Archive for the ‘Música’ Category

Eduardo e Mônica

segunda-feira, março 1st, 2010

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Eu gosto da música. Sério. Uma das poucas do Legião que eu realmente curto. Primeiro um clipe animado para a música e depois um dos melhores textos que já vi sobre a música.

Eu adoro Eduardo e Mônica. É uma das músicas que descobri na famigerada fita pirata que minha vó me presenteou e deu início a meu universo músical. Hoje de manhã eu ouvi a música na rádio e automáticamente me lembrei de um e-mail que havia recebido muito tempo trás. Caixa de e-mail cavucada e revirada aí está o danado para que vocês possam rir como eu ri.

"Na música Eduardo e Mônica, do álbum "Dois" da Legião Urbana, de 1986, a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. analisemos o que diz a letra.

Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram).

Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.

Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, "Festa estranha" significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. "Gente esquisita" é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal "festa legal" em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer?
Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.

Assim temos (- Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.

Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em "E a Mônica riu" nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se "quis saber um pouco mais" leia-se" quis dar para"! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.

A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo "boyzinho" que tentava impressionar"! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como "boyzinho". Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.

E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?
Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.

Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.
Em seguida Russo utiliza o eufemismo "menina" para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.

O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar "iéis", "nou" e "mai neime is Eduardo"! Incomoda como são usadas as palavras "ainda" e "aulinhas", para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.

Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão "do Bandeira". Francamente, "Bandeira" é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar "Êta" com "Tiêta" e neguinho ainda diz que ele é gênio!

Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada.

Mulher sim, é maturidade pura.

Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola -- cinema -- clube -- televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse "bar da esquina -- terreiro de macumba -- sauna gay -- delegacia"?? E qual é o problema de se ir a escola?!?

Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem:

1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto.
2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo.
3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!

Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?

Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência… Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem… é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!

Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.
Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.

Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta. Em suma, Mônica uma total escrota e Eduardo um otário. Sem dúvida Renato Russo defendia o seu time, ele era realmente uma feminista.

Um coral… diferente

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Uma coisa que o americano tem de legal são esses shows de calouros escolares, sempre sai uma coisa interessante no meio de um monte de tosqueiras.

Observem como ficou legal esse coral armado de plaquinhas e muito bom humor.

Vi lá no Xpock.

Que rebolation que nada, o negócio é o robulation!!!

terça-feira, fevereiro 23rd, 2010

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Eu dispenso completamente qualquer citação a essa BOSTA chamada reboletion – uma triste volta aos tempos do Cumpadre Washington e suas tosqueiras – mas não podia deixar de postar essa versão. Seguraaaaaaaaaaaaaa DJ!

Dica de Jader Franca, o sábio guardião de notebooks da Campus Party.

We are the World, viu Haiti?

sábado, fevereiro 13th, 2010

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Olha aê, como o pai Cardoso previu saiu a versão da famosa música oitentista para o desastre no Haiti. Mais uma vez o mundo Pop se juntou para gravar uma música com o intuito de ajudar. Antes do vídeo uma consideração: se antes a venda de LPs com a música era revertida para a ajuda, agora, que a turma pirateia sem dó nem piedade, será que vai surtir o mesmo efeito? Bem, olha aê o clipe.

O que eu acho? Bem, porra de RAP! De quem foi a ideia de jegue de por RAP nessa música? Certamente não foi do mesmo cara que resolveu fazer a genial homenagem a Jacko.

E cadê Bono? E Madonna, Britneia, Shakira, Justin e tantos outros? É impressão minha ou esse clipe foi feito com o segundo escalão? Bem, o problema pode ser comigo, é verdade. No primeiro clipe eu conhecia QUASE todos os cantores e cantoras – e olha que eu era apenas um guri – e nesse eu não identifiquei nem 10.

Bom, fiquem com a versão original, se quiserem comparar.

Literalmente divertido

terça-feira, fevereiro 2nd, 2010

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Desculpem pelo título. Eu sou um dos adeptos da campanha “aprenda a usar o termo literalmente” mas nesse caso cabe de verdade. Uma versão literal de um clipe é uma divertida regulagem onde os desocupados criativos substituem a música por uma ritmada descrição do que acontece na cena. Não pescou? Assista.

Genial, hein? Existem muitas outras versões no Youtube.

A propaganda colaborativa

quinta-feira, janeiro 7th, 2010

propaganda[1]

Conteúdo ou propaganda? Um pouco dos dois, claro, mas diria que se vende uma marca/conceito/produto merece o rótulo de propaganda. Nesse caso é meio óbvio, como vão notar, mas essa dúvida vem encafifando muita gente.

A T-mobile sem dúvida é uma das empresas que vem utilizando a junção das mídias sociais com a propaganda convencional com maior sucesso. O histórico de cases só faz crescer e alguns como o flashmob Hey Jude vão ficar marcados como uns dos melhores já criados/executados.

A questão é que os caras não param. A última ação vem repercutindo bem e gerando um conteúdo interessante e digno de ser viralizado.

Durante uma sondagem realizada pela Saatchi & Saatch UK para saber o que os ingleses fariam caso tivessem SMS e WEB de graça pela vida toda – um estudo para o lançamento do T-Mobile Pay As You Go – um sujeito chamado Josh Ward respondeu que formaria uma super banda usando a conectividade. E foi pelo pela palavra.

A T-mobile comprou a ideia. Bancou a viagem do sujeito pela Inglaterra, encontrando com diversas pessoas que viam a partitura que foi divulgada na web e compareciam para mostrar suas habilidades musicais e assim participar da gravação do single que será lançado dia 11/01.

Utilizando a mídia tradicional para direcionar o público para as mídias sociais com esse comercial abaixo:

Os caras conseguiram seu intento. A Josh Band gravou seu clipe colaborativo, por sinal muito legal, que pode ser assistido aqui:

Eu tenho minhas dúvidas que uma campanha apenas em social media tivesse gerado o mesmo resultado – o alcance ainda é limitado, por mais que acreditemos no contrario não somos o mainstream. O uso inteligente integrado das duas mídias possibilitou a criação de conteúdo interessante, geração de mídia espontânea e provocada e mais uma vitória para a T-mobile.

Que embromation que nada…

sexta-feira, dezembro 11th, 2009

E eu ainda tenho vergonha de cantar… bem, tá certo que eu não sou um japinha “fofinho” e certamente levaria uma bela sapatada se inventasse de tirar esse “som”.

Visualize a obra de um gênio

domingo, setembro 13th, 2009

Do alto de minha modéstia – se bem que se trato de mim alto não combina tanto -- as vezes eu assumo que sou um gênio. Sim, eu consigo superar toda minha humildade e dizer: sim, no sexo eu sou um gênio. Sim, na propaganda eu sou um gênio. Sim, enrolando o povo eu sou um gênio. Quer dizer, conseguia. Depois de ver o vídeo abaixo acho que não vou mais conseguir dizer isso…

Quando ouço uma sinfonia eu me emociono, como deve acontecer com muito de vocês, mas para um cara VISUAL como eu o vídeo me mostrou o quão gênio de verdade alguém precisa ser para compor algo assim. Assistam e babem.

Vi no Mundo Gump, um dos melhores blogs autorais do Brasil! Se gostou desses tem muitos outros AQUI.

O clipe de Faroeste Caboclo?

segunda-feira, setembro 7th, 2009

Eu já contei para vocês que uma das músicas que me fez despertar para o universo dos tons e acordes foi justamente Faroeste Caboclo. Eu a ouvi a primeira vez numa fita cassete trazida por minha vó de Brasília, onde uma banda, até então desconhecida para mim, tocava uma música com mais de 9 minutos sem se quer colocar um refrão. Se para mim o chato da “música” era realmente os refrões pegajosos aquilo me surpreendeu, me marcou.

Sendo assim eu não podia deixar de mostrar a vocês esse “clipe” animado da música que abusa do bom humor.

Ainda acho que essa música daria um puta filmão, no estilo de Cidade de Deus ou Tropa de Elite.

Até onde vai seu preconceito?

segunda-feira, agosto 31st, 2009

Antes de mais nada assista o vídeo abaixo.

E aí? Bonita, com uma voz bonita, simpática… não lhe parece alguém por quem torcer no ídolos? Aposto que boa parte dos cuecas que assistiram pensaram “é o número que eu calço, se eu pego faço um estrago!”. Natural. Ele é bonito mesmo.

Ahn?!!? Ele? É, ele.

É um homem. E aí, deixou de ser bonito? Talentoso? Simpático? Não. Não deixou. Não se o seu preconceito deixar. Eu podia passar horas aqui escrevendo sobre o assunto, podia criar polêmica, gerar debate. Mas nem vou. Vou apenas ficar perplexo com o talento nato dessa moça.

Elvis Brown ou James Presley?

domingo, agosto 30th, 2009

Eu nem curto tanto essa batida mas tenho que da o braço a torcer que tanto a edição de som quando de imagens tornaram esse vídeo fantástico. Duas das figuras mais marcantes da música fazendo um “show” bem diferente.

Né por nada não mas que glorifica a dança de Michael Jackson nunca viu Brown dançar…

Steven Segal, o xerife monge cantor.

quinta-feira, agosto 27th, 2009

Ainda no antigo Passinho eu havia escrito um post contando a vocês que Steven Segal estaria gravando um reality. Sério. Vejam o post abaixo:

Vai ser lançado nos EUA um Reality Show sobre Steven Segal. Steven, que é um dos grandes mestres de Aikido, além de ator (?) de filmes de ação vem, há anos, treinando militares e policias americanos -- o cara é faixa preta em Judô, karatê, Kendô e Iai-dô, nunca tendo perdido uma luta de Aikido até hoje (e olha que era desafiado frequentemente por ser um estrangeiro com um Dojo no Japão). O cara além de tudo é perito no uso de armas de fogo.

Muita gente sabe que Steven foi guarda-costas de vários VIPs -- incluindo presidentes, mas quase ninguém sabe que o cara foi ordenado monge, é cantor, consultor da CIA, tem nove filhos e, o motivo do reality, delegado de sua cidade a mais de 20 anos.

Pois é, o cara é completamente multitarefa. O Reality vai mostrar o Steven Delegado e seu dia-a-dia em sua cidadezinha. Eu espero que mostre também a deliciosa esposa dele, Kelly LeBrock -- a deliciosa Dama de Vermelho.

É, caros amigos, saiu o trailer da bagaça… e confesso que EU fiquei curioso.

Ah, quando eu disse que ele era cantor aposto que um risinho cínico brotou em seu rosto, não é mesmo? Como o brucuto de rabinho de cavalo podia cantar? Bullshit! Não é não… o cara não só canta como canta bem. Sintam o drama.

Que Jack Johnson que nada…

Dont Worry

terça-feira, agosto 25th, 2009

Lembram que falei sobre o genial projeto Playing For Change? Não lembra? Clica AQUI e dá uma lida, vale a pena demais. Leu? Pronto, então, vejam só esse novo vídeo publicado por eles onde artistas de rua cantam Dont Worry. Fodástico demais.

Rock Band Beatles está chegando

terça-feira, julho 21st, 2009

O dia está chegando… 9 de setembro o jogo estará nas prateleiras. Se eu já salivava loucamente para por as mãos nessa belezinha agora lascou de vez. Junto com a listinha de músicas abaixo foi confirmada a inclusão de Twist and Shout. É, isso mesmo, você vai poder liberar o Ferris Bueller que há em você.

Vejam só as músicas já confirmadas:

- Back in the U.S.S.R.
- Can’t Buy Me Love
- Day Tripper
- Eight Days a Week
- Get Back
- Here Comes the Sun
- I Am the Walrus
- I Feel Fine
- I Saw Her Standing There
- I Want to Hold Your Hand
- Octopus’s Garden
- Paperback Writer
- Revolution
- Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band
- Taxman
- Twist and Shout
- Within You Without You
- Yellow Submarine
- With A Little Help From My Friends
- Birthday
- I Got a Feeling
- Dig a Pony
- Do You Want To Know A Secret
- I Wanna Be Your Man
- And Your Bird Can Sing

E, para fechar, o novo vídeo sobre o jogo.

Algumas vezes coisas boas são desenterradas dos anos 80

quinta-feira, julho 2nd, 2009

Já me acostumei com as pessoas olhando para minha cara e dizendo “não sei o que você vê nos anos 80, nada de bom foi produzido naquela época. Tempo brega!”. De fato foi um tempo breguinha mesmo. Contudo, por mais que neguem, haviam grandes bandas, por mais bregas que fossem consideradas hoje em dia. Tínhamos Ultraje, Paralamas, Titãs, Lulu e tantos outros. Ah, Eden, mas eles ainda tocam. É? Tocam os sucessos dos anos 80, as novas músicas…

O interessante é ver algumas músicas daqueles tempos idos serem rearranjadas e ficarem tão boas quanto essa versão de Não Se Reprima, do Menudos, por Tatiana Parra.

Reconheceu? Foi utilizada na propaganda da Batavo. Legal, hein?

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