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28 de setembro de 2010 | Por Eden | Cinema

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E aí, qual o mote do próximo CDF? Sessão da Tarde! Lógico, eles, aqueles filmes que lhe marcaram – muitas vezes nem pela qualidade mais pela quantidade de vezes que eram reprisados. Os filmes que acompanharam sua vagabundagem e que causavam aquela leve interrupção nos seus estudos. Sim, amigo, se você não deu pra nada na vida pode ser culpa da Sessão da Tarde e de alguns desses filmes! Enfim, coube a cada um de nós fazer uma lista com os 5 filmes mais marcantes entre estes que marcaram nossas tardes, sejam na Globo ou no SBTelho.

Aviso logo que foi FODA fazer essa lista. Complicado MESMO. Eu podia fazê-la com os 50 filmes que marcaram… mas, bom, espero que gostem dos que selecionei.

Os Aventureiros do Bairro Proibido

Bah, como deixar esse clássico de fora, hein? Kurt Russel, o eterno Snake Pilsen, no papel de um caminhoneiro casca-grossa que vai ajudar seu melhor amigo a resgatar a noiva, sequestrada por um monge com 2 mil anos!!!! Vocês tem noção que é nesse filme que temos a primeira aparição de RAIDEN, o Deus do Trovão de Mortal Kombat? Um puta filme, pra lá de divertido, que vale cada segundo e cada pipoca.

“Just remember what ol’ Jack Burton does when the earth quakes, and the poison arrows fall from the sky, and the pillars of Heaven shake. Yeah, Jack Burton just looks that big ol’ storm right square in the eye and he says, "Give me your best shot, pal. I can take it."

 

O Feitiço de Áquila

Rutger Hauer. Isso já bastaria para você assistir o Feitiço de Áquila. O filme, uma fantasia capa-espada, conta a história de um casal que, amaldiçoados, jamais podem se encontrar. Durante o dia o Capitão Navarre, acompanhando de uma bela águia, foge do Bispo. Durante a noite a bela Isabeu, interpreta do ninguém menos que Michelle Pfiffer, continua a fuga acompanhada de um assustador lobo. A história começa quando eles cruzam com Matthew Broderick, de Curtindo a Vida Adoidado, que faz o papel de um ladrãozinho fugindo da prisão de Áquila. Filmaço!

“Do you know that hawks and wolves mate for life? The Bishop didn’t even leave us that… not even that.”

 

Um Dia a Casa Cai

Eu podia listar vários filmes de Tom Hanks. Vários. Despedida de Solteiro, Quero Ser Grande, O Homem do Sapato Vermelho. Mas, amigos, em minha pobre opinião, esse é o mais marcante da Sessão da Tarde. Não importa quantas vezes eu o assista eu sempre rirei. Algumas cenas são simplesmente impossíveis de serem esquecidas. A queda da banheira ou quando ele fica preso so piso. A casa dos sonhos, vendida por um trambiqueiro, é na verdade uma imensa roubada. Uma das melhores e despretensiosas comédias de todos os tempos.

“Ahh, home crap home!”

 

Curto Circuito

Ah, não lembrava desse? Não lembrava da história do Número 5, o simpático robô – que é a cara do Wall-E só que maior – que, atingido por um raio, ganha vida? Eu chorei. Sério. Chorei. Assim como chorei em ET e como me acabo de chorar toda vez que assisto Peixe Grande. O filme, um típico água com açúcar perfeito para a sessão da tarde, certamente marcou toda uma geração. Vi e veria novamente.

“Hey Laserlips. Your mama was a snowblower.”

 

O Último Dragão

Sim, foda-se Ely, eu vou botar ele na minha lista! Como deixar de fora esse clássico que nos deu personagens como Leroy Green, nosso Bruce Lee mega pigmentado, e Sho’nuff, o Shogun do Harlem??!?! Consciência Zen, Filosofia Oriental, Amor, Lutas e “O BRILHO”, tudo isso no Harlem. Blackspoitation Kung Fu! Logico que se você for assistir hoje vai achar toscão e tal… mas, poxa, é um filmão!

“Kiss my Converse!”

E aí, o que acharam? Que filmes colocariam? Quais faltaram?

Logo mais coloco a lista dos outros que postaram!

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27 de setembro de 2010 | Por Eden | Pessoal

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Eu sempre assustei algumas pessoas com minhas ideias sobre relacionamento. Muita vezes fui olhado como se tivesse antenas, fosse verde e voasse um UFO mille 1.0 simplesmente por dividir com algumas pessoas um pouco de minha experiência. Experiência. Rs. É, amigos, eu tive um longo relacionamento de 16 anos com uma pessoa maravilhosa – com um intervalo onde conheci e namorei outra pessoa também maravilhosa. Acho que, contrariando Chico Anísio, isso me dá uma certa experiência. Pois é, Chico uma vez afirmou que seu Zé, que passou 50 anos casados, não é entendido de casamento. É entendido do casamento DELE. Que, ainda segundo Chico, ele mesmo seria um expert em casamento já que haveria casado sete vezes. Pois é, faz sentido. Mas, ainda assim, insisto em, eventualmente, dividir um pouco da minha parca experiência.

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Eu passei por grande parte dos estágios que levam nosso entendimento sobre o que realmente é um relacionamento, como toda pessoa. Hoje posso afirmar, categoricamente, que aquele ideal do amor sempre apaixonado, eterno e fiel é apenas a receita para uma grande decepção e frustração. Mas, acreditem, ainda assim é importante viver essa crença e descobrir por si mesmo(a) onde está a verdade. Logicamente eu estou generalizando e você pode vir a ser a exceção. Mas por via das dúvidas esteja sempre pronto para descobrir uma verdade ligeiramente – ser sarcástico com as coisas do coração doí – diferente.

Primeiro é necessário dizer que acredito em amor eterno, não em relacionamento ETERNO. Sei que existe mas não posso por a mão no fogo por ele. E não, seu avô e sua avó não servem de exemplo. Tempos diferentes. Sua vó pode até ter pensando em abandonar seu avó quando descobriu que ele a traía mas não teve coragem de enfrentar a vida e as pessoas. “Ele pode ter suas raparigas contanto que volte para mim”, isso foi comum. Ainda bem que passou. Ei, não me xingue, foi apenas um exemplo. Mas vamos adiante. Acreditar que sua relação será eterna é ser utópica demais. Quando vocês se apaixonaram, quando resolveram se relacionar, eram as pessoas certas para aquilo – ou pretendiam ser. Mas pessoas mudam. A vida dos integrantes de um casal muda. Ele, antes esquerdista, militante e natureba pode, pela pressão do dia-a-dia, se tornar de direita, acomodado e adepto a junk food. Ela, antes atenciosa, amorosa e presente pode se tornar mais distante e ausente, mergulhada em sua carreira. Se antes era o azul, hoje é o amarelo. É normal, evoluímos de acordo com as necessidades da vida. E, por mais que amemos aquela pessoa, podemos achar que não podemos mais nos relacionar com ela. Eu a amo mas não consigo mais conviver. Simples. Até que ponto você está pronto para sacrificar sua vida em prol de um relacionamento? Será que vale a pena continuar se não se está feliz? Porque continuar? Nesse momento você descobre que, apesar do amor, o relacionamento não dura. É, doí. Desculpa se te fiz perceber algo que você preferia ignorar.

Ah… o amor apaixonado. Certa vez perguntei a uma amiga se ela, depois de um ano e meio de namoro, seguia sentindo borboletas no estômago. O famoso frio na barriga, um claro sinal de paixonite. Sim, foi a resposta dela. Apesar de suspeitar que não seja verdade eu a parabenizei. Que ótimo. Espero que continue assim… ela seria, acreditem, exceção. Você ainda sente borboletas no estômago? A ausência dele ainda doí? Ainda sonha com ele quando está longe? Ainda é cega para os defeitos dele? Sim, porque isso é paixão. A paixão nos cega para os defeitos daquela pessoa a quem desejamos. O amor não. O amor nos faz enxergar e compreender os defeitos. Mais que isso, eles nós faz ter certeza que a pessoa amada é maior que eles. Nós dá força para mudar aqueles que achamos que podemos mudar e tranqüilidade para aceitar os que não podem ser mudados. Esse amor apaixonado é raro. Geralmente a paixão se vai com 4 meses de relacionamento… esse é o embrião do amor. A paixão, por nos cegar, pode nos fazer viver uma mentira. Mas, calma, guarde suas pedras. Não importa quanto tempo tenha seu relacionamento, ainda assim haverão momentos apaixonados. Tem que haver. Espero que haja.

Agora a parte que mais choca. Fidelidade. Eu não acredito nela. Você também não devia.

fidelidade (fi-de-li-da-de)

s. f.

exatidão em cumprir suas obrigações, em executar suas promessas: jurar fidelidade. Afeição e lealdade constante: fidelidade de um amigo. Obrigação recíproca dos esposos de não cometer adultério. Exatidão, semelhança: fidelidade de uma narração. Lealdade; probidade.

Observem que grafei obrigação. Eu não acredito em fidelidade porque não acredito em nada que sejamos OBRIGADOS. Nada que precisamos impor a outro e a nós mesmos pode funciona sempre. Sob essa ótica basta sua força de vontade diminuir e pronto, a fidelidade já era. Uma briga séria, uma maior carência, álcool. A fidelidade, como entendemos, é frágil. A afeição é natural a uma relação, e importante, claro, mas tão importante quanto ela é a LEALDADE. Essa sim nos faz fortes e fieis. Porque a lealdade não pode ser imposta pela força ou pela necessidade. A verdadeira lealdade é conquistada. É garimpada no dia a dia. É fruto de admiração, respeito e carinho. Quem é leal não traí não porque se impôs uma pretensa fidelidade mas porque não quer machucar uma pessoa a quem ama e admira, porque não quer por sob risco, ou julgo de um erro, algo tão precioso.

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Mas a lealdade tem uma característica que a define: reciprocidade. Uma vez que se perceber que o outro lado não é leal ela simplesmente deixa de existir. E assim vem o medo, a desconfiança, a insegurança. E assim o relacionamento afunda. Lógico que algumas coisas atingem a lealdade. Lógico que ela pode fraquejar. Mas ela não se rompe de vez. Um casal pode trabalhar as angustias e medos juntos e sair dali ainda mais fortes. Ou se entregar as desconfianças e desistir de vez. Quem é leal é seguro. Muitas vezes me questionaram sobre deixar minha mulher ou namorada sair sozinha. Cara, ela é linda, você não tem medo? Medo? De quê? De chifre? Ela podia dizer que iria ao cabelereiro e ir pro motel. Podia dizer que iria pra faculdade e ir pro motel. Porque escolheria logo uma balada cheia de conhecidos? E, mais importante, porque trairia se somos leais um ao outro? Quem disser que não tem medo de ser traído está mentindo. Muita gente realmente acredita que chifre é como consórcio, que pode até demorar mas você será contemplado. O medo é natural. É medo de sofrer. Ser subjugado por ele não. Você precisa dar espaço a sua cara-metade. Precisa permitir que seja ela mesma e não a pessoa que você projeta. Esse é o maior presente que pode dar a quem se ama. O inseguro sufoca. Ele impede que a outra pessoa atinja seu potencial, se realize. O ciúmes é normal. É bem vindo em pequenas doses. Mas a insegurança é fatal. “Ah, mas porque ela quer fazer isso? Eu dou tudo a ela. O que ela quer, ela tem!”. Ela quer liberdade. Ele quer liberdade. Uma gaiola de ouro ainda é uma gaiola.

Enfim, é isso. Quando entendemos que a relação não é eterna valorizamos mais os pequenos momentos. Não deixe para amanhã o que deseja viver hoje a dois. O amanhã a dois pode não chegar. Para mim Disney nunca mais será a mesma por causa disso. Quando entendemos que a paixão se vai passamos a valorizar mais os momentos apaixonados, as surpresas, os atos de amor impulsivos. Provocar no outro o desejo de você, e não falo apenas o sexual, é fundamental. E quando deixamos de acreditar na fidelidade passamos a trabalhar todo dia pela conquista e manutenção da lealdade. Pensamos no outro como em nós mesmos. Nos tornamos mais fortes como pessoa e como casal.

Seja leal, apaixonante e intenso. E, quem sabe, seja feliz.

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25 de setembro de 2010 | Por Eden | Eleições, Pessoal, Política

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Eu já escrevi um post – muito lido, obrigado a todos – sobre o quão idiota é a eleição de Tiririca, Netinho, Mulher Pêra e afins. Eleição. Sim, porque acho a candidatura normal. É um direito DELES se candidatarem. Infelizmente o formato atual de nossas eleições permitem que qualquer pessoa alfabetizada e, se o Ficha Limpa colar, com bons antecedentes possa ser candidato desde que maior de idade. Logo esses cancros midiáticos tem todo direito de tentar uma tetinha como deputado, prefeito ou vereador (coisa que Netinho se elegeu e teve um mandato vergonhoso). O problema são eles se elegerem. Isso é que mostra não a qualidade dos candidatos mas, muito pior, dos eleitores. Mostra que os palhaços não são eles, somos “nozes”.

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A candidatura de Tiririca expõe uma prática sebosa dos partidos que usam um puxador de votos – com votações absurdas seja pelo “voto de protesto” ou seja pela imbecilidade e falta de educação do brasileiro – para, por meio do coeficiente eleitoral, arrastar um bando de almas sebosas pra dentro da câmara. Truques como esses permitem que alguns candidatos com votações que não os elegeriam vereadores se elejam deputados. Vergonhoso.

Contudo hoje uma nova polêmica veio ao ar. A revista Época, por meio do vídeo abaixo, sugere que Tiririca, o puxador de votos de São Paulo, não saberia ler e escrever, o que invalidaria sua candidatura. Se isso for fato, ótimo, vai acabar com a estratégia do partido. Enquanto teve gente que criticou o fato disso parecer um tapetão eu, por meu lado, comemorei. Na guerra e no amor valem qualquer coisa. E estamos em guerra, amigos, estamos sim. Eu não vejo isso como estar tirando o direito do paulista de votar no palhaço, que os faz de palhaço zombando deles no horário eleitoral que nada tem de gratuito, afinal pagamos por ele. Vejo como estar tirando a arma da mão de uma criança. Ou um facão da mão de uma pessoa que não tem controle de suas faculdades mentais – só isso explica um eleitor de Tiririca. Voto de protesto my eggs. Vejam o vídeo:

Por outro lado tem gente que vem gritando que somos todos patetas por dar crédito ao mau jornalismo golpista da Época!!!!!! Hum… jornalismo ruim? Concordo. Acho que mais que insinuar a Época devia ir buscar provas – apesar de TER TODO DIREITO DE APRESENTAR SUSPEITAS, mesmo que isso seja irresponsável. Mas por outro lado acho válido que a denúncia seja feita e apurada. E, amigos, irresponsável ou não a denúncia repercutiu e com ela começaram a aparecer testemunhos do “analfabetismo funcional” do Tiririca.

Segundo o G1 “dois funcionários da TV Record também disseram a ÉPOCA que nos bastidores do programa humorístico Show do Tom, do qual Tiririca participa, é sabido que ele não lê nem escreve. De acordo com Ciro Botelho, o palhaço conta com a ajuda da mulher para decorar suas falas: “A mulher fica no camarim com ele e vai falando o texto. Ele vai decorando e conta do jeito dele”.”

Ah, Eden, ainda assim não são PROVAS. Provas mesmo só se fizessem um teste com o cara. Verdade. E o partido, sabiamente, não quer cogitar a possibilidade – que foi sugerida pela reportagem. Mas, amigos, graças a reportagem RUIM e SEM ÉTICA da ÉPOCA talvez logo tenhamos a resposta já que um promotor da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, de olho nas denúncias, e claro na vitrine que esse caso irá gerar, resolveu convocar o sujeito para uma provinha mobral. Imprensa responsável? Sim. Mas também LIVRE. De uma forma ou de outra se for provado que o palhaço, com a ajuda dos donos do circo, nos fazia de palhaços… que maravilha.

Mas a coisa não para por aí. Teve gente que veio dizer que tinha problema mais importante na politica brasileira que candidato analfabeto… é, claro, vamos deixar pra lá toda doença afinal não curamos o câncer. E, pior, teve gente que veio, pasmem, defender o direito de um candidato ser analfabeto… em nome da DEMOCRACIA! Amigos, entre a democracia e a governança eu fico com a segunda. Essa nossa democracia é uma piada. A maior parte dos candidatos compram seus votos amealhando apoio de prefeitos com MUITA GRANA. O formato está ERRADO!

Isso me remete ao teorema de Bonner, uma dica de Cris Dias. Muita gente se encantava com o fato de poder escolher a gravata de Bonner pelo Twitter. Sentiam-se importantes!!! Aquilo sempre foi uma experiência controlada. O Bonner nunca pediu aos seguidores que escolhessem qualquer gravata. Nem mesmo a cor ou a estampa. Ele lhes dava 5 opções, pré-selecionadas, todas boas, todas dentro do padrão que esperava, e pedia para que escolhessem uma. Eles escolhiam uma que o Bonner já havia escolhido. Win/Win. Todos ganhavam. Era assim que nossa politica devia ser. Não pegou?

Simples. Quer ser candidato? Concurso. Concurso FODA. Passou? Checa a vida do cara. Tudo. Está sendo processado? Tá fora. Suspeito de crime? Tá fora! Passou? Testes para mensurar ética, comprometimento, lisura e afins. Passou? Aí sim, vamos VOTAR. Vamos escolher apenas entre os MELHORES, vamos usar o teorema de Bonner. Só pode ser candidato que tiver de fato condição de exercer a função.

Aí vem gente reclamar que assim os pobres não seriam representados. Tá, como se gente pobre não mudasse de classe social por meio de muito estudo e suor. Basta ver a quantidade de juízes, auditores e afins que vieram de famílias classe D. Ah, mas ainda assim eles estão em desvantagem… PORRA, isso não é um exercício de igualdade. Quer igualdade? Esqueça a democracia e vá pregar o socialismo. Estamos falando do que é melhor para se governar! Crie núcleos populares para servir de base para os eleitos/concursados, assembléias de vereadores vindo do povo, SEM SALÁRIO, que vão cobrar, sugerir, acompanhar. E isso é uma ideia de alguém, como eu, que nunca parou pra pensar de fato NISSO!!!!

E você que fica de mimimi pelos direitos dos analfabetos, pelos representantes dos pobres, pelo jornalismo perfeito… digo apenas uma coisa: enquanto os utópicos sonham os pragmáticos mudam o mundo.

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22 de setembro de 2010 | Por Eden | Pessoal

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Fechar um ciclo. Se para algumas pessoas isso soa como a coisa mais banal do mundo para outras ela é tão ou mais assustadora que o pesadelo de viver sozinho(a) até o fim de seus dias. Fechar um ciclo, seja ele pessoal ou profissional, aterroriza muitos de vocês, eu sei. Eu sei porque me assusta também. É… não é fácil. As vezes não é fácil nem cogitar. Tentamos fingir que não vemos a necessidade. Tentamos esperar que “as coisas se acertem sozinhas”. Elas não se acertam. Nunca. Tentamos levar na barriga, dizendo a nós mesmos que trata-se de fé, em nós mesmos e nos outros. Fé nas mudanças que virão. Fé no futuro. Covardia. Sim, covardia.  Como escrever sobre sentimentos ouvindo Pedra Letícia?

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A verdade é que por medo de encarar as mudanças ou simplesmente medo de promovê-las nos contentamos com algo que está muito longe do ideal. Muito longe. Engraçado… vejam o nosso caso, os homens. É muito mais fácil fecharmos um ciclo profissional que emocional. Uma vez em um relacionamento ruim ao invés de encaramos a responsabilidade de por um fim – e não pelo fim – deixamos a coisa degradar até obrigar o outro lado a estabelecer o fim. Covardia… Vamos estendendo algo que já não é bom nem pra um nem para o outro… medindo forças e falhas, esperando que ela, que um dia foi objeto de nossas juras de amor cruze a tênue fronteira que afasta o amar do odiar. Porque é tão difícil afinal? Porque fechar um ciclo, começar de novo, buscar algo MELHOR é tão assustador assim? Queria ter essa resposta. Queria realmente acreditar em “saltos de fé”.

Fechar um ciclo é tão necessário quando doloroso. Se não doer existem apenas duas possibilidades: você não amava ou você é um sociopata. Calma, não corra pro analista ainda. Ninguém é obrigado a amar todos aqueles com quem se relacionou. Não vamos tornar o amor algo tão banal. Parte de sua beleza, de seu valor, está justamente em sua raridade. Gente que ama todo mundo precisa de ajuda tanto quanto aquele que não ama ninguém. Eu amo demais. Uma merda isso. Doí. Doí um bocado. Mas, perdoem o clichê, é um mal necessário. Será que vão achar todo esse texto clichê? É preciso dar esse passo, é preciso deixar o que passou realmente pra trás. Veja bem, não falo de esquecer. Eu sou contra isso de esquecer. O que houve de bom merece ser lembrado, você merece manter aquele sentimento consigo. O que houve de mal precisa ser lembrado. Precisa existir em nós para nós fazer melhor. Pessoas melhores. Para embasar as mudanças. É, quem sou eu pra falar nisso, hein?

As vezes as coisas vão tão mal que entramos em uma espiral louca de medos, anseios, raiva, angústia. Desejamos, como todas nossas forças, que, ao abrir os olhos, tudo esteja como foi um dia: maravilhoso. Os sinais estão ali. Todos. Mas não os vemos. Fingimos que não vemos. Não queremos ver. Não queremos MUDAR. Não serei tão simplista ou pragmático pra dizer que tudo se resume a medo de MUDAR. E o vazio? Não é apenas isso. É BASICAMENTE isso. Além, lógico, da dor de findar algo – nada mais triste que uma conversa final entre pessoas que se amam mas que não podem, nem devem, ficar juntos – tem ainda o futuro. O futuro, que pode ser brilhante, maravilhoso, pode também não vir a ser tão bom quanto passado um dia foi. Aí vem o “será”… Será que vou achar outra pessoa assim? Será que vou conseguir ler os pensamentos dessa outra pessoa? Será que o sexo será tão bom? Será que um dia vou me entregar novamente? O será é matador. O será é, muitas vezes, a âncora que te impede de seguir em frente. Ele é obstáculo que não te permite fechar o ciclo.

O jeito é enfiar o pé e MUDAR? Sim, é. Mas mudar não significa terminar uma relação, largar um emprego, terminar uma amizade. Significa tomar uma atitude para O MELHOR. Isso pode ser fazer os ajustes para que a relação, trabalho, amizade siga em frente, que sejam tão bons quanto podem ser. O importante é saber reconhecer quando o ponto de ruptura foi atingido. É não lutar uma batalha perdida. Será que eu lutei uma batalhar perdida? Por mais que queira manter o que tem, por mais que o passado e o “será” os prenda ao que se tinha… se não se pode resgatar… mude. O tempo PERDIDO não tem esse nome a toa. E nessa hora feche o ciclo. Caminhe olhando pra frente, do passado traga a experiência e as boas lembranças. Fechar o ciclo, por os pontos nos is, é tão assustador quanto libertador. O peso que se tira das costas é… indescritível. E ainda assim doí. Lugar comum, eu sei, mas todo fim é um novo começo e, por mais que não acredite, logo vai achar alguém especial novamente. As vezes antes do que imagina. Mais do que acreditar no que você viveu… acredite em você.

E não perca tempo procurando culpados. Isso contribuirá tanto para sua felicidade quanto enviar “recados” pelo nick do MSN. Bobagem. Pare de se envenenar – e envenenar aos outros. MUDE. Aproveite o novo momento de forma intensa. Não dançava? Dance. Não cantava? Cante. Arrume um hobby, pratique um esporte, aprenda algo novo, melhore, evolua.

“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”

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22 de setembro de 2010 | Por Eden | Tirinhas

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Via Thiago.

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22 de setembro de 2010 | Por Eden | Bizarro, Humor, Vídeos

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Só posso dizer uma coisa desse senhor: MACHO.

E ainda tem gente se achando foda por pingar vodca nuzoio. Quero ver é fazer isso aí, mentecaptos.

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20 de setembro de 2010 | Por Eden | Eleições, Política, Vídeos

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Leon é um vlogger brasileiro que mora na Alemanha, estuda, e nos prestou um tremendo favor produzindo esse vídeo que agora publico aqui no Passinho. Em tempos em que vlogs tratam apenas de gritar, xingar, falar palavrão, criticar, falar merda e encher um vídeo de cortes, muitos cortes, é muito bom ver algo assim.

No vídeo abaixo ele vai lhes esclarecer algumas coisas extremamente necessárias sobre o processo político ridículo do Brasil. Aconselho que assistam para entender qual a sua responsabilidade na hora de votar branco, nulo ou simplesmente se achar o cara mais legal e divertido do mundo votando em um babaca como o Tiririca.

Voto de protesto. Esse é o novo nome da pungente imbecilidade do brasileiro. É por isso que, assim como o Leon, eu sou contra o voto obrigatório. Quando se obriga alguém a votar levamos esse tipo de espirito de porco às urnas. Levamos quem elege Frank Aguiar, Netinho, Aguinaldo Timóteo, Negão Abençoado e outros crancos da nossa “política”.

É verdade que Tiririca, assim como seu Zé da venda, tem TODO direito de sair candidato… o problema é que vocês deveriam ter discernimento para ignorar o sujeito solenemente no momento que ele faz uma campanha ridicularizando o processo político, a função a que se candidata e a você, eleitor. Um cara como Netinho, que gosta de dar sopapo em mulher e foi um dos PIORES vereadores, se não o pior, de São Paulo, estar em primeiro lugar em intenções de voto é uma tremenda piada de mal gosto, quase tão grande como Tirirca ter o maior número de intenções de votos para deputado federal.

Entendo que as opções sejam poucas. Muita gente se vê entre a cruz e a caldeirinha. Votar nesses oportunistas ou nos políticos profissionais, versados nas artes da corrupção e trambicagem. Mas, amigos, a verdade é que tem sim gente boa concorrendo e se não fossem tão preguiçosos achariam opções melhores que votar branco, nulo ou simplesmente votar em alguém que acham “escroto”. Escroto é você que faz isso. Que joga fora um direito que foi conquistado com um esforço hercúleo. Você, caro idiota, seria muito bem vindo nos findos anos da ditadura, onde, acredite, não teria que perder tempo escolhendo político ou mesmo indo votar.

O interessante é que os mesmo idiotas que vão usar sua VOZ para eleger esses palhaços vão tentar usar sua VOZ para reclamar que o país não presta. E quem tem consciência que os ouça. Ou não.

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20 de setembro de 2010 | Por Eden | Pessoal

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Antes de mais nada assistam o vídeo abaixo:

Eu passei longe da faculdade de direito. A única coisa que sei de lei é que tem um livro de direito apoiando a porta do meu quarto. Apenas isso. Mas, independente de toda minha ignorância, ouvindo esse BANDIDO falar, só me vem uma coisa: 171.

Art. 171 -- Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento:

Pena -- reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa.

Me digam, caros amigos, não se encaixa com PERFEIÇÃO? O cara inventou o crediário espiritual. É, isso mesmo, carnê do baú de Jesus. Você compra sua benção em suaves parcelas…

É, caros amigos, o cara está lá, extorquindo um bando de idiotas crédulos – sim, se você caí nesse papo você é tão idiota quanto que quem tomou no papeiro comprando ovo de avestruz -- em nome de Deus e, acreditem, protegido pela lei e beneficiado pelo governo (já que não recolhe um centavo de imposto). Gente tacanha a ponto de achar que esse pilantra fala em nome de algum deus – assim, com minúscula mesmo – se sacrifica querendo comprar paz de espírito e perdão pelos seus erros (afinal isso é mais simples que se arrepender de fato). Gente inocente, ameaçada com a ira divina, dá o que não tem em busca de um retorno que não existirá.

E, nesse meio tempo, esse tipo de canalha se destaca fazendo com que muita gente, ao se deparar com esse tipo de coisa, ignore que existe muito evangélico decente no mundo. Nojo dessa raça.

Vi o vídeo no Ela Tá de Xico.

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20 de setembro de 2010 | Por Eden | Geek

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Olhem só que legal: 100 ícones do POP para você tentar identificar enquanto sua produtividade desce ladeira abaixo (clique na imagem para ampliar, Zé Ruela):

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E aí, identificou todos? Coragem para listar no comentários e provar sua superioridade?

Via Haznos.

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20 de setembro de 2010 | Por Eden | Curioso, Humor

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Até que ponto podemos nos inspirar em algo que já foi feito sem divulgar a origem de nossa inspiração? Quando é inspiração? Quando é kibagem? Quando é esquecimento? Quando é filha da putisse?

Essa discussão é antiga – e completamente infrutífera – e eu não esperava que ela desse mais caldo… até ver essa inspiração de Marcelo Adnet, o bom moço do humor brasileiro. Vejam só:

Adnet

Original

E aí, amiguinhos, Adnet fez ou não faz cursinho na escola Kibe Loco de criatividade? Eu sou suspeito pra fazer… gosto do cara, gosto do trabalho dele e prefiro acreditar que esqueceram de citar a homenagem. É, eu sou um otimista.

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