Ah, os flashmobs
Bem, se você não sabe o que é um flashmob eu recomendo dar uma lida neste post AQUI. Pronto, leu? Joia, vamos adiante.
Basta dar um search pelo termo flashmob (ou flash mob) no Twitter para perceber como ele vem se tornando realmente uma febre. O bicho está pegando. E se engana que acha que se trata apenas de danças e afins, longe disso. Vemos todos tipo de flashmobs sendo planejados em todos os cantos. No mundo todo grupos buscam se reunir para realizar suas ações tenham ela fins comerciais – bancados por marcas, diversão ou protesto.
Como internauta e publicitário eu acho o conceito divertido e interessante. Você levar uma ideia digital para o mundo real e trazer o resultado disso para o digital. Você gerar interação, diversão, surpresa. SUPRESA. É exatamente sobre isso que quero falar.
O que temos visto é que agora parece valer apenas Flashmobs que movimentem milhares de pessoas. “Ah, teu flashmob só teve 10.000 integrantes? Saí daqui, eu não me misturo com não relevantes”. Que bobagem… pelo amor de Deus. Os números impressionam no vídeo, lógico, tornam um flashmob notícia, impactam que está por perto. Oras, milhares de vozes cantando Hey Jude devem ter sido ouvidas nos cafundós, claro. Mas será que realmente se resume a isso?
Não, não se resume.
Como eu disse antes a SUPRESA é que vale. Vejam só esse “flashmob” sem mob, realizado dentro de uma loja da Apple.
Um casamento. Apenas 3 pessoas, balões e algo que ninguém esperava. Pouca gente realizando e pouca gente impactada. Ao menos fisicamente.
Digamos que 30 pessoas se encantaram com aqui – e se encantaram como você pode perceber pela reação, fotos e afins. Algum de vocês deixaria de comentar o fato com todos que encontrassem nos próximos dias? Algum de vocês esqueceria facilmente aquilo ali? O pequeno flashmob marcou de forma singular 30 pessoas que dificilmente vão esquecer aquele momento. Encantou – e essa foi a palavra mágica da propaganda durante muito tempo.
E não para por aí. Virou um vídeo – e viralizou. Virou um case – e viralizou. Virou um pequeno sucesso de apenas 3 pessoas.
Flashmobs não são medidos apenas por números de participantes. Eles devem ser medidos pelo número de pessoas que se divertiram e se encantaram com aquela ação. Seja ela um casamento com apenas 3 pessoas, uma guerra de travesseiros com centenas ou uma música cantada por milhares.
Bem, que curtiu o assunto e quiser participar de um Flash mob agora tem uma grande oportunidade. A Club Social criou um site exclusivamente para trabalhar o conceito de “A Mania do Verão”. Lá você poderá saber como participar do flashmob que será realizado em Fortaleza, no dia 27 de fevereiro. Ah, seguindo o perfil @flash_mobs no Twitter você ainda vai receber dicas de vídeos com os melhores Flash Mobs, saber onde estão sendo planejados pelo Brasil e dicas para participar. É divertido, pode acreditar.


















Será que só eu não entendi esse FlashMob?
Poxa!
Não gosto de não entender!! : (
“Pestenção” que vai ter um aqui em Recife também!
[...] isso? Simples. Uma boa agência de Recife resolveu tocar uma campanha envolvendo flashmobs. Arriscado, pensei eu, afinal no Brasil temos pouquíssimos flashmobs de sucesso. Não é [...]
Acho que o nome pra o tipo de ação com menos pessoas não seria exatamente flashmob, mas algo como flash action. Sério, mob vem de muito, muita gente, aglomerado, uma ação que move muita gente e impacta por números e efeito. Não faço qualquer analogia qualitativa sobre qualquer inferencia quantitativa, mas acho um pouco estranho quando um mesmo nome é usado para coisas um pouco distintas.
De qualquer modo, acho bastante criativo qualquer tipo de ação de mídia que tente se alocar no cotidiano real das pessoas. Afinal, chega de tanta propaganda de margarina surreal.