porque foge do rádio, jornal e TV”. É? E o que dizer das ousadas mídias externas que fogem completamente do tradicional?

Vejam por exemplo essa série de balões… já imaginou o BUZZ – e mídias provocada/espontânea que algo assim pode proporcionar? É uma nova velha mídia? É interessante, e isso que importa.

Eu fico só imaginando um balão temático assim passeando sobre os céus com blogueiros convidados registrando o vôo e um fotográfo com uma puta lente registrando a reação do povo em terra. Ousem, porra!

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Se alguma empresa comprar essa idea por favor me convidem.

Salvar ou não salvar, eis a questão…

quinta-feira, fevereiro 11th, 2010

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Atender a conta da WWF é o sonho de todo publicitário. Assim você pode criar uma peça como essa e matar todos os outros de inveja.

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