Archive for the ‘Humor’ Category

A TI da biologia (ou seria da bilologia?)

segunda-feira, março 15th, 2010

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Mais um divertido e curioso texto enviado por Madureira, o Pai Mei de Boteco.

1. Uma célula humana contem 75 MB de informação genetica.

2. Um espermatozoide tem metade disso, ou seja, 37,5 MB.

3. 1 ml de semen saudável tem aproximadamente 100 milhões de espermatozoides.

4. Uma ejaculação media dura 5 segundos e contem 2,24 ml de semen.

5. Ou seja, a velocidade da conexao ou throughput medio de um homem saudavel é de:

( 37,5 MB x 100.000.000 x 2,24 ) / 5 = 1.761.607.680.000.000 bytes / segundo = 1,76 Terabytes / segundo.

Conclusão:
O  óvulo feminino suporta um ataque de DDoS (Distributed Denial of Service) de 1,76 TB/s e s  permite a passagem de 1 pacote durante sua conexão… Fazendo dele o MELHOR FIREWALL DO MUNDO!!!

E claro, as crianças que ainda conseguem nascer são os melhores hackers do planeta!!!

Diferenças do cumprimento entre homens e mulheres

terça-feira, março 9th, 2010

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Uma das diferenças mais gritantes entre os sexos (além dos óbvios, claro, afinal só Ronaldo que não se liga nisso) é a forma como eles se diferencial ao cumprimentar um ser de mesmo sexo.

O homem é mais despachado, sempre.

- E aí gradissíssimo filho de uma puta!!! Anda dando muito esse seu cu arrombando?
- Fala, corno da gaia mole. Dando não, mas comendo… pergunta a tua mulher, aquela vaca.
- Vá se fuder, seu merda! E aí, quando vamos tomar uma?
- Depende, você toma aqui na mamadeira?
- Folgadinho você, hein seu frango?
- Vamos marcar mesmo, viado, qualquer hora dessa te ligo.

E eles se afastam pensando “poxa, mó cara legal esse Zé Ruela, gosto muito dele”

Por outro lado temos as mulheres.

- Queridaaaaaaaaaaaaa… (Aff, essa imbecil…)
- Ola amigaaaaaaaaaaa… (Ai, quem eu menos queria encontrar)
- Aí, como você está linda!!! Seu cabelo está m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o! (parece uma piaçava, pelo amor de Deus)
- Ah, que isso, são seus olhos. (Vesgos… hahahaha)
- E você está mais magra!!!! Malhando? (Ou dando pro personal, sua vaca flácida?)
- Ah, um pouco, você sabe, pra manter o corpinho. (Morra de inveja, sua gorda dos infernos)
- Vamos marcar algo qualquer hora dessa? (Tipo sua ida para o Casaquistão?)
- Vamos sim! me liga! (Para eu ter o prazer de te binar)

E se afastam pensando “Falsa, nojenta, fingida… que ódio dessa mulher, meu Deusssss!”

Complicado isso… basta ver o gráfico abaixo que catei no Gordo Nerd para confirmar minha – e de todo mundo – teoria.

homens_mulheres

O clone de meu filho

terça-feira, março 9th, 2010

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Como sei que ele não anda lendo meu blog eu posso postar… PORRA, O GURI PARECE DEMAIS COM MEU OGRO!!!!!!

Se você conhece a figura vai concordar!

O aprendizado do futuro

terça-feira, março 9th, 2010

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photoshop

Já pode trabalhar em agência de propaganda, hein?

Menininha do mal

terça-feira, março 9th, 2010

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É, eu sei, está em todo canto, mas não é a toa que está todo mundo publicando esse vídeo. Essa guria ligando pra uma empresa de demolição para ver a escola ir a baixo de porteira fechada… é demais! A pirralha é do mau, desenrolada demais. Entendem porque na Irlanda é todo mundo casca-grossa? Hum… menos o Bono… esse é moça.

Eduardo e Mônica

segunda-feira, março 1st, 2010

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Eu gosto da música. Sério. Uma das poucas do Legião que eu realmente curto. Primeiro um clipe animado para a música e depois um dos melhores textos que já vi sobre a música.

Eu adoro Eduardo e Mônica. É uma das músicas que descobri na famigerada fita pirata que minha vó me presenteou e deu início a meu universo músical. Hoje de manhã eu ouvi a música na rádio e automáticamente me lembrei de um e-mail que havia recebido muito tempo trás. Caixa de e-mail cavucada e revirada aí está o danado para que vocês possam rir como eu ri.

"Na música Eduardo e Mônica, do álbum "Dois" da Legião Urbana, de 1986, a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. analisemos o que diz a letra.

Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram).

Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.

Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, "Festa estranha" significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. "Gente esquisita" é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal "festa legal" em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer?
Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.

Assim temos (- Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.

Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em "E a Mônica riu" nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se "quis saber um pouco mais" leia-se" quis dar para"! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.

A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo "boyzinho" que tentava impressionar"! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como "boyzinho". Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.

E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?
Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.

Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.
Em seguida Russo utiliza o eufemismo "menina" para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.

O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar "iéis", "nou" e "mai neime is Eduardo"! Incomoda como são usadas as palavras "ainda" e "aulinhas", para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.

Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão "do Bandeira". Francamente, "Bandeira" é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar "Êta" com "Tiêta" e neguinho ainda diz que ele é gênio!

Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada.

Mulher sim, é maturidade pura.

Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola -- cinema -- clube -- televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse "bar da esquina -- terreiro de macumba -- sauna gay -- delegacia"?? E qual é o problema de se ir a escola?!?

Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem:

1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto.
2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo.
3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!

Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?

Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência… Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem… é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!

Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.
Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.

Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta. Em suma, Mônica uma total escrota e Eduardo um otário. Sem dúvida Renato Russo defendia o seu time, ele era realmente uma feminista.

Como sacanear um playboyzinho

segunda-feira, março 1st, 2010

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Todo mundo tem um amigo sequelado, um escroto e um idiota, que não é exatamente amigo, mas que vez ou outra insiste, contra a vontade de todos, de sair com vocês. Neste dia em especial eu estava acompanhado dos três.

Antes de tudo vou falar um pouco sobre o grupo que, naquele dia, se deslocava para João Pessoa, indo para um Rave que iria acontecer lá. Rave? Eden? Como assim? Calma, não vai ser hoje que vão me ver curtindo este tipo de som, eu estava indo porque tínhamos cuidado da divulgação da festa e eu precisava fazer uma frentezinha com o cliente. Os outros iam porque era boca livre mesmo.

Eu dirigia enquanto ao meu lado estava Carlos Cajueiro, excelente fotografo e grande amigo, escroto de marca maior, e com grande aptidão em pregar peças nos outros. Atrás iam Paulo Petitinga, ogro baiano, boa praça e um sacana sequelado. Do lado dele vinha o alvo. Vou chamá-lo de Zé, Zé Ruela, para proteger a identidade do coitado e privá-lo da vergonha de ver esta história se tornar pública.
Se o pai dele fica sabendo dessa história corta a mesada do coitado (sim, o inútil, do alto de seus vinte e poucos anos, recebe mesada do papai).

Zé Ruela é o tipo de cara que você definitivamente não quer no seu grupo. Espaçoso, mentiroso e boçal, come mortadela e arrota caviar. Paga de rico mas tem cadastro em todas as lojas da 25 de março. O relógio é Rollex (com dois eles mesmo), o tênis é Naike (com ai mesmo) e carteira é Vitor Ugo (sem o h). Segundo ele já pegou todas as grandes modelos da cidade mesmo parecendo um lutador de sumô e não conseguindo manter uma conversa inteligente nem que isso lhe custasse a vida. Ou seja, o Zé Ruela era uma companhia indesejada e o alvo perfeito.

Estou eu concentrado no volante, curtindo o Amado batista que rolava no som (sempre me disseram que em Rave rolavam drogas e eu já estava no clima), quando peguei parte da conversa.

- Oxe, tu trouxe lança, foi Zé? – Cajueiro perguntou rindo.
- To aqui com o tubo entocado. – respondeu o gordo.
- Ei, porra, tu trás esta merda e se a policia nos pegar vai todo mundo pro tapa – me meti na conversa.
- Deixa de frescura, Eden, tu não quer é dizer ao gordo o que tu trouxe aí. – pelo olhar e pelo tom de voz percebi que lá vinha tiração de sarro.
- Cajueiro, porra, a gente tinha combinado que era segredo. – entrei na dele.
- Que nada, porra, dá pra dividir com os caras.
- O que é? Frescura, diz aí… o que é? – o gordo, como todo idiota, ficou curioso e caiu na conversa.
- Acho melhor não contar. – disse Paulo, que já tinha entendido o que estava acontecendo.
- Porra, Caju, contasse pra Paulo também?
- Aí é foda, só eu que não sei? Sacanagem.
- Patrão, posso contar?
- Conta, agora já foi mesmo. – falei sem saber o que viria da mente doentia de Caju.
- Gordo, é o seguinte – Caju falou baixando o tom, como se contasse um segredo – o Patrão me encomendou uma parada das brabas e eu trouxe o negócio aqui comigo.
- É? O que é? Diz aí!

Silêncio, só som rolava. Caju fazia uma cara suspeita, como se tivesse cometendo um grande crime.

- Vai cacete, diz aí!
- Eu trouxe a Brizola, velho.
- O quê?
- Brizola, velho. O pó, ta ligado?
- Pó?
- É, porra, cocaína.
- Oxe, mentira da porra, Eden pediu a tu cocaína? Eden é careta que chega a ser chato.
- Careta na frente dos outros, porra. Mas no meio dos amigos o cara arregaça. O cara é publicitário, né, gordo? Todo publicitário arregaça.

Juro que nessa hora eu achei que Caju tinha estragado a estória. Eu e drogas? Nem o Zé seria tão idiota pra cair nessa, não era possível.

- Caralho, velho, sempre quis experimentar essa porra. Mermão, você vão deixar eu dar uma fungadinha, né? – nunca superestime um idiota.
- E aí, Eden, rola?
- Rapaz, sei não, se o pai dele souber…
- Rapazzzzzzz… – Paulo resolveu fazer a parte dele na pegadinha – esse gordo nunca experimentou, vai ficar vidradão, viajando…
- Frescura, porra, sacanagem, deixa, vai.
- Tá bom, gordo, chegando lá tu dá uma cafungada por conta da casa – Caju emendou enquanto eu parava no posto para abastecer.
- Patrão, quando chegar em Jampa dá uma parada em uma farmácia. Vamos comprar adoçante em pó.
- Farmácia a essa hora? Sei não…
- Bom, se não tiver farmácia vai ser no açúcar refinado mesmo.
- Caralho, ao invés de overdose o gordo vai ter é diabetes.

O esquema estava montado.

Como não havia farmácia aberta no caminho o jeito seria apelar para o açúcar. Chegamos à festa e demos um jeito de despistar o gordo por alguns instantes, deixando ele com Paulo. Montada a cena era hora de chamar o otário, digo, o gordo.

Deixamos que o gordo tomasse alguma coisa e desse umas bicadas na lança dele, quanto mais anestesiado melhor afinal na festa não tinha açúcar refinado e o negócio ia ser na base do açúcar cristal mesmo.

- E aí, gordo, bora?
- Demorou. Cadê a parada?
- Ta ali, Caju ta ajeitando. Paulo, pega aí a lança do gordo, se ele travar não cai com essa merda na mão – falei o alto de meu total desconhecimento sobre os efeitos da cocaína.
- Pega aqui, baiano. Cuidado com essa merda, hein?
Caju, escroto, fazia todo o leriado. Cara de desconfiado, protegendo a mesa com o corpo. Fez então três carreiras de “coca”. O gordo deu um pulo para frente, animado, tropeçando.
- Oxe, pode parar. A primeira é minha. – Cacete, pensei, não acredito que Caju vai dar uma cafungada no açúcar. É entrar demais no personagem. Mas Caju é safo. Ele pegou uma nota de dez reais, enrolou, assumiu a posição e… soprou o açúcar pra longe, protegendo a cena com o corpo para que o gordo não pudesse ver direito.
- Ahhhhhhh – disse com o ar travado – boa demais essa, é da colombiana, macho. Profissional.

Caju ficou todo retesado, olhando pra cima e balançando a cabeça para os lados, de olhos fechados. O gordo, estático, observava com um misto de desejo e apreensão. De repente Caju olha pra ele com os olhos injetados, o viado parecia estar possuído pelo tinhoso – não imaginava que ele fosse tão bom ator, e grita jogando perdigotos na cara do Zé Ruela.

- Vai logo, porraaaaaaaaaaaaaaaaaa. Mermãoooooooooooooooooo.

O gordo puxou um canudo do bolso e deu um passo a frente. Poft. Um tapão de Caju derrubou o canudo no chão.

- Qual foi, Caju? Endoidou?
- Oxe, gordo, ta de onda? Quer cheirar com canudinho? Porra nenhuma. Tem que cheirar com a onça ou não cheira.
- Tá massa – e o gordo enrolou uma nota de cinqüenta mangos para usar de canudo.

Silêncio. Todo mundo segurando o riso. O gordo preparado. Paulo roxo, sem ar. E vem a primeira puxada. Snifffffffffffffffffffffffffff.

- Caralho, velho, essa porra é doce!?
- Doce?! – Caju irrompeu em risadas – O cara tá viajando. Mermão, a parada é o seguinte, a coca parece diferente pra cada pessoa. Pra mim é azeda, pra Eden é ácida e tu deu sorte, pra tu ela é doce!
- E é?
- Mermão, vá fundo, arregace a outra carreira.
Sniffffffffffffffffffffffffffffff.
- Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuu. Velho, to travadão! – o gordo falou entre os dentes enquanto jogava a cabeça pra trás e começava a pular.

Eu fiquei com o “canudo” dele, ganhei cinquenta mangos, Caju quase teve um troço de tanto rir e Paulo vendeu o lança para um dos seguranças. E o gordo? Dançou travado a noite toda. Empurrou a turma na pista, pegou no cabelo das garotas e se sentiu o playboyzinho drogado durante toda noite. Só descobriu que tinha cheirado açúcar uns oito meses depois.

Max Poxa Vida

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Apenas um nerd sem vergonha na cara ou algo mais? Ok, ok, estou parecendo um integrante do CCV, o famigerado Comando de Caça ao Viral, mas, poxa, ninguém pode ser tão esterioripado assim.

O cara é feio, magro, tem a instalação cruzada (chora em x, sabe?), usa óculos de aro grosso, fala sem olhar pra câmera e só aborda assuntos nerds/geeks? Fora que o texto é bom, muito bom, e a edição muito bem feita – por mais que apareça amadora. Ele é a personificação do Hiena “ó, vida, ó, azar”.

O canal do cara é hilário, você pode perder horas assistindo-o divagar sobre os mais variados assuntos. Sintam só o drama cmo alguns que selecionei para vocês:

E aí, real ou fake? Pessoa ou personagem? Bem, não importa, no alto de sua tosqueira ele é divertido.

Um coral… diferente

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Uma coisa que o americano tem de legal são esses shows de calouros escolares, sempre sai uma coisa interessante no meio de um monte de tosqueiras.

Observem como ficou legal esse coral armado de plaquinhas e muito bom humor.

Vi lá no Xpock.

O pior é que é verdade

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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O melhor da propaganda visual é quando com uma sacada ela consegue nos “mostrar” algo com que todos concordamos mas que nunca imaginamos ver. Olha só essa sobre TMP:

GENIAL! Rá.

Como cantar um designer

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Uma tag no Twitter terminou por gerar essa divertida lista abaixo com 50 maneiras de se cantar um designer ou diretor de arte. Bem, algumas são até bem criativas (mas não tanto quanto as que estão rolando nas promoções realizadas pelo @fvrec no Twitter esta semana).

  1. C MY KÊ?
  2. Você é o CSS do meu HTML
  3. Quando te vi, travei igual o corel draw!
  4. Meu amor por você brilha como a intensidade branca de R0 G0 B0.
  5. Você é tão linda que nem precisa de photoshop
  6. Que curvas, se eu te pego te transformo em JPEG
  7. Sexo A3 ou A4?
  8. Você está sempre dentro do meu corel (analogia ao core s2)
  9. Adoraria ter você no meu portfolio
  10. Por você eu uso até Comics Sans!
  11. Eu conto os pixels para poder te ver e o Corel Draw é meu pior castigo.
  12. O teu sorriso transforma meu dia, de pixel a vetor.
  13. Você não é tipografia, mas faz o meu tipo.
  14. Você não é logo, mas faz o meu tipo.
  15. Quando deus te desenhou ele usou photoshop
  16. Que belo grid você tem aí hein?
  17. Me joga no desktop e me chama de wallpaper
  18. Minha vida com você é brainstorm de emoções e que não precisa de aprovação para saber que sem você não há arte final.
  19. Você deixa o meu mundo menos greyscale.
  20. Me joga na sua paleta e me chama de pantone
  21. Será que esse MAC tem MSN?
  22. Vou transformar seu rascunho em arte-final.
  23. Você é minha “FONTE” de inspiração
  24. Quer ter um Pixel com você!
  25. Seu eu pudesse dava um Ctrl+D .. e Ctrl+S para não te perder.
  26. Vc é a minha magenta que faltava no meu CMYK.
  27. Você é o pixel que completa minha imagem.
  28. Se o thumbs é assim, imagina o fullscreen!
  29. Rosas são #FF0000, violetas são#0000FF
  30. Quando Deus te desenhou ele estava usando Tablet
  31. Me cola na sua layer e me chama de objeto!
  32. Casa, comida e 600dpi
  33. Sozinho eu era .jpg com você sou um gif animado.
  34. Vamos diminuir o kerning entre nós dois?
  35. MAC coisa linda.
  36. Nossa mas que bela interface você tem!
  37. Com vc meu mundo fica mais colorido que qualquer escala pantone!
  38. Pra Deus vetorizar outra que nem você, nem com tutorial.
  39. Você faz o meu fire… works.
  40. Vc é a minha linha Guia!!!!
  41. Nossa gatinha, calma! Assim CMYK-ansa!
  42. Você é muita resolução pro meu monitor!
  43. Qual é o atalho pra sua layer de baixo ?
  44. Posso embedar um beijo.tiff no seu rosto.ai ?
  45. Você é meu Object de desejo.
  46. seu pai é o steve jobs? não? mas vc é uma maçã!
  47. …e aí gatinha, Cmd+G?
  48. você foi um insight na minha vida!
  49. Quando Deus te layoutou, ele tava conceituando!
  50. Me rasterizo por você!!!

Que rebolation que nada, o negócio é o robulation!!!

terça-feira, fevereiro 23rd, 2010

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Eu dispenso completamente qualquer citação a essa BOSTA chamada reboletion – uma triste volta aos tempos do Cumpadre Washington e suas tosqueiras – mas não podia deixar de postar essa versão. Seguraaaaaaaaaaaaaa DJ!

Dica de Jader Franca, o sábio guardião de notebooks da Campus Party.

Como você teve essa ideia?

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010

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No meu caso isso é BEM verdade.

Separados no nascimento

quarta-feira, fevereiro 17th, 2010

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Algumas da relações de “separados no nascimento” mais divertidas e curiosas que já vi. Divirtam-se.

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Demitido por ser peidão

segunda-feira, fevereiro 15th, 2010

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Sério, você sempre achou que sua flatulência não ia lhe render mais nada além de ser conhecido como “A lenda”? Pois amigo, ser um peidão pode lhe render algo mais além do respeito dos amigos e boas risadas. Pode lhe render o famoso e temido bilhete azul.

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Daniel Cambridge foi demitido de um armazém em Burton, na Inglaterra, depois que seus colegas fizeram nada menos que 35 reclamações oficiais devido aos gases do rapaz. No começo era divertido, rendeu piadinhas como “Salva a alma desse rapaz que o corpo já está perdido”, “não assopre não que eu como quente”. “Quando acabar o perfume eu quero o frasco”, “Quase chama meu nome”, “Não desliga que quero dar uma voltinha” e afins… mas depois que perceberam que o cara não tinha um fiofó e sim uma arapuca de pegar urubu e turma chiou e Daniel perdeu o emprego.

Segundo ele os gases são resultados de um remédio que vem tomando contra depressão. Segundo seus amigos o cara é uma verdadeira arma química. Infelizmente a guerra contra o terrorismo é mais forte que a guerra contra o politicamente incorreto… e o peidão perdeu o emprego.

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