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7 de fevereiro de 2011 | Por Eden | Pessoal

É, amigos, algumas coisas não mudam. Uma delas é o meu gosto por trocadilhos infames – e nerds – como o que eu fiz no post. Mas tem coisas que mudam, eu, por exemplo, mudei para São Paulo. Ok, parei, parei.

É, hoje fazem 35 dias que estou longe de meu povo e de minha cidade – eu sei, são 35, mas quando escrevi eram 30 e não queria perder o trocadilho. E aí, Eden, o que você está achando de São Paulo? Não sei. Não vivi São Paulo estes dias. Foram 35 dias RESPIRANDO trabalho, dormindo em sofás, amargando uma saudade IMENSA de meu filho, minha mãe, minha vó, minhas irmãs, meus amigos. E não, não estou reclamando. Estou apenas constatando algumas coisas que resultaram de minha mudança.

Mas se não posso falar de São Paulo de que afinal posso falar? Bem, de muita coisa, é verdade, mas da maioria delas vou falar em um novo blog que pretendo botar no ar em breve. E não vou contar nada? Claro que vou, amigos, não sou tão malvado assim!

Muitos de vocês devem estar se perguntando se valeu a pena a troca de ares, trocar a Dani pela F.biz. É uma pergunta capciosa… O que posso dizer é que fui SUPER bem recebido na F.biz. Os chefes, os sócios, depositaram uma tremenda confiança nos ombros de um recém chegado e na primeira semana eu já tinha mais horas de reunião que quenga tem de cama. Boa parte dos quase 200 funcionários já são “manos”, acho que já troquei ideia com 75% deles. Logicamente fiz minha parte, fiz contrabando de 7kg de bolo de rolo com o qual comprei a atenção dos colegas de trabalho – mas não sem antes avisar que quem chamasse o bolo de rolo de rocambole ficaria sem comer.

A agência é realmente fantástica. O clima de trabalho beira o utópico, os gestores acreditam e apostam nas ideias das equipes, todos se falam, o ambiente é muito bom. Não demorou pra detectar as figuraças da agência como a Lisi,  a bela e genial diretora de criação que distribui apelidos singelos a sua equipe, apelidos como bombozinho, brigadeirão e peludinho. O Roque, “traficante” que vende doces na agência. Ok, você pode ter me entendido mal, quando falo de doce é doce MESMO. Pães de mel, cones de chocolates e trufas. A figura usa um moicano colorido e no Karaoke canta músicas como Sexual Healing e afins – vale salientar que ele é citado em todo e-mail de despedida de funcionários da agência. Temos ainda a Celinha, a super mídia, tão curta e grossa que podia facilmente ser conterrânea. Camila, nossa mega atendimento – pra não chamar de VP, cujos olhos brilham ao ouvir boas ideias. Tati, a carioca BIXCOITO, Nanda, a baixinha apaixonada por… futebol, Mari, a mocinha com olhos AMARELOS, Luiz Felipe, o planner ninja, Vinni, o viciado em Lipton e muitos outros. Eu, logicamente, podia passar horas falando de todos eles. Quem sabe não o faça em outro post? O risco é ficar apenas falando bem e me chamarem de baba-ovos.

A verdade é que estou trabalhando muito não apenas porque a demanda está grande – a F.biz não para de crescer – mas porque estou mergulhando tanto no trabalho que mal vejo a hora passar. Bom sinal, né? Tem MUITA gente que ainda não vi em SP (desculpem amigos, prometo consertar isso em breve), muita coisa ainda pra fazer – inclusive me instalar direitinho em minha casa que está precisando de muita coisa. Ainda preciso descobrir lugares legais para comer – as meninas só querem me arrastar pra comer salada e estou começando a achar que isso é uma indireta por conta de minha barriga. Uma nova e excitante rotina, em uma vida profissional que promete muita coisa interessante.

As coisas que vou descobrindo, por menores que sejam, vou guardando para dividir assim que puder com meu Ogrinho – que saudade do guri – e todas as outras que mesmo ausente estão sempre comigo.

E termino agradecendo a Roberto Grosman, pela convocação e confiança, a todos na agência não só pela recepção como por me darem espaço e acreditarem nas minhas loucuras e a Flávia Romani, que foi meu anjo da guarda quando mais precisei. E vamos que vamos.

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6 de fevereiro de 2011 | Por Eden | Propaganda

Não, eu não estou falando da pessoa que da o rumo a propaganda, não estou falando daqueles que seguram o timão e nos conduzem as águas calmas. Esses capitães de que falo não são visionários, ousados ou sequer inteligentes para tanto. Os chamo de capitães por outro motivo.

Vocês, caros leitores não iniciados – porque estou certo que os publicitários e afins conhecem esses dados – sabem que, segundo o M.I.T. apenas 14% das pessoas acreditam em propaganda. Ah, Eden, mas isso é nos EUA, aqui no Brasil é diferente.

“O brasileiro é receptivo à propaganda. É o que constata a pesquisa “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda”, realizada pelo IBOPE Inteligência para a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP). O estudo aponta que 87% do entrevistados revelam gostar da publicidade e 67% consideram que ela tem um importante papel em suas vidas.”

Hum… IBOPE para a ABAP. I rest my case, champs.

Em que mais você acredita? Que vai derrubar o Sarney pelo Twitter?

A verdade é que a propaganda está SIM perdendo credibilidade. E a culpa é apenas sua, publicitário. É, me inclua fora dessa. A carapuça não me serve. Eu venho pregando a necessidade de uma mudança na propaganda já tem bastante tempo. Já é tempo das marcas, e agências, perceberem que a era da propaganda demagógica ficou pra trás. Em minhas palestras abordar esse assunto traz a tona gostosas risadas da platéia, indiferente de sua composição. Eu simplesmente dou voz a algo que muitos deles já perceberam: é rídiculo querer nos fazer crer – eu sei, não sou o target – que Xuxa usa Monange, que Budchen anda de Gol, que Ivete bebe Nova Schin, Angelica usa Niely, Claudia Raia compra nas Pernambucanas, Maria Fernanda Cândido usando Óleo de Amêndoas Paixão, Fergie e Isabelli Fontana usando C&A, Justus com sua conta no Bradesco, Suzana Vieira usando Corega… hum… não, essa vale.

Será que vale a pena? Será que vale a pena acreditar que Ivete, que faz propaganda de 500 produtos ao mesmo tempo, vai ajudar a vender mais simplesmente por ser… Ivete? Nas palavras de nosso Planner Ninja, o Luiz Felipe Barros, não.

“Pesquisas já comprovaram que celebridades não dão retorno na venda de produtos http://bit.ly/gXTmbF

Nos EUA e na Europa isso está gerando uma revolução no mercado. Celebridades estão baixando o valor de seus cachês e a procura por elas diminuiu drasticamente.

No Brasil, a grande maioria dos anunciantes, por falta de atualização de seus profissionais e crenças sem fundamentos, continuam apegados a esse vício – como a Nova Schin.”

Assino em baixo. Sigam o cara no Twitter, vão por mim.

A propaganda tradicional, velha de guerra, é demagogica. SIMPLES. O anunciante acredita que se está PAGANDO por espaço esse espaço TEM que falar bem de seu produto. Indendente de ser verdade ou não. Aí ficamos sabendo que toda calça jeans lhe deixa com a bunda empinada, todo café é mais fresco, todo carro é primeiro lugar da categoria, todo shampoo deixa seu cabelo mais liso, toda pasta de dente deixa seus dentes mais brancos e é indicada por seus dentistas, toda rádio é primeiro lugar no Ibope. Vale a lei da meia verdade. Minha rádio é primeiro lugar no Ibobe das 22 as 23h, entre homens de classe C de 35 a 45 anos. Pronto, posso alardear que é primeiro lugar. Não interessa o quanto o seu absorvente seja bom não vai lhe fazer MAIS feliz nem atraente por o estar usando! MENTIRAS E MEIAS VERDADES. Mais uma vez, fumaça e espelhos. É preguiça demais das agências, é tacanhez demais dos clientes, não acham?

Uma das melhores campanhas no ar vai justamente contra isso: PEPSI. Você pode até não gostar da Pepsi mas tem que dar o braço a torcer, a campanha do “Pode ser?” foi genial justamente por fugir desse conceito batido da demagogia. Eles assumiram algo que TODOS sabemos, que a imensa maioria só toma Pepsi se não tiver Coca. A ideia é converter aqueles que pedem guaraná, genial! Uma ideia digna do personagem de Dudley Moore no filme Crazy People – que devia ser OBRIGATÓRIO para todo publicitário.

Apostar, ou melhor, continuar apostando na ignorância do consumidor é um erro. Saber que sua propaganda na TV impacta apenas 18% dos espectadores e que desses apenas 14% dão credito a ela transforma qualquer R.O.I. em piada de mau gosto.

É por essas e outras que a mídia social ganha corpo. Em quem acreditar se as marcas só falam bem de si mesmas? Uma breve pesquisa nas ferramentas do Google vai lhes provar que as pessoas se dirigem cada vez menos, por busca, para os sites oficiais de grandes marcas. A opinião que vale é aquela em que se pode confiar. Então saimos dos 14% da propaganda velha, demagogica, e vamos para os 90% da opinião dos amigos nas redes sociais ou os 70% da opinão de terceiros nas redes sociais. É preciso pensar em elevar o produto não apenas pelas qualidades que queremos, por meio de meias verdades – e completas mentiras – impor, mas pelo conceito que o envolve, por suas reais qualidades diante do target, de valores diversos que até podem abordar status e outras variaveis psicologicas… mas fazendo isso de forma inteligente. E, amigos, se apegar a velhas fórmulas não é lá muito inteligente.

Então é preciso ser ousado e criativo ou terminar como os capitães da propaganda, como a turma que criou a campanha da Nova Schin, que prefere afundar com o navio a abandoná-lo.

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4 de fevereiro de 2011 | Por Eden | Propaganda

Tudo começou há muito tempo atrás, em um lugar muito, muito distante… ops… nada disso. Tudo começou hoje, aqui mesmo, com um simples post onde eu dava minha opinião sobre o fato de que  não gosto da campanha da Nova Schin. Nada demais, uma opinião pessoal acompanha de um vídeo do que considero boa propaganda.

Provavelmente esse post daria umas 1000 visitas e ficaria por isso mesmo. Interessante, mas nada demais.

Mas logo alguém comenta, me atacando, atacando os leitores, dizendo que o blog não é sério e que eu não entendo nada de propaganda. Em seguida novos ataques, dessa vez questionando quem seria eu para falar da campanha, tentando me humilhar por eu “trabalhar” na Dani Mirella. Não foi difícil identificar que todos os ataques vinham do mesmo IP: 201.85.18.82

Achei a princípio que se tratava da mesma pessoa, o mesmo idiota, se passando por várias pessoas por ser um covarde. Mas, bom, podia ser um IP corporativo. Pedi uma ajuda e BINGO.

CLIQUEM PRA AUMENTAR.

O IP direciona para a http://www.eurorscgbrasil.com/. Olhem só a página principal.

Pois é, amigos, os comentários atacando todo mundo que não gostou da campanha da Nova Schin vem de dentro da agência que ATENDE a Nova Schin. Eu, sinceramente, prefiro acreditar que trata-se apenas de um funcionário idiota mas, aqui pra nós, fica feio, hein? Não saber ouvir uma crítica é um GRANDE defeito. Atacar quem critica de forma anônima e com força desproporcional é ridículo.

O mais divertido é que um post que podia ter apenas 1.000 views já vai em mais de 3000 e tem MUITAS chances de estimular um belo debate. Feio pra ele, que conseguiu fazer uma campanha negativa para a agência e, por tabela, fazer um post criticando a campanha muito mais visível. Boa, champs. Um babaca desmascarado. E um babaca insistente.

UPDATE

O que aprender com isso? É que mesmo uma grande agência, uma empresa séria, as vezes fica a mercê daqueles que “falam por ela”. É preciso ter um cuidado constante com esse tipo coisa. Acredito que a agência, como instituição JAMAIS se preocuparia com uma critica assim, afinal eles estão acompanhando o resultado e não se tornaram uma MEGA agência a toa. É uma pena que um funcionário consiga gerar tanto buzz negativo de forma tão irresponsável. Não acho que seja o caso da agência se retratar, afinal ela não tem nada com isso. Mas acredito que o responsável deveria sim levar uma BELA de uma chamada. É realmente um aprendizado de como não agir nesses casos…

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4 de fevereiro de 2011 | Por Eden | Opinião

O uísque é o melhor amigo do homem. É o cachorro engarrafado. Sábia frase do Poetinha. Mas eu prefiro sair pra passear com meu cachorro do que com a garrafa de uísque sob o braço. Só quem tem um bichinho, e o ama de fato, sabe a importância que eles conquistam em nossa vida. Importância essa muito bem descrita nessa imagem abaixo.

Bah, fique com os olhos marejados. Vi no Sedentário.

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4 de fevereiro de 2011 | Por Eden | Novas Mídias

A linda Joyce Soares me mostrou a imagem com que ilustro este post. Bingo. Essa imagem não só representa algo que costumo defender em meus cursos e palestras como transmite com perfeição uma informação que ainda não é exatamente clara para grande maioria dos profissionais e targets desse universo de mídias sociais. Sim, esse sou eu cagando regra novamente.

Não faz muito tempo e eu e o Luiz Felipe, o planner ninja que trabalha comigo na F.biz, falávamos sobre o mesmo assunto: o que é exatamente mídia social. Felipe defendia, ilustrando com experiências pessoais, que mídia social está no relacionamento das marcas e instituições com pessoas, escutando-as, atendendo-as, dialogando, gerando sentimento positivo. Falávamos sobre como estão erradas as pessoas que acham que mídia social é promo, publi e game. Não é. E, amigos, tendo em mente que as pessoas usam as redes sociais para falar com PESSOAS e não com marcas e instituições é que entendemos o quanto essa tal dessa mídia social é difícil de ser posta em prática. É preciso muito mais que um estagiário num Twitter.

Esse anúncio vende outro lado da mídia social. Ela deve ser mais social e menos mídia. Eu costumo dizer que mídia social é o boca-a-boca 2.0. Simplesmente pegamos algo que existia a muito tempo atrás e amplificamos MUITO com o uso da internet. Mas não é apenas isso. Não é apenas o que eu afirmo, não é apenas o que o Felipe afirma. É mais. E menos. Mais do que falamos, menos complicado do que você possa imaginar.

Não é a toa que dizem que o Twitter parece uma mesa de bar, que o Orkut parece um clube de subúrbio ou que o Facebook parece aquele shopping badalado. É isso mesmo. São lugares onde as pessoas se encontram pra trocar experiências, conversar, se mostrar, paquerar, se fazer notar ou simplesmente observar os outros. Eles estão ali para um momento de LAZER – a IMENSA MAIORIA. Nisso a Heineken acertou. Para uma marca ter uma boa presença nas redes sociais, para fazer um bom uso das mídias sociais, ela deve ser menos mídia e mais social. Ela deve fazer parte daquilo ali naturalmente, deve proporcionar algo de mais, de bom, de positivo. Exatamente como a Heineken faz em um bar. Ela participa de um momento de lazer de seus consumidores – ok, eu entendo, essa é a finalidade dela mas isso não invalida a análise.

Não estou diminuindo o valor de publis, promos e games. Eles são importantes. Eles fazem parte do jogo. Mas não dá pra achar que investindo só neles você irá obter um bom resultado. Não vai. O resultado pode ser awareness mas ainda assim é efêmero.  É preciso humanizar as marcas, torná-las menos frias, mais participativas – mas sem serem invasivas – é preciso brincar. Afinal, todos sabemos, peru de fora não entra.

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4 de fevereiro de 2011 | Por Eden | Cozinha, Wishlist

Easy-to-Grow Mushroom Garden. O nome diz tudo, caro padawan mas se você não fala inglês eu vou explicar (eu ia explicar de todo jeito mesmo). Estamos falando de uma caixinha que é uma pequena “horta” de cogumelos. Você abre, rega e em poucos dias os cogumelos começam a brotar. Logo você pode colher, fresquinhos, e usar no preparo do prato que preferir. Não é genial? Por 19,95 dólares você faz no mínimo duas colheitas mas pode chegar até quatro. Pô, eu quero!

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4 de fevereiro de 2011 | Por Eden | Novas Mídias

Clique na imagem para ampliar.

Evolução dos blogueiros - Infográfico

E aí, se achou?

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4 de fevereiro de 2011 | Por Eden | Curioso, Música, Vídeos

Esse vídeo vai provocar um tremendo mind fuck em vocês. Ao menos causou em mim, afinal quem espera que um cara consiga tocar música eletrônica em um violão. Não acredita? Ué, assiste aí!

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4 de fevereiro de 2011 | Por Eden | Propaganda, Vídeos

E entra no ar o comercial da Nova Schin. Sim, amigos, aquele onde milhões devem ter sido gastos apenas em cachê e onde muitos produtores devem ter ganho um terceiro ovo para aguentar tanta encheção de saco advinda do agrupamento de “celebridades”. Enquanto na TV o comercial rola no Twitter alguém comenta: eles podiam estar gastando toda essa grana para melhorar a qualidade do produto. Não dá pra desmentir.

Acho que falta ali vender um conceito, levantar uma bandeira, defender uma causa, algo que me faça pensar na marca, ou lembrar dela, na minha hora de lazer. Não sei quanto a vocês mas o comercial da Nova Schin nem de longe me atinge. Bem, na verdade talvez eu não seja mesmo o público deles, é provável que o comercial tenha sido produzido para os pela-saco baba ovos de celebridades.

Deixo vocês com um comercial que me vende algo mais que cerveja, me vende um sentimento legal, me deixa com um leve sorriso no rosto. Espero que curtam.

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4 de fevereiro de 2011 | Por Eden | Geek, Humor

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