Alt+Shift+c Ir para o conteúdo Alt+Shift+m Ir para o menu Alt+Shift+b Ir para a busca Alt+Shift+f Ir para o roda-pé
4 de junho de 2010 | Por Eden | Novas Mídias

0001 
Falar sobre mídia social é sempre algo complicado. Ao menos deveria ser. Por mais que você tenha a percepção sobre estar certo a respeito de determinado assunto sempre lhe faltam dados que comprovem sua posição. É tudo muito novo e fazer afirmações como se fossem verdade absolutas são, se não um erro, uma aposta no seu achismo. Contudo ainda assim tem coisas que vem ficando cada vez mais claras uma vez que você se propõe a entender o meio analisando o resultado de diversão ações e o comportamento da variável mais importante nesse novo universo da comunicação: você!

Eu recuso qualquer rótulo do tipo “analista”, “especialista” ou “expert” de mídias sociais. Eu diria que sou um profissional da área e, certamente, um entusiasta. Esse entusiasmo que me faz consumir textos, cases, debates e todos os assunto relacionados ao meio em que possa pousar os olhos. Lógico que eu tinha que, depois de processar tudo, chegar a algumas conclusões sobre tudo isso. Uma delas divido com vocês agora, jovens padawans.

Uma das coisas que vem ficando cada vez mais clara é o principio do SRE.

Sentimento
Relacionamento
Engajamento

Esse padrão deve, em minha humilde opinião, ser o objetivo de toda marca ou empresa que busca obter o máximo das mídias sociais. Em mundo ideal a ordem deveria ser seguida e geraria uma relação simbiótica no meio onde um precisaria do outro para “sobreviver”.

Partimos do princípio que a marca/empresa já precisa do internauta (consumidor) para sobreviver… mas e o consumidor, precisa da marca ou empresa?

Sentimento

O primeiro passo seria gerar algum tipo de sentimento positivo em relação a marca/empresa. Como fazer? Bem, existem diversas maneiras mas todas elas passam por suprir alguma necessidade, conhecida ou não, de seu target. Gerar conteúdo, informar, prestar um serviço, enfim, buscar impactar de forma positiva. Isso, logicamente, passa pelo processo de ESCUTAR. Para saber o que seu target precisa a marca/empresa precisa ouvir o que ele tem a dizer. Precisar conhecê-lo, acompanhá-lo, estudá-lo. E ouvir não é algo com a qual as empresas estejam acostumados. Depois de décadas apenas falando, invadindo sua TV, seu rádio, seu jornal, gritando para vocês assuntos que nem sempre lhes interessaram eles, as marcas/empresas, precisam quebrar um paradigma.

Relacionamento

O termo fala por si só. Não dá pra ficar apenas ouvindo ou falando sozinho, é preciso haver um relacionamento. Assim como na vida offline o relacionamento se constrói com o diálogo. DIALOGAR, interagir, fomentar a troca de informações é fundamental. Uma vez que uma marca/empresa desenvolve um dialogo, que é alimentado por um sentimento positivo pré-existente, a troca de informações – e o estreitamente de relações – fluí.

Muitas empresas tentam pular o sentimento e partir direto para o relacionamento. Não existem regras mas muita coisa do universo offline serve para o online. Imagine alguém que você nunca viu simplesmente perguntando a você na fila da padaria “Como vai seu intestino?”. E lhe abraçando? E desejando a você sucesso naquela apresentação? Essa aproximação, se já não existia um sentimento anterior, é invasiva e tem grandes chances de parecer oportunista e ser rechaçada.

Um dos motivos de eu defender o conceito de que a presença das marcas nas mídias sociais sejam encabeçadas por pessoas é o relacionamento. Quando um perfil no Twitter de uma grande empresa é alimentado pela “empresa” (alguém anônimo) ele não tem alma. Pessoas se relacionam melhor com… pessoas. Muitas marcas já entenderam isso e estão dando rosto aos seus perfis e isso vem apresentando bons resultados.

Se relacionar é ouvir a outra parte, é procurar entendê-la, participar da sua vida… é ABRIR MÃO DO CONTROLE. E abrir mão do controle não é algo ao qual as corporações lidem muito bem. O resultado é que muitas delas pular para o terceiro passo, o mais desejado de todo:

Engajamento

Quando você tem um sentimento positivo em relação a uma marca, se relaciona bem com ela as chances de se engajar são muito maiores. O engajamento é a base de toda e qualquer comunicação colaborativa – a pedra filosofal das mídias sociais. É o que QUASE toda marca/empresa anseia atingir. Um exercito de defensores e propagadores dos produtos, conceitos e ideias por trás de uma marca. Um sem número de veículos prontos para transmitir sua mensagem.

Só que passar pelas duas etapas anteriores, que é um processo de médio-longo prazo, é algo que nem sempre cabe no planejamento do cliente. Ele quer HOJE, quer AGORA. Para isso ele utiliza uma moeda mais imediatista que sentimento: prêmios.

ENGAJAMENTO

Oferecer prêmios em busca de engajamento é a forma mais rápida – e até agora eficaz – de ignorar as etapas anteriores. O resultado é que o engajamento é proporcional ao valor percebido pelo target em relação ao prêmio. Ele pode ser material – como um iPhone, uma TV, viagem, carro – ou imaterial – reconhecimento público, status, exibição da imagem ou um mero reply. Esse tipo de ação gera engajamento… até o fim da promoção e a não existência da promoção.

Neste momento a marca/empresa volta a primeira etapa. Ela pode ter ganho vários seguidores no Twitter, assinantes de seu canal no Youtube ou fãs no Facebook – mesmo que muitos deles destruam os vínculos após a promoção, mas são zumbis. Eles estão ali mas não tem “vida”. Eu sei, sempre existe a possibilidade de, durante a promo, ativar esses targets mas essa é uma inteligência funcional em mídias sociais que a imensa maioria não tem. É preciso COMPROMETIMENTO.

Bem, como eu disse antes, essa é apenas uma teoria minha, desenvolvida com base em minhas observações. Ficarei feliz se quiserem/puderem acrescentar alguma coisa ou mesmo a criticarem. Até a próxima.

Compartilhe:

  • Twitter
  • Facebook
  • Delicious
  • Digg
3 de junho de 2010 | Por Eden | Humor, Propaganda

0001
image

image

image

image

image

image

image

image

image

Compartilhe:

  • Twitter
  • Facebook
  • Delicious
  • Digg
3 de junho de 2010 | Por Eden | Novidade, Vídeos

000 
Ele, o jogador, a lenda, o carrasco do time dos blogueiros no Porto Cai na Rede chega ao Twitter. É, amigo, Mauro Shampoo, o maior jogador do pior time do mundo… err… do segundo pior time do mundo – os blogueiros conseguiram perder do Íbis jogando com 17 na linha. De 8x0.

Reza a lenda que o Íbis, time que até antes de jogar com os blogueiros tinha saldo negativo de 2211 gols, teve Mauro, seu ídolo, no ataque durante 10 anos. E Mauro marcou apenas UM GOL. Nunca na história do futebol um gol foi tão comemorado. Quem teve a oportunidade de presenciar o feito relata algo inesquecível. Mas Mauro fez outro gol em sua carreira… adivinhem contra que time? É, contra o time dos blogueiros do Porto Cai na Rede.

Mas há mais sobre a lenda… Mauro foi o personagem principal de um curta sobre sua vida: "Mauro Shampoo, jogador, cabeleireiro e homem". Você não leu errado. Mauro é cabelereiro e inclusive cortou o cabelo de Caio, do Brogui. Bem, sem mais delongas, o próprio Mauro tem algo a lhe dizer:

Não, não é Aracy de Almeida. Sigam o cara, porra!

Compartilhe:

  • Twitter
  • Facebook
  • Delicious
  • Digg
3 de junho de 2010 | Por Eden | Cinema

0006 
Depois da divulgação do uniforme do capitas é hora de dar uma olhada no uniforme do Thor. Observem que fugiram do visual lendário e chegaram junto da versão do Thor mais evoluida. Eu gostei, e vocês?

thorroupa2 thorroupa3

Compartilhe:

  • Twitter
  • Facebook
  • Delicious
  • Digg
2 de junho de 2010 | Por Eden | Cinema, Geek, Quadrinhos

0006 
Uma das coisas que sempre me pareceu complicadas de transpor os quadrinhos para as telonas foi justamente a adaptação dos uniformes. A não ser em filmes como Dick Tracy as cores berrantes e as roupas colantes de spandex dos quadrinhos ficariam ridículas. Algumas adaptações ficaram toscas – como o uniforme do primeiro Batman de Tim Burton onde Michael Keaton ( HAHAHAHAHA ) não conseguia nem virar a cabeça), outras ficaram muito ruim MESMO – como o Demolidor de Ben Afleck que parecia um viado sado maso – e poucas se salvaram – como Homem-aranha e Homem-de-ferro. E eu me recuso a falar dos peitinhos do Batman de Schumacher.

Alguns personagens não fazem sentido sem seus uniformes – mesmo que atualizados. O Homem-aranha é um deles. Uma roupa de couro ficaria completamente babaca. Os x-men tiveram suas fardas limadas (inclusive numa fase dos quadrinhos). O Capitão América é um dos que dariam problema nesse ajuste, segundo minha opinião. Ele, o Flash, O Super-homem, o Lanterna Verde e alguns outros simplesmente são tão representados por suas fardas quanto por seus poderes e personalidades.

E eis que me saem as primeiras artes conceituais do uniforme do capitas em sua adaptação para o cinema. O que achei? Gostei. Lembra muito a farda do Capitão América Ultimate e, quando feita de tecido e suja deve ficar legal sim. E vocês, o que acharam?

capitaulif1 capitaulif4

Compartilhe:

  • Twitter
  • Facebook
  • Delicious
  • Digg
2 de junho de 2010 | Por Eden | Humor, Propaganda, Vídeos

0001 
É normal ver a turma sacaneando os gaudérios mas dessa vez eles deram o troco.

Divertida a campanha da Polar. A frase de fechamento tem tudo pra virar bordão. Ah, posso sacanear os gaúchos, meu pai é gaúcho e aguenta. As piadas, né, Pai?

Compartilhe:

  • Twitter
  • Facebook
  • Delicious
  • Digg
1 de junho de 2010 | Por Eden | Humor

0003 
Com uma logo dessa o que será que podemos esperar dessa Copa?

logocopa2014_chicoxavier

Compartilhe:

  • Twitter
  • Facebook
  • Delicious
  • Digg
1 de junho de 2010 | Por Eden | Pessoal

000 
Você fuma? Logo, você fede. Pronto. Agora que você já percebeu minha posição em relação ao cigarro, continuemos.

Ontem foi o dia mundial sem tabaco. Aqui no nordeste também é chamado de dia mundial do nerd, já que algumas pessoas não compreenderam que o tabaco em questão é a planta e não um dos apelidos locais da “perseguida”. Quem me conhece certamente esperava um post venenoso, ácido e bem mordaz sobre esse que é um dos vícios mais estúpidos que se pode ter. Bem, amigo, se ter câncer, feder, ter o cabelo feio, hálito de quem masca Babaloo sabor bosta, pele amarelada, falta de fôlego, não ser bem vindo em vários lugares não lhe incomoda… fudeu. Como já disse antes espero realmente que você tome no papeiro (com papa, colher e tudo mais) e, mais tarde, ao menos sirva para dar seu testemunho de como o cigarro lhe matou. Estamos mesmo precisando rir um pouco.

Eu não consigo ter respeito por fumantes. Sério… não dá. Assim como não tenho respeito por quem cheira, injeta e afins. Assim como não tenho respeito por quem vive de pileque. Não adianta. Posso gostar da pessoa, conviver e tal… mas não dá pra ter fé nela quando é fraca ao ponto de se dobrar a um vício tão idiota. Pior ainda é quando não assume ser um vício. é um “gosto”, dizem alguns.

O que mais me impressiona é ver pessoas inteligentes, pessoas que até admiro, acender um cigarro ao acordar. AO ACORDAR!

- Bom dia cerca de 4000 substâncias tóxicas!
- Vá se foder! MORRA!
- Sim, sim, me foderei, morrerei e tudo mais, venha cá pra eu lhe tragar… hummmmmm

Não entendo como podem fumar dentro do carro, em trajetos curtos. Não dá pra esperar chegar em algum lugar???? Ah, mas é o estresse do trânsito! Desculpas, os fumantes sempre as tem. É o cafezinho, é ir fazer cocô – sim, eles tem esse hábito de fumar no trono e empestear as toalhas do banheiro, sua escova de dentes e tudo mais, é o transito, é a rebeldia. Mas, meus caros, se precisam de desculpas pra fumar que tal uma para PARAR de fumar?

Pesquisas indicam que, dependendo de sua marca de cigarro, em 20 anos você fumou um carro de luxo. São entre 60 e 70 mil Reais queimados e injetados como toxina em seu organismo. Isso se você fuma uma carteira por dia e não é daqueles cigarros de viado (se vai se matar faça como homem, fume DERBY e não aquelas merdas mentoladas, achocolatadas e aviadadas).

imageFoi isso que levou Diana Suganda, a mãe de Adi, o guri de 2 anos que FUMA 40 CIGARROS POR DIA a procurar ajuda. O fato dele já apresentar comprometimento do sistema respiratório não assustou Diana e seu marido (que não só ensinou o guri a fumar como fica encantado com suas habilidades). O que os incomodou foi o fato do guri custar R$ 7,00 por dia a família para estar com seu pito na boca.

E Adi apenas ganhou os holofotes pois ele está longe de ser o único. Quanto mais pobre, desgraçada e ignorante um população mais “elegante” e difundido o hábito de fumar. Na China, Indonésia e demais países onde a miséria corre solta (financeira e intelectual) o número de crianças fumantes é assustador. Pesquisas indicam que esse número cresceu 400% nos últimos 5 anos. Ah, detalhe, normalmente são os país a ensinar os filhos a fumar. Mereciam ter um rato faminto enfiado em seus retos.

O interessante é que não existem leis, ou o menor controle, sobre a venda de cigarros a crianças e afins. Na verdade a indústria do tabaco é vista como uma grande heroína. Eles investem na comunidade, ajudam a população, dão suporte e tudo mais. Engraçado, é o mesmo padrão de algumas gangues e traficantes. “Ajudam” de um lado para ter apoio popular. É o mesmo padrão daquele cafajeste que só quer lhe foder. Pode observar. A indústria do tabaco é um câncer alimentado com muito lobby. No Brasil, uma país “esclarecido”, ela é aceita por conta do recolhimento absurdo de impostos? Ou seria porque tem políticos no bolso? Alegar que é por causa dos empregos é de uma imbecilidade impar. Ela é aceita porque somos um mundo corrupto onde uma indústria rica como ela pode comprar o direito de matar inocentes.

Pois é, amigos, ignorantes fumarem eu até entendo. Mas você fumar? Isso não é ignorância, é burrice. Se não quer pensar na sua saúde, aparência ou na convivência social ao menos pense no seu bolso. E largue essa merda, seu idiota. Feliz resto do ano sem o dia mundial do tabaco.

E vocês, nerds nordestinos, podem voltar a tentar comer alguém. Era apenas um mal entendido.

Compartilhe:

  • Twitter
  • Facebook
  • Delicious
  • Digg