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29 de julho de 2011 | Por Eden | Propaganda

Assistam este vídeo publicado pelo Dudu, do Papo de Gordo, em nosso grupo de discussão sobre mídia social no Facebook.

Lá a discussão está em o quanto a briga está rasteira, o quanto é válido “baixar o nível” assim. Aqui o CONAR já teria derrubado mas… fica a pergunta: se for verdade qual o mal em revelar algo que pode estar passando despercebido do grande público? Vejam bem, não estou levantando bandeira contra um ou outro. Uso Gmail e não pretendo deixar de usar. O importante é validar o quanto este tipo de “falha ética” na propaganda é construtiva para a marca e para o target.

O que acham? Certo? Errado? Pegaram pesado? É isso aí mesmo?

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26 de julho de 2011 | Por Eden | Novas Mídias, Opinião, Propaganda

Uma das coisas que me incomoda muito é a visão que as pessoas tem do AGORA em mídia sociais. Os resultados tem que ser pra hoje, o que interessa é o momento, o TT, o buzz, o que se fala neste momento afinal não dá pra saber o que vem depois e temos que surfar a onda. Temos que ter performance. Temos que ter um ROI explicitamente positivo. Temos que entregar um relatório amanha. Temos que ERRAR.

Sim, errar. Não que mídia social não seja feita TAMBÉM de eventos pontuais e oportunidades. Até é, como a propaganda no geral. Mas, amigos, é um ERRO acreditar que a mídia social existe para apresentar resultados a curto prazo. Pense a longo prazo. Pense em anos. Esqueça o ROI, pense em IOR (Intent Of Return).

Ah, Eden, anos? Em anos o Twitter não estará aí. O Facebook não estará aí. Talvez a internet não esteja aí e estejamos todos interligados por uma “rede neural”. É, verdade. Mas sua marca estará aí? Sim? O consumidor estará aí? Sim? SIM! Não interessam os meios, não interessam os canais, não interessam as redes. A mídia social existe antes delas. A mídia social sempre existiu. E SEMPRE vai existir. E quanto mais interligados e conectados estejamos mais esse boca-a-boca digital será poderoso.

Eu tenho um filho. Um rapazinho, na verdade um jovem ogro, de 13 anos. Um guri que, como muitos da geração dele, está conectado O TEMPO TODO. Você não vai conseguir impactá-lo na TV, ele não assiste, vê seus programas preferidos no Youtube e quando a TV está ligada aproveita o comercial para entrar no Orkut -- que ele usa, é, o Orkut não morreu. Ele não ouve rádio, suas músicas estão também na rede. Ele não lê revistas, acha o conteúdo na web. Jornal impresso? É aquilo que se usa pra limpar o cocô do gato? Ah, Eden, ele não serve de referência, você está falando de uma criança apenas. Será? Ok, ele é um tanto que alienado, verdade… mas é impossível negar que isso está acontecendo. E não me venham falar em classe média alta. Quanto tempo falta para que toda criança tenha acesso a web como nossa classe média tem? Uma decada? Será que isso é muito tempo?

Ah, mas são crianças… Sim, são. São crianças que vão se tornar consumidores em breve. São crianças que logo vão pautar o consumo de muita coisa em casa (afinal quantos pais não questionam os filhos sobre qual seria o melhor computador, telefone ou TV a se comprar?). São crianças que estão começando a enriquecer cada vez mais jovens (que tal observar os donos do Google, Facebook, Peixe Urbano, Buscapé etc). São uma nova geração -- o que será que virá depois da Y?

Esse vídeo abaixo, compartilhado pela bela Passarelli, exprime bem meu sentimento.

O vídeo tem legendas do youtube, basta ativar.

É isso. Será que sua marca vai deixar de trabalhar todo esse universo só quando não houver alternativa? O que quero deixar claro é: pense em evangelizar seu target antes mesmo dele se tornar seu target, afinal, quando for seu target também será de seu concorrente. É uma universidade? Porque esperar para falar com estudantes APENAS quando eles vão fazer vestibular? Porque não falar com eles bem antes, evangelizá-los, fazer com que se identifiquem com algo mais que promessas de carreiras e mensalidades? É uma incorporadora? Que tal pensar em desenvolver no público o desejo real de ter seu apartamento antes mesmo deles pensarem nisso? Que tal pensar a longo prazo?! Uma boa estratégia de Social deveria, em tese, contemplar esse futuro!

O recado está ali no vídeo… melhorar a qualidade de seu jogo pensando na frente. É como montar um excelente time de base e descobrir craques em casa. Imagina um processo de urbanização do marketing, pense como sua “cidade” será no futuro e a desenhe para isso. É isso ou viver de arrumadinho, puxadinhos e ações tapa-buraco. É pensar o futuro ou apenas sobreviver a ele. É fazer propaganda… ou fazer história.

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22 de julho de 2011 | Por Eden | Curioso, Vídeos

Vez ou outra cai um pedido de casamento diferente na web. Na verdade está acontecendo com tanta frequência que já estão falando em modinha. Modinha? Sempre existiram pedidos únicos e fantásticos a questão é que agora eles caem no youtube. Vejam só esse… que legal.

Fosse ela até aceitaria mas não sem antes acertar um belo chute no saco do infeliz.

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22 de julho de 2011 | Por Eden | Bizarro

Assustador esse negócio…

Agora é pegar seus amigos e descontar a piadinha. Kibado do Samurai LOL.

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22 de julho de 2011 | Por Eden | Cozinha

Como vocês bem sabem eu adoro cozinhar. Cozinho de tudo, o que der na cabeça, mas tenho um carinho especial por massas e molhos vermelhos. O que isso significa? Significa que se você compartilhar da minha mesa com frequência logo irá encher o saco. Logo, para  mudar essa imagem, criei um molho novo mixando alguns indredientes em uma base similar a do molho branco… e, aviso, ficou IMORAL.

Espaguete à moda Ogra.


O nome foi em homenagem ao meu ogrinho que bateu dois pratos cheios da iguaria, não precisam se assustar. Vamos aos ingredientes?

2/3 de um pacote de espaguete (porção pra 3)
200g de bacon cortado em cubinhos
Uma cebola média
350 ml de leite
3 colheres de sopa de manteiga
1 lata de creme de leite (sem o soro)
3/4 de um copo de requeijão
Um punhado (mão cheia) de parmesão ralado (não em pó)
Uma colher de sopa (rasa) de salsa desidratada
Um cubo de caldo de bacon
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto

Modo de preparo

Frite o bacon na própria gordura até ele ficar sequinho. Reserve. Coloque o espaguete no fogo (depois da água esquentar, lógico).

Bata no liquidificador a cebola e o leite. Leve a uma panela com a manteiga, espere a manteiga dissolver. Adicione então o requeijão e o parmesão (lembre, ralado!!!). Mexa até ficar uniforme. Agora adicione o creme de leite, o cubo de caldo de bacon e a salsa. Deixe cozinhar por uns 5 minutos. Ele deve estar espesso, se experimentar já estará saboroso. Acrescente a pimenta, o bacon frito e o sal (cuidado, o cubo de bacon e o parmesão são salgados). Deixe mais um minuto no fogo e pronto, está pronto pra servir.

Verifique se o espaguete está ao dente – cozido mas oferecendo uma leve resitência à mordida. Tire do fogo, escorra e passe sob a água da torneira para interromper o cozimento. Coloque de volta na panela, acrescente o molho, misture bem e pronto, é só colocar em uma travessa e servir.

Ainda vale mais parmesão ralado por cima e uma folha de manjericão ou salsa pra decorar. Fica delicioso, pode acreditar.

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11 de julho de 2011 | Por Eden | Opinião

Eu já comentei aqui que tenho vontade de ser pai novamente. Sinto saudades de ter aquela coisinha pequena, bonita e “frágil” precisando de meu carinho e cuidado. Tenho saudade de ver o aprendizado diário – meu e dele, ser surpreendido com gestos e palavras que não esperava. Tenho saudade de estar ali, presente, quando ele se sentir inseguro. De estar ali, presente, quando ele se sentir vitorioso. De comemorar junto. De chorar junto. De sorrir junto.

Sinto saudade da primeira corrida. Do primeiro papai. Do primeiro banho de mar. Do primeiro Natal. Do primeiro milk shake (sim, é um momento marcante). Tenho saudade…

O ogrinho já está com 13 anos. São 1,65m de pura massa. Independente – quando quer, genioso, cheio de vontades, de sonhos, de planos (mesmo que a curto prazo). Olhar pra ele sempre me deu mais saudade do ficou pra trás. Ele precisa de mim para pagar as contas e TENTAR dar um certo direcionamento. Em um determinado momento me sinto menos… pai. É verdade, paternidade é como vídeo game, cada fase que passa fica mais difícil… e ainda assim é meio viciante. Mas parece que quanto mais difícil menos nos “divertimos” e mais nos estressamos.

Juntou a saudade. A saudade de ser pai com a saudade do Ogrinho. Vazio. Aí ele chega – sim, ele está morando comigo. Eu estava meio ansioso. Será que seria como dividir um apartamento com um amigo? O quanto pai e quanto amigo eu deveria ser? Além disso tudo ainda tinha todo o receio quanto as mudanças. Uma nova casa, nova rotina, nova escola, novos amigos. “Ei, champs, cheguei!”. Ele chegou. Minha casa de silenciosa e vazia passou a ser preenchida com vida novamente. Som de anime nas alturas. Pisadas do gigante de João e o pé de feijão nas escadas. O gato fugindo desesperado durante a noite. Comida sumindo na geladeira durante a madrugada. Vida.

E, na primeira noite, minhas dúvidas foram esclarecidas da forma que um pai compreende bem. Durante a madrugada minha porta abriu. Junto com a luz um rostinho redondo surgiu, molhado de lágrimas. “Pai, estou tendo pesadelos”. Junto com angústia de ver meu filho chorando veio a certeza de que ainda há muito trabalho pela frente. Eu ainda sou pai. E um bom pai. Peguei ele pela mão e me deitei na cama dele. Logo ele se enroscou em mim – sim, o “pequeno” troglodita enroscado – e adormeceu. Foram duas horas ali, imóvel. Sentindo o peso do Ogrinho sobre o braço. Ouvindo seu ronco cadenciado. E feliz. Ainda existem muitas fases pela frente e pretendo jogar todas… mesmo que outro jogo venha por aí.

Seja bem vindo, ogrinho. Minha vida é muito mais vida com você por perto.

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4 de julho de 2011 | Por Eden | Vídeos

Eu sempre esperei ver filmes baseados em três desenhos animados: Thundercats, Caverna do Dragão e Galaxy Rangers. Nunca os vi e acho que nem os verei (mas vi aquela coisa nojenta baseada em He-Man). Ok, não vai rolar. E que tal desenhos novos? Mais uma vez He-man (que ficou meia boca). O que será que as pessoas vêem naquele clone bombado de Pablo, do Qual é a música?

Mas nem tudo é ruim assim. Quando anunciaram o novo desenho dos Thundercats eu disse OBA… aí lembrei do novo do He-man e o tesão passou. Porém parece que meu medo era infundado. Apesar de não curtir muito esse traço mangá o que eu pude ver da trama nesse vídeo me deixou bem feliz.

Lion-O, um princípe. Tigra seu irmão -- e bem competitivo. Cheetara uma misteriosa “guarda-costas”. Os filhotes pungistas de rua. E, melhor de tudo, SNARF MUDO!!!!! Curti.

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4 de julho de 2011 | Por Eden | Curioso, Opinião, Vídeos

Ainda no clima do último post a propaganda da Coca pegou também nosso amigo Ivo Neuman, do Treta Corp. Ficou show.

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1 de julho de 2011 | Por Eden | Propaganda, Vídeos

Como saber se sua campanha foi um sucesso? Eu podia desfiar um zilhão de métricas aqui, todas técnicas, cheias de números complexos e palavrinhas escrotas. Podia, não vou. Vou apelar para algo mais simples e até mesmo verdadeiro. Você pode medir o sucesso de uma campanha pelo número de sátiras sobre a mesma. Hein?! Sim. Se a sátira não subverte o conceito e sim o propaga, bingo, sua campanha acertou. Exemplo? Fácil. Coca-cola.

O vídeo me ganhou na trilha. Não por ser Oasis, mas pelo coro de crianças. Mas apesar de foda ele é APENAS um detalhe. O texto está fantástico. A edição primorosa. O resultado final é um material que encaixa com perfeição no conceito que a Coca defende desde 2008 (se não me engano). Das campanhas da Coca envolvendo Felicidade nenhum fez tanto sucesso quanto essa. Nenhuma se replicou assim, nenhuma gerou tantas sátiras, ops, homenagens.

A melhor delas sem dúvida foi essa do Clube do Futuro. Genial.

Mas existem outras, muitas outras. Todas propagando o conceito de que para cada coisa ruim existem milhares de coisas boas. Lógico, algumas sacanas, como não podia deixar de ser. Vejam só essa:

Ou essa:

Existem centenas de resultados para “paródia Coca-cola”, a maioria levando a frente, de forma divertida, o conceito da marca. Mas, claro, como não podia deixar de ser, existe muita gente que subverte a mensagem, pega carona no buzz, e protesta, critica ou simplesmente trola. Coisas assim:

Aí vem o segundo tempo do post. As marcas vivem com medo de “perder o controle”. “Ah, e se sacanearem minha campanha? Existe um plano pra impedir?”. Não, não existe. No momento que o conteúdo cai na rede ele deixa de ser seu e passa a ser da rede. Uma vez lá, já era o controle. Se uma lovable mark como Coca-cola, como uma campanha completamente meiga e boa praça, é trolada -- e homenageada, imagine a SUA! Não há controle, assim como não há colher!

E como agir? Estamos falando de uma rede social, de uma dinâmica social. Como agir se alguém lhe coloca um apelido? Ou melhor, como não agir? Pois é. Não se levar a sério demais, entrar na brincadeira, levar de boa, ser boa praça, enfim, ser social. O que importa é que se você fizer uma campanha muito boa, assim como a da Coca, as troladas não subvertem o conceito. Cada vídeo desse que eu vejo, e acredito que você também, eu lembro da… Coca-cola. Bingo.

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