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3 de março de 2011 | Por Eden | Humor, Novas Mídias

O pior é que bem que poderia ser verdade… clique pra ver maior.

Via Bobagento.

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3 de março de 2011 | Por Eden | Bizarro, Humor, Vídeos

Título óbvio, você pode dizer, mas, poxa, não dava pra não usar.

No primeiro “vai morrer” eu já estava me acabando de rir.

Vi no Sedentário

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2 de março de 2011 | Por Eden | Humor, Vídeos

Você não gosta de Stand-up? Ok, eu te entendo, mas dê uma chance a esse cara.

Ri no Haznos.

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2 de março de 2011 | Por Eden | Humor, Propaganda, Vídeos

Não, eu não vou analisar a campanha da Devassa com a Sandy, isso o Luiz Filipe já fez bem demais no POST DELE (não deixem de ler) e eu teria pouco a acrescentar. Se quiser ler algo sério vão lá. Eu vou apenas publicar um vídeo da Carol, essa guria de voz linda, que canta como poucos, que trolou deliciosamente a campanha. Gênia!

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2 de março de 2011 | Por Eden | Pessoal

Vocês precisavam me ver. Acho que ririam. Ou teriam pena, quem sabe. Um pouco dos dois afinal acredito que estava engraçado com o olhar perdido, estático, em frente a um computador… mas no semblante a tristeza. É fácil me perceber triste. Eu sou tranqüilo, brincalhão, hiperativo. O simples fato de estar quieto e calado já denota que há algo errado. E há.

Na frente do computador tento fazer algo que funciona muito bem pra mim, dividir o que sinto com a telinha, fazendo meus medos, anseios e desejos tomarem forma nesse emaranhado de bits. Meu jeito de desabafar. Então eu sento na frente do computador e… e nada. O olhar perdido no horizonte. Vazio. Nada. Eu sei o que sinto e não consigo achar palavras. Pena dos poetas. Enquanto eles lutam pra descrever o amor e a dor eu, coitado, mal consigo descrever a saudade.

Poxa, Manolo, você está meio emo, champs. Seria assim que o alvo de minha saudade me abordaria se lesse isso aqui. Isso se eu conseguisse fazer ele tirar o fone do ouvido e simplesmente falar comigo. Seria fácil esperar até a fome bater, aí sim seria certeza dele vir me abordar. Mas não é algo fácil de explicar o porque de não fazer diferença ele parar ou não para me dar atenção. Não preciso que ele dedique atenção especial a mim. Não preciso que me beije, me abrace, diga que me ama. Nada disso. Eu sei o que ele sente por mim e isso me basta. O que preciso é dele por perto. O que preciso é ouvir aquela risada gostosa vindo do quarto ao lado. Preciso saber que ele está ali. Preciso, quando a saudade apertar – e aperta com freqüência – poder ir até ele e admirar o jeito como sorri ou como se concentra no jogo. Preciso, enquanto o observo e sinto meu coração aquecer, imaginar como seria bem vê-lo concentrado daquela forma nos estudos. Preciso, acreditem ou não, ter vontade de dar um sacode nele por ter descido pra andar de skate usando aquela minha camisa que adoro. Preciso poder abrir a porta do quarto devagarzinho e poder observar aquela enorme figura adormecida que um dia, que parece ter sido ontem, carreguei no colo. Preciso apenas poder abraçar a minha beluga, lhe dar um beijo estalado no pescoço grudento e dizer que o amo. Isso me basta. Queria poder fazê-los entender… mas seria impossível. Nunca teria o dom de transmitir o que sinto com palavras. Nunca.

Minha conquistas não significam nada se não posso dividir com aqueles que amo. Não vejo a hora de tê-los ao meu lado. Me adaptar a São Paulo, a nova rotina, a nova vida… isso está sendo fácil. Sem dúvida nada mais duro de superar que a distância que me separa de meu melhor amigo.

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