É, amigos, algumas coisas não mudam. Uma delas é o meu gosto por trocadilhos infames – e nerds – como o que eu fiz no post. Mas tem coisas que mudam, eu, por exemplo, mudei para São Paulo. Ok, parei, parei.
É, hoje fazem 35 dias que estou longe de meu povo e de minha cidade – eu sei, são 35, mas quando escrevi eram 30 e não queria perder o trocadilho. E aí, Eden, o que você está achando de São Paulo? Não sei. Não vivi São Paulo estes dias. Foram 35 dias RESPIRANDO trabalho, dormindo em sofás, amargando uma saudade IMENSA de meu filho, minha mãe, minha vó, minhas irmãs, meus amigos. E não, não estou reclamando. Estou apenas constatando algumas coisas que resultaram de minha mudança.
Mas se não posso falar de São Paulo de que afinal posso falar? Bem, de muita coisa, é verdade, mas da maioria delas vou falar em um novo blog que pretendo botar no ar em breve. E não vou contar nada? Claro que vou, amigos, não sou tão malvado assim!
Muitos de vocês devem estar se perguntando se valeu a pena a troca de ares, trocar a Dani pela F.biz. É uma pergunta capciosa… O que posso dizer é que fui SUPER bem recebido na F.biz. Os chefes, os sócios, depositaram uma tremenda confiança nos ombros de um recém chegado e na primeira semana eu já tinha mais horas de reunião que quenga tem de cama. Boa parte dos quase 200 funcionários já são “manos”, acho que já troquei ideia com 75% deles. Logicamente fiz minha parte, fiz contrabando de 7kg de bolo de rolo com o qual comprei a atenção dos colegas de trabalho – mas não sem antes avisar que quem chamasse o bolo de rolo de rocambole ficaria sem comer.
A agência é realmente fantástica. O clima de trabalho beira o utópico, os gestores acreditam e apostam nas ideias das equipes, todos se falam, o ambiente é muito bom. Não demorou pra detectar as figuraças da agência como a Lisi, a bela e genial diretora de criação que distribui apelidos singelos a sua equipe, apelidos como bombozinho, brigadeirão e peludinho. O Roque, “traficante” que vende doces na agência. Ok, você pode ter me entendido mal, quando falo de doce é doce MESMO. Pães de mel, cones de chocolates e trufas. A figura usa um moicano colorido e no Karaoke canta músicas como Sexual Healing e afins – vale salientar que ele é citado em todo e-mail de despedida de funcionários da agência. Temos ainda a Celinha, a super mídia, tão curta e grossa que podia facilmente ser conterrânea. Camila, nossa mega atendimento – pra não chamar de VP, cujos olhos brilham ao ouvir boas ideias. Tati, a carioca BIXCOITO, Nanda, a baixinha apaixonada por… futebol, Mari, a mocinha com olhos AMARELOS, Luiz Felipe, o planner ninja, Vinni, o viciado em Lipton e muitos outros. Eu, logicamente, podia passar horas falando de todos eles. Quem sabe não o faça em outro post? O risco é ficar apenas falando bem e me chamarem de baba-ovos.
A verdade é que estou trabalhando muito não apenas porque a demanda está grande – a F.biz não para de crescer – mas porque estou mergulhando tanto no trabalho que mal vejo a hora passar. Bom sinal, né? Tem MUITA gente que ainda não vi em SP (desculpem amigos, prometo consertar isso em breve), muita coisa ainda pra fazer – inclusive me instalar direitinho em minha casa que está precisando de muita coisa. Ainda preciso descobrir lugares legais para comer – as meninas só querem me arrastar pra comer salada e estou começando a achar que isso é uma indireta por conta de minha barriga. Uma nova e excitante rotina, em uma vida profissional que promete muita coisa interessante.
As coisas que vou descobrindo, por menores que sejam, vou guardando para dividir assim que puder com meu Ogrinho – que saudade do guri – e todas as outras que mesmo ausente estão sempre comigo.
E termino agradecendo a Roberto Grosman, pela convocação e confiança, a todos na agência não só pela recepção como por me darem espaço e acreditarem nas minhas loucuras e a Flávia Romani, que foi meu anjo da guarda quando mais precisei. E vamos que vamos.























