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30 de setembro de 2011 | Por Eden | Humor

PARE TUDO AGORA. Cole isso no Tradutor do Google, coloque do INGLÊS PARA O JAPONÊS – Sim, do INGLÊS PARA O JAPONÊS – e depois clique em ouvir

じ ぎじんじぎじんじぎじん ソフォダ. ナカマチェスクラシュ. ナサラオヌクァートゥ ヌベクオヌカフ.. エウエウソスィニ スツ ル. メリョキセウマリドゥ. イスクラシュセワミグ. ヌェスクロソウンペリグ. アヴァサラドー

Sério… QUEM FOI O DESOCUPADO QUE DESCOBRIU ISSO?!?!

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19 de setembro de 2011 | Por Eden | Novas Mídias

Quem é de São Paulo e não só acompanha o blog como gosta do conteúdo de Social que  compartilho aqui – ou acompanha e gosta de meu trabalho na área – olha aí uma oportunidade: um curso sobre Mídia Social ministrado por esse que vos escreve.

Social Media tornou-se a menina dos olhos do marketing. De novidade a necessidade em menos de 10 anos. Tão logo foi adotada por grandes marcas, assumiu a capa de revistas como Veja, Época, Exame, virou matéria em horário nobre, fez termos como Orkut, Twitter, Viral, Facebook, Hashtag, Transmedia, Crowdsourcing, Story Teelling e tantos outros fazerem parte do dia-a-dia de qualquer profissional de marketing atualizado. Mas será que Social Media entrega tudo que prometem? Será que houve realmente essa quebra de paradigma na propaganda? O que mudou? O que vai mudar? O que é de fato a Social Media e do que ela é capaz? A propaganda tradicional está definhando? Que resultados esperar?

Essas e muitas outras perguntas serão respondidas durante o curso que vai apresentar um panorama sobre a nova propaganda. Conceitos, estratégias, ferramentas, canais, métricas. Informações e ensinamentos fundamentais para o entendimento desse novo momento da comunicação.

Professor – Eden Wiedemann, ou seja, EU.

Agenda

Quando: 26, 27 e 28 de setembro (19h às 22h – NOITE)

Quanto: R$390,00 – uma pechincha, sério.

LOCAL: Sede da SPdS - Rua Ministro Godói, 478 – Cj 41, Perdizes – São Paulo – SP.

Caso você seja morador de outra cidade a SPdS poderá lhe orientar quanto aos melhores hotéis para se hospedar, assim como translados e passagens. Solicite mais informações pelo email: spds.contato@gmail.com ou pelo fone (11) 8123-6867.

Bem, essa é uma oportunidade para você compartilhar do conhecimento que acumulei, acertando e errando, atendendo algumas das maiores marcas do país. O curso vai ser dinâmico e bem polêmico, claro. E aí, vai deixar passar?

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19 de setembro de 2011 | Por Eden | Novas Mídias

Mas já?! Já. Sério. Vai acabar. É, acabar. Calma, explico melhor…

Durante uma apresentação sobre Social para os novatos da F.biz, ao terminar minha divertida apresentação – sério, é divertida, pode perguntar para eles – um dos sócios, Paulo Loeb, pediu a palavra. Ele disse algo mais ou menos assim:

“A função de Eden na agência não é estruturar o departamento de Social, é fazer com que desapareça”

Alguns novatos e estagiários de minha equipe arregalaram os olhos. Como assim? Eu mal cheguei e vocês me dão uma notícia dessa? E o Loeb está certo. Social vai acabar. Social não deve ser uma departamento dentro de uma agência. Ele não pode ser um departamento. Não pode ser a pastelaria – Ei, tivemos umas idéias, executem em Social – ou uma agência dentro da agência – Ei, criamos uma campanha, criem uma e vamos depois juntar as duas. Não funciona.

Social tem que ser uma cultura. A princípio fazia sentido ter um departamento de Social afinal alguns malucos precisavam procurar entender toda aquela reviravolta na comunicação, acertar e errar, para, com esse conhecimento adquirido empiricamente, difundir esse conteúdo para todo o resto. E, como também lembrou o mestre Loeb, isso não é novo. Aconteceu com móbile e vai acontecer novamente, depois de Social, com TV interativa, por exemplo. Quando os novos canais, formatos, técnicas e tendências surgem elas devem ser absorvida pelo universo profissional. Você pode ser especializado em Social mas ainda assim será um publicitário. O planner tem que pensar Social. O criativo tem que pensar Social. O mídia tem que pensar Social. Mas, antes de tudo, eles são planners, criativos e mídias e não analistas de mídia social. Com isso é provável que as agências tenham coordenadores de Mídia Social, para dar suporte aos outros departamentos e lidar com a operação – que, acredito, será terceirizada, e diretores de convergência, inovação e demais nomes bonitos para cuidar de tais profissionais e determinar como a agência vai lidar com as novas áreas e tecnologias.

E assim, como o Loeb disse, o departamento do Social dentro de agências caminha para a extinção e eu estou fazendo a minha parte. Os planners já pensam social e usam as redes de forma muito eficiente para pesquisa. Os criativos já pensam as ações em Social. Os mídias já compreendem a diferença entre mídia digital e mídia em social. Passo a passo Social vai se tornando uma cultura comum, sem a necessidade de um ANALISTA – bah – para pensar APENAS Social.

Para ajudar nesse processo todo dia saí uma nova ferramenta para tornar essa difusão do conhecimento envolvendo o boca-a-boca 2.0 seja mais simples. Ferramentas de pesquisa e monitoramento para Planejamento e Business Inteligence, ferramentas de compra de mídia, ativação em redes sociais, acompanhamento online de propagação de mensagem. Essa semana mesmo a Boo-box lançou o Evoluxion cujo conceito é facilitar a vida de muitas agências que não querem/podem contar com um departamento de operação em Social. Ainda não conheço a fundo a ferramenta – e assim que isso acontecer eu falo mais sobre ela aqui – mas envolvendo Marcos Gomes e Edney Souza eu posso apostar que entrega o que promete.

E também tomam fôlego as agências focadas exclusivamente em ativação e monitoramento, o braço operacional da coisa toda, oferecendo serviço para grandes, médias e pequenas agências, on e off. Uma vez contratados tocam a pastelaria e cuidam da estratégia pontual deixando para quem as contrata a estratégia e planejamento macro – uma forma que vem se mostrando cada vez mais eficiente de se operar.

Pois é, amiguinho, Social está entrando em extinção, como departamento, mas como cultura de comunicação, ah, aí não tem mais volta.

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14 de setembro de 2011 | Por Eden | Música

Sim, eu sou eclético. Impressionante como cada música que realmente gostamos está profundamente ligada a nossa vida.

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9 de setembro de 2011 | Por Eden | Curioso, Design, Propaganda

Eu vivo falando da demagogia da propagada – minha palestra sobre o assunto é uma das mais divertidas. A propaganda sempre, SEMPRE MESMO, cuidou de vender imagem e, eventualmente, inverdades. Mas já que não temos uma agência como a de Crazy People – onde um publicitário vivido por Dudley Moore é internado em um hospício por criar campanhas que só dizem a verdade… e transforma o hospício em uma agência – ao menos temos Viktor Hertz, designer que resolveu reinterpretar alguns logos famosos de forma menos… hum… demagógica.













Vi no Polisense.

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5 de setembro de 2011 | Por Eden | Novas Mídias

E não pode ser qualquer capitão. Não, não mesmo. Precisamos dele, o atual grande herói do cinema brasileiro, o capitão Nascimento.

“O conceito de estratégia, em grego strateegia, em latim strategi, em francês stratégie,em inglês strategy, em alemão strategie, em italiano strategia, em espanhol estrategia…”

Reza a lenda que o valor de algo é primariamente determinado pela dificuldade de aquisição de tal item, ou seja, entre outras coisas, pela sua raridade. Estratégia em mídia social deve ser mais valiosa que o ródio ou o lítio. Aparentemente, quando tratamos de mídia social o mercado publicitário se move em ondas. Curtas, mas devastadoras.

Podemos ver publicitários e clientes vitimados pelo mesmo tipo de desinformação que durante tanto tempo os ajudou a vender todo tipo de traquitana e produto que você não precisava.

O meu é maior que o seu.

O que um dia já foi objeto de discussão e intrigas entre crianças agora está no centro de acirradas disputas corporativas e, assim como quando crianças, apenas o ego está envolvido. Marcas disputam quem tem o maior número de seguidores no Twitter ou quem tem o maior número de fãs no Facebook. Sua “estratégia” normalmente apresenta planos para ver seus canais em algumas redes sociais crescerem. Comemoram o fato daquela grande revista semanal ter indicado sua página como a maior do Brasil. Vibram por terem ultrapassado o número de fãs do concorrente. Circulam e-mail comemorando terem atingido seus 100 mil fãs. E eu lhes pergunto: e daí?

Veja bem, não estou diminuindo a importância de ter grandes redes de fãs ou afins. Lógico que um canal de comunicação aberto com 10 mil é muito valioso. Com 100.000 ou 1.000.000, então… Mas, amigos, imaginem que uma marca convide 100.000 pessoas a comparecer a um estádio em determinado dia. Usam promoções, mídia e o escambau. Lotam o estádio. Comemoram. Vibram. 100.000 estão lá, ansiosos pelo o que está por vir e… nada. É, nada. É isso. Que diferença faz você ter 1.000.000 de fãs se você não faz a menor idéia do que fazer com eles?! Está errado ver todas essas conexões que foram feitas como apenas mais um número para constar em um relatório e provar que seu investimento em mídia e promoções foi eficiente. Isso é APENAS parte do processo. Ele vai muito além disso. É exatamente por isso que a estratégia e o planejamento se fazem tão necessários, é exatamente por isso que é tão importante pensar a médio e longo prazo. É exatamente por isso que precisamos pensar na plataforma perene de uma marca nos meios digitais.

É impressionante como algo tão revolucionário como os canais de comunicação abertos pelas redes sociais torne-se apenas indicativos de “sucesso” numérico. A Fanpage do Guaraná Antártica chegou a 1.000.000 de fãs. Viva! Viva o quê? Me apontem qualidades reais na Fanpage deles, por favor. Ah, Eden, tem posts com 5 mil likes. É? Analise outras grandes páginas – grande em engajamento – e verá que, mesmo com a curva de distorção causada pelo forte investimento em mídia, o engajamento da página do Guaraná é PEQUENO. E ainda estamos falando de um engajamento causado por call to actions orkuticos com joguinhos bobos.


O próprio Facebook se preocupa com essa corrida por números. Tanto que ele proíbe o uso de likes para estimular/ativar promos (sim, eu sei do problema com a abertura em juízo de seus bancos de dados). O cerne da questão é que o like foi criado pra ser um mecanismo de validação de algo que você curte de verdade, assim como você se tornaria fã de marcas e páginas que tivessem realmente relação com você. O risco da banalização do like está na criação de “like badges” – onde o usuário não tem a menor intenção de interagir com ela e quer apenas mostrar um vinculo – ou likes sem valor, estimulados pelo interesse em ganhar um prêmio. Isso destrói a relevância do like, mandando-o por água abaixo.

Temos muito o que trilhar em matéria de métricas. A verdade é que boa parte das métricas são apenas indicativos de variáveis que, uma vez inseridas em uma fórmula maior, podem nos apresentar um cenário. Sem conhecer a fórmula não há cenário. E mesmo o cenário não adianta de nada se você não sabe avaliá-lo. Essa “corrida do ouro” das mídias sociais é ridícula e danosa ao conceito maior que envolve um dos principais agentes causadores da evolução da comunicação – e não sou eu que aponta essa responsabilidade, é o nosso amado Kotler.

Mas, amigos, não me vejam como um completo romântico em uma batalha quixotesca contra o monstro coorporativo. Não, não sou. Eu entendo perfeitamente a importância de mídia para incrementar a base (nesse sentido acho fantástico o resultado do Guaraná, por exemplo), realizando enxertos de novos fãs; de promos, ativando estes novos fãs e fazendo-os interagir com a página; e do conteúdo que, sendo de qualidade, pode manter os fãs ativos fazendo uma entrega real para a marca. ENTREGA REAL PARA A MARCA. Percebe? Seu cliente pode precisar passar a fan page do concorrente para que sua cabeça não role. Ele pode querer entrar nessa “corrida do ouro”. O que ele não deve – e você tem de orientá-lo para isso – é achar que só isso importa e não pensar em médio e longo prazo, dando o real valor e pesando os riscos de um canal de comunicação com este tamanho. Cabe a você, sendo profissional da área, instruir seu cliente para que ele compreenda que o universo de Social é bem maior que o relatório de fim de ano do departamento de marketing… ou vai terminar sendo responsável por financiar essa merda. Né, Nascimento?

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1 de setembro de 2011 | Por Eden | Cozinha

“Todo mundo sabe que nerd não vive sem café”. Ouvi isso hoje e pensei “Puta merda, eu sou nerd e nem gosto tanto de café assim…”.

Mas nessa semana São Paulo tá tão fria, mas tão fria, que mesmo eu que nem sou muito chegado, fui vencido pela vontade de tomar um café bem forte.

Como o final de semana já tá aí, nada mais digno que acrescentar algo alcóolico e fazer um drink foda pra batizar o café. \o/

CAIPIRINHA DE CAFÉ

Para preparar
- 50ml de Cachaça (eu usei Sagatiba)
- 1 colher de café de café coado para dar um toque
- lichias
- açúcar de baunilha
- gelo a vontade

Em uma coqueteleira, misture os ingredientes, macere suavemetne a fruta e mexa bem. Para servir, coloque grãos de café que fica bonito.

O que vocês acham de ter uma sugestão de drink toda semana aqui no blog? Respondam nos comentários.

Adendo: esse drink vai em homenagem a Nanda, viciada oficial em café (de qualidade, que fique claro!) e a Brisa, viciada oficial em qualquer tipo de bebida alcóolica (independente da qualidade… que essa menina é sem filtro!).

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1 de setembro de 2011 | Por Eden | Uncategorized


Vi no Sedentário.

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