Quem é de São Paulo, ou pode dar uma corridinha pra cá, tem mais uma oportunidade de estudar comigo sobre o universo de Social. Graças a São Paulo Digital School temos mais uma turma de até 15 pessoas acontecendo semana que vem.
Tem muita gente falando sobre Social. Muita. Mas, amigos, sem querer puxar a sardinha, falar sobre Social sem viver Social? Não funciona. Social é algo empírico, que muda todo dia, que cresce todo dia. Esse é o papel desse curso, levar até os alunos o conhecimento que adquirí a frente de algumas das maiores iniciativas na área aqui no Brasil. Estratégia, tática, operação, conteúdo, linguagem… vamos falar sobre todo o processo.
Informações e ensinamentos fundamentais para o entendimento desse novo momento da comunicação.
Professor – Eden Wiedemann, ou seja, EU.
Agenda
Quando: 21, 22 e 23 de novembro (19h às 22h)
Quanto: R$390,00 – uma pechincha, sério – e pode ser pago em até 12x no cartão de crédito.
LOCAL: Sede da SPdS - Rua Ministro Godói, 478 – Cj 41, Perdizes – São Paulo – SP.
Caso você seja morador de outra cidade a SPdS poderá lhe orientar quanto aos melhores hotéis para se hospedar, assim como translados e passagens. Solicite mais informações pelo email: spds.contato@gmail.com ou pelo fone (11) 8123-6867.
Bem, essa é uma oportunidade para você compartilhar do conhecimento que acumulei, acertando e errando, atendendo algumas das maiores marcas do país. O curso vai ser dinâmico e bem polêmico, claro. Vamos lá?
Domingo passado resolvi preparar minha primeira feijoada. Não satisfeito com ser a primeira experiência com um prato que não é exatamente simples de se fazer eu ainda achei de convidar amigos para validar meu sucesso… ou fracasso. Bem, depois do convite feito não tinha jeito, moçada. Tinha que caprichar. Mas, precavido que sou, resolvi preparar uns petiscos para enganar o pessoal e, em caso de urgência, servir para amenizar minha falha. Estava em dúvida até ver o vídeo abaixo, onde Carol Barros, agora blogueira -- a frente do DELICIOSO Panela de Barros, ensina a receita de suas batatinhas calabresas. Preparei e, amigos, ficaram um espetáculo. Em questão de minutos os convidados tinham acabado com tudo. Assistam e aprendam.
Eu adicionei uma colher de mostarda Dijon e as apimentei um pouco mais. Mas paixão por cozinhar é isso, é pegar uma receita e colocar ali sua cara -- uma metáfora infeliz no meu caso, afinal assim a comida ficaria deveras feia. Confesso ter ficado supreso com a qualidade do vídeo. Carol mandou muito bem. O legal é que assim como eu ela é uma publicitária que curte cozinhar, ou seja, não vem cheia de regras e técnicas e sim com receitas gostosas e dicas de onde comer.
Ah, a feijoada ficou tudo de bom, acertei a mão de jeito. Mas essa é uma outra história, pra um outro post, com uma outra receita que os fará babar. Até lá vão conhecer o Panela de Barros.
Um divertido e interessante vídeo expondo o quão diferente é sua vida online.
É importante observar como são estranhas algumas atitudes tidas como comum na vida online quando transportadas para a “vida real”. Nos faz pensar em como conseguimos ter posturas tão distintas ao mesmo tempo em meios diferentes.
Um cinegrafista da TV Bandeirantes morreu baleado no domingo (6) durante uma operação do Batalhão de Operações Especiais contra o tráfico de drogas na Favela de Antares, em Santa Cruz, Rio de Janeiro. Gelson Domingos estava usando colete à prova de balas, segundo exigência das forças armandas para este tipo de serviço. Infelizmente o colete que usava era projetado para resistir a tiros de baixo calibre e não segurou o disparo de um dos traficantes. Abaixo as imagens filmadas pelo cinegrafista na hora que foi atingido. Ele registrou seus últimos momentos de vida.
Mas e os “revolucionários” da USP, o que tem com isso? O que eles tem com isso? O vídeo abaixo -- lembrado pelo Fred Fagundes -- mostra perfeitamente onde está a culpa desses babaquinhas criados “na base de ovomaltino e pera” tem na morte de mais um pai de família.
É, amigos, é isso. Essa é nossa geração de estudantes engajados. O avô lutou contra a ditadura, o pai lutou pelas eleições diretas, eles lutam para que a PM não possa impedí-los de fumar maconha em um local público, burlando a lei. Lutam para serem diferentes, ou seja, para que a lei faça vista grossa a seu “vício” -- que pra mim é pura safadeza -- que, como bem disse o Nascimento, financia essa MERDA. Filhinhos de papai que até outro dia reclamava de assaltos e tentativa de estupro dentro da USP, que pediam pela polícia e agora querem que essa “força repressora” se vá. Querem polícia para bandidos, segundo eles, já que são apenas intelectuais que fazem a cabeça e isso não é nada de mais. Não me surpreende. Todos os dias vemos denúncias da podridão que envolve o movimento estudantil brasileiro, corrupto, retrogrado, vendido e tacanho. Parace que cada geração tem os “rebeldes” que merece.
O impressionante é ver que todo trabalho que se teve nos últimos anos pela legalização da maconha -- que eu sou contra -- foi destruido em alguns dias por esses babacas, estereotipos do maconheiro que ajuda na manutenção do preconceito.
Muitas vezes o cliente empurra golea a baixo da agência um prazo absurdo. Não é nenhuma novidade. Acham que criação é como fazer caldo de cana, entra o briefing do lado -- quando entra -- e sai uma grande ideia do outro. Sim, as vezes a pressão ajuda e algo de muito bom sai. As vezes. Mas na maioria das vezes o tempo simplesmente poda a criatividade e gera um resultado mediocre. Talvez o vídeo abaixo ajude e convencer seus clientes disso.
Ah, desculpem a ausência. Prometo voltar a alimentar o blog com mais frequência em breve.