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30 de junho de 2010 | Por Eden | Pessoal

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Acabou de rolar uma discussão aqui por conta de uma afirmação feita no Twitter.

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E aí, o que vocês acham? Eu sei que esse post vai levantar alguma polemica – e quero deixar claro logo que não estou atrás disso – e muita gente vai deixar comentários dos mais estúpidos antes mesmo de interpretar o texto (ou ao menos lê-lo).

Uma mulher NUNCA vai merecer ser estuprada. É um dos crimes mais hediondos que eu conheço e nada o justifica. Contudo ela pode ter uma parcela de culpa pelo ocorrido. Ohhhhhhhhh!

Pronto, se pararam de ter crises e me chamar de idiota eu posso dar continuidade ao texto.

A questão é que de muitas formas uma pessoa pode ter uma parcela de culpa ao ser vítima de um crime ou mesmo acidente. É o que chamamos de vacilão. O turista que adentra a favela munido de iPhone e câmera último tipo e volta nu não merecia ser assaltado mas tem sua parcela de culpa no ocorrido. Ele vacilou. Se você retira uma grana no banco e conta a bolada na fila, na frente de todos, e ao sair é assaltado… você teve sua parcela de culpa, vacilou. Se dá em cima de uma mulher casada ou xinga alguém no transito e é assassinado você não merecia, mas tem sua parcela de culpa, você vacilou! Dar sorte ao azar faz de você uma vítima em potencial, seja lá de que crime for!

O mesmo vale para um crime horrível como o estupro.

“A mulher, vestida como periguete, com um short beiraceta – aquele de cintura tão baixa que mostra os pentelhos – e um top minúsculo branco, entra em um boteco entupido com homens da pior espécie, sensualiza com alguns, enche a cara e sai pela rua escura sozinha de 3h da manhã e termina estuprada… VACILOU!”

Ela tem o direito de se vestir como quer. Concordo. Tem o direito de beber onde quer. Concordo. Tem o direito de sensualizar com quem quer. Concordo. E tem o direito de voltar para casa como, por onde e quando quiser. Concordo. Concordo com tudo. Mas, convenhamos, deixe de lado seu feminismo e pense comigo: ela deu ou não sorte ao azar?

Logicamente não é sempre isso que acontece, mulheres são agredidas e estupradas indo trabalhar, em bairros “seguros” e em plena luz do dia (minha mãe quase foi vítima do Tarado de Boa Viagem, cara classe média, que ataca em bairro nobre aqui em plena luz do dia. Fugiu pulando do carro em movimento). O estuprador, em minha opinião, merece a morte. Inclusive os filhinhos de papai que usam do Boa Noite Cinderela para estuprar mocinhas em saída de boate. Mas, meninas, se você sai de uma boate com 3 garotões tiradores de onda que você não conhece e acontece algo assim você tem uma parcela de CULPA. Como tenho eu quando fui assaltado por estar andando pela rua a noite falando no celular. Ou como tem o cara que levou uns tapas no campo de futebol ao tentar encarar a torcida que chamava a mulher dele de gostosa – estando a mesma vestida como dançarina do Faustão. Crimes MUITO diferentes, é verdade, mas facilitados pelas vítimas. Quando acontece algo assim saímos logo com um “também, cara, você tem culpa, tinha nada que vacilar assim”.

Temos vários direitos que não podemos exercer porque temos que zelar pela nossa própria segurança e o estado não nos garante a segurança necessária para exercê-los. Simples. Temos que cuidar de nós mesmos, temos que, ao máximo, tentar não vacilar. É preciso deixar de lado essa ideologia tosca e parar pra raciocinar que o mundo não é preto e branco. Não podemos fazer o que queremos ou que poderíamos pensando em nossos direitos. Isso não é idealismo, isso é BURRICE!

Vacilão é vacilão, independente de sexo. E se você acha que pode sair na rua de madrugada, nas bocadas, sozinha, de biquíni, simplesmente porque tem direito… sinto muito, você não é defensora dos direito da mulher, você é uma completa IDIOTA.

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30 de junho de 2010 | Por Eden | Causos, Curioso, Humor, Vídeos

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Não podia deixa de publicar a gafe cometida por Fernanda Gentil da SportTV. Vergonha alheia level 10.

Cara, é complicado uma dessas. O politicamente correto manda que tratemos deficientes o mais dentro do normal possível o que, de fato, poderia nos fazer cometer gafes assim. Não foi culpa de Fernanda.

Duas gafes envolvendo o assunto.

1. Uma vez o vocalista Tribo de Jah, banda de reggae composta por cegos, ao fechar um show na praia de Boa Viagem, soltou um “Amanhã quero VER todo mundo no show de Gaibú!”. Logicamente um troll emendou com um “Porra, ver como, hein?!?!”

2. Curioso, questionei um amigo cego – que detesta ser chamado de deficiente visual, como ele fazia para limpar a bunda após sentar no colo de bocão. Fui prontamente respondido com um “Com cuidado, com muito cuidado”. Tá, não foi uma gafe… mas eu ri.

Vi o vídeo na PIX.

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29 de junho de 2010 | Por Eden | Cinema, Vídeos

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O filme nacional mais esperado do ano acabou de liberar o seu trailer. Na sequência o Capitão Nascimento é secretário de segurança do RJ e transforma o BOPE em uma verdadeira maquina de guerra contra o tráfico. O pau come solto até ele descobrir que o inimigo não está apenas na favela…

Eu acho interessante como brasileiro não faz trailer como americano. Nos EUA esse trailer só teria as cenas “massa véio” e uma música pancadão. Bem, seja como for mal posso esperar pra estréia que será dia 08 de outubro.

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29 de junho de 2010 | Por Eden | Novas Mídias, Pessoal, Propaganda

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Essa é uma pergunta recorrente em toda palestra que dou. É normal ver pessoas se questionando sobre que tipo de integração devem ter com o universo das Mídias Sociais para trabalhar na área. É mesmo preciso ser blogueiro?

“Uma mentira citada mil vezes torna-se verdade”. Ok, estou exagerando. Essa ideia errônea se deu pela forma como surgiram os primeiros profissionais de Mídias Sociais no Brasil. No princípio tudo era… dúvida… e… err… hum, eu não podia ter escrito o Gênesis. Shit. Bom, a verdade é que no princípio essa área era um mistério tremendo para todos os envolvidos. Todos mesmo. A agência off que queria se integrar, o cliente, as marcas e até mesmo para os blogueiros. Sim, para os blogueiros também. Mas a questão é: eles eram o que havia de mais próximo do meio. É basicamente como contratar alguém que gosta muito de comer para gerente de Alimentos e Bebidas. Errado? Não, não exatamente. Na época era essa a melhor opção.

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A maior parte dos profissionais de Mídia Social que eram blogueiros hoje atualizam seus blogs com uma frequência mínima. Muito trabalho, pouco tempo.

Logo alguns blogueiros se viram literalmente sugados pra dentro do mundo da propaganda. Inagaki, Dani Koetz, Ian Black, Mason, Interney e muitos outros foram convocados para guerra. Era algo como “você não é exatamente um soldado mas conhece o terreno e vai lutar por algo que acredita!”. Eita, discurso bonito, hein? Alguns tinham algum background em comunicação, é verdade, mas a maioria nem de longe sonhava em ser “publicitário” antes da oportunidade surgir. Alguns deles abraçaram a oportunidade, estudaram, pesquisaram, aprenderam com os erros e acertos e tornaram-se profissionais competentes. Outros não tem jeito para a coisa e seguem na profissão em cima de um “nome”. Esses vão ser superados por vocês. Sim, por vocês.

O conhecimento que a maioria dos blogueiros que foram a gênese dos profissionais de mídias sociais tinha na época em que começaram está acessível a todos vocês. Na verdade, diria eu, há muito mais dados, cases, pesquisas, estudos e, muito importante, interesse comercial que havia lá trás. O network, considerado a maior qualidade dos primeiros profissionais, já não é exatamente tão importante. O formato que vai se provando mais eficiente em mídia social foge do padrão “você é meu amigo, vai entrar nessa por mim”. As coisas vem acontecendo de forma mais profissional e em um tamanho bem maior que o do umbigo de alguns blogueiros. O quadro, como era de se esperar, vem mudando. E ser blogueiro, apesar de contar pontos, não é obrigatório.

Porra, Eden, tergiversou, tergiversou e não respondeu a pergunta do título. Calma, jovem padawan, calma. A verdade é que não, você não precisa ser blogueiro, não precisa ter um milhão de amigos e muito menos ter 50 mil seguidores no Twitter. Você não precisa nem MESMO saber blogar!

Trabalhar com mídias sociais é bem mais abrangente do que muita gente imagina. A maioria só conhece a função de ANALISTA de Mídias Sociais (que para muita agência significa comprador de post ou remetente de releases). Planejamento, criação, análise de métricas, mídia, RP, coolhunter, produtor de conteúdo, coordenador de campanha, gestor de presença. Cada função exige caraterísticas próprias que envolvem conhecimentos sobre psicologia, propaganda, jornalismo, relações públicas, estatística, O&M e muito mais. Será que um coolhunter precisa saber blogar? Será que isso é preciso para perceber tendências se formando no horizonte? E será que um analista de métricas precisa saber blogar ou mesmo ter network? Não, não precisa. Trabalhar em mídias sociais já não é mais trabalhar para a blogosfera.

Logo agências e clientes vão perceber que ter o profissional que se acha é diferente de ter o profissional que faz. Não vai demorar. As coisas acontecem MUITO rápido em Mídias Sociais. Nesse momento vai se destacar quem estudar de verdade, quem buscar o conhecimento necessário para empreender bem a função que escolheu em uma agência on, quem pesquisar, defender, debater e participar. Conhecer o meio é FUNDAMENTAL, entender do meio é OBRIGATÓRIO, ser parte dele nem tanto. E boa sorte a todos os malucos que desejarem encarar essa empreitada.

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28 de junho de 2010 | Por Eden | Novas Mídias

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Fantástica linha do tempo dos grandes memes da web postada por Rosana no Querido Leitor. Vale muito a pena dar uma olhada onde tudo começou e como esses memes foram evoluindo, ou não, com o passar do tempo.

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28 de junho de 2010 | Por Eden | Curiosidade, Propaganda

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Excelente coletânea de anúncios feitos para chocar publicada pelo amigo Diego, do Dormiu. Eu confesso me surpreender com anúncios assim. Acho que nunca vi algo do tipo no Brasil… aqui existe uma certa resistência a entrar com os dois pés no peito do target como se faz no exterior. Por mais contraproducente que pareça acho que pra determinados assuntos esse tipo de propaganda funciona. É algo como um tremendo tapa na cara. São feitas para não gostar MESMO e com isso despertar um sentimento ruim.

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A última foge um pouco do padrão mas visualmente é bem FODA.

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28 de junho de 2010 | Por Eden | Curioso

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Sério, não sei se foi a Brahma, o dono do bar, o dono do puteiro ou o que seja… mas essa sem dúvida foi a MELHOR ação de guerrilha dessa COPA!!!!!! Se alguém souber onde vai rolar outra favor avisar com urgência!

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Teve uma dona que ficou constrangida com tantos peitos maravilhosos balançando ao seu redor e saiu fora…

Vi no Treta.

UPDATE

A ação foi realizada pelos Legendários (dica da bela Miss Moura)??!!?! Taí, quem disse que os caras não fazem nada que presta? Hum… eu disse. Mas, bom, taí, fizeram alguma coisa.

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28 de junho de 2010 | Por Eden | Curioso, Geek

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Muito bom esse gráfico. Você consegue identificar essas máscaras famosas do mundo pop?

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Vi no Jacaré Banguela.

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28 de junho de 2010 | Por Eden | Novas Mídias, Propaganda, Vídeos

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Como você usaria as mídias sociais pra vender liquidificador. Pior ainda… como faria isso se seu produto fosse mais feio que encoxar a mãe no tanque? Parece a famosa pegadinha que os professores de Propaganda tanto gostam, passar aqueles produtos infelizes para os alunos criarem campanhas quase que impossíveis.

É por ter resolvido o problema proposto acima – e de forma magistral – que a campanha “Will it Blend”, da Blendtec, ganhou minha eterna admiração.

A ideia é simples: bater no liquidificador todo hype consumista americano que surgir. O vídeo, produzido de forma visualmente bem divertida, mostra um “cientista maluco” triturando os objetos de desejo de milhões de pessoas. Quem vê manda para o amigo que certamente fica puto por ver aquilo que tanto deseja ser triturado e envia para outro amigo. “Cara, vê que absurdo!”. E assim o vídeo vai viralizando e todos vêem uma coisa: que liquidificador popeiro duzinferno.

O canal dos caras tem quase 300 mil assinantes e os vídeos somam mais de 100 milhões de views. A ideia rendeu um aumento de mais de 500% nas vendas dos produtos da marca.

O mais recente vídeo foi o melhor que já vi. Capricharam um pouco mais dessa vez, tem historinha envolvendo o iPhone 4 e outras coisitas mais.

Um belo exemplo de que se deve olhar de fora da caixa para buscar soluções interessantes – eu não gosto do termo mas, enfim, é isso.

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28 de junho de 2010 | Por Eden | Propaganda, Vídeos

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Uma  divertida ação de guerrilha apresentou uma panela gigante com “alimentos” que não grudavam na sua superfície…

Criativo e bem divertido. O impacto pode parecer pequeno – em tese limitado pelo número de pedestres – mas uma ação desse tipo costuma gerar mídia espontânea (como essa) e repercutir bem além das limitações demográficas no momento de sua realização.

Ri no Sedentário.

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