Archive for fevereiro, 2010

Max Poxa Vida

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Apenas um nerd sem vergonha na cara ou algo mais? Ok, ok, estou parecendo um integrante do CCV, o famigerado Comando de Caça ao Viral, mas, poxa, ninguém pode ser tão esterioripado assim.

O cara é feio, magro, tem a instalação cruzada (chora em x, sabe?), usa óculos de aro grosso, fala sem olhar pra câmera e só aborda assuntos nerds/geeks? Fora que o texto é bom, muito bom, e a edição muito bem feita – por mais que apareça amadora. Ele é a personificação do Hiena “ó, vida, ó, azar”.

O canal do cara é hilário, você pode perder horas assistindo-o divagar sobre os mais variados assuntos. Sintam só o drama cmo alguns que selecionei para vocês:

E aí, real ou fake? Pessoa ou personagem? Bem, não importa, no alto de sua tosqueira ele é divertido.

Um coral… diferente

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Uma coisa que o americano tem de legal são esses shows de calouros escolares, sempre sai uma coisa interessante no meio de um monte de tosqueiras.

Observem como ficou legal esse coral armado de plaquinhas e muito bom humor.

Vi lá no Xpock.

Esse é o verdadeiro tripé!

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Vejam que impressionante vídeo de um urso que, devido a perda de uma pata, anda como um humano. Se você encontrar com ele de noite na mata certamente vai jurar ter visto o pé grande…

Vi no Xpock, do querido Dan Soares.

Vem fazer fom-fom meu bem

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Tem uma máxima que diz “se peito fosse buzina a noite ninguém dormia”. Engraçado, que criança nunca ligou um peito a uma buzina? Quem nunca pensou em fazer fom-fom naquela gostosa da escola? E o conceito foi levado pra propaganda o que resultou em um interessante comercial para as mulheres e um prato feito para os voyeurs adolescentes.

Vi no Hasnos, do meu querido amigo Nhock.

O pior é que é verdade

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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O melhor da propaganda visual é quando com uma sacada ela consegue nos “mostrar” algo com que todos concordamos mas que nunca imaginamos ver. Olha só essa sobre TMP:

GENIAL! Rá.

A verdade a qualquer preço

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Não sei se vocês lembram de um filme chamado Crazy People onde Dudley Moore faz um publicitário de sucesso que tem uma crise nervosa e resolve fazer campanhas que só dizem a verdade sobre seus produtos. Considerado louco por seus chefes termina internado numa instituição e a transforma numa agência usando justamente o mote de “sempre dizer a verdade”. Uma das campanhas de sucesso criada pelos “loucos” é “Eu compro Porshe para pegar mais mulher” ou “Nós japoneses somos baixinhos, por isso ficamos mais perto dos eletrônicos na linha de montagem o que resulta em produtos melhores”. A comédia, apesar de datada, é bem divertida, recomendo.

Bem, mas essa introdução foi feita apenas para mostrar a vocês que o Bobagento achou uma prova de que tem gente que usa realmente essa técnica na vida real. Riam…

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Como cantar um designer

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

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Uma tag no Twitter terminou por gerar essa divertida lista abaixo com 50 maneiras de se cantar um designer ou diretor de arte. Bem, algumas são até bem criativas (mas não tanto quanto as que estão rolando nas promoções realizadas pelo @fvrec no Twitter esta semana).

  1. C MY KÊ?
  2. Você é o CSS do meu HTML
  3. Quando te vi, travei igual o corel draw!
  4. Meu amor por você brilha como a intensidade branca de R0 G0 B0.
  5. Você é tão linda que nem precisa de photoshop
  6. Que curvas, se eu te pego te transformo em JPEG
  7. Sexo A3 ou A4?
  8. Você está sempre dentro do meu corel (analogia ao core s2)
  9. Adoraria ter você no meu portfolio
  10. Por você eu uso até Comics Sans!
  11. Eu conto os pixels para poder te ver e o Corel Draw é meu pior castigo.
  12. O teu sorriso transforma meu dia, de pixel a vetor.
  13. Você não é tipografia, mas faz o meu tipo.
  14. Você não é logo, mas faz o meu tipo.
  15. Quando deus te desenhou ele usou photoshop
  16. Que belo grid você tem aí hein?
  17. Me joga no desktop e me chama de wallpaper
  18. Minha vida com você é brainstorm de emoções e que não precisa de aprovação para saber que sem você não há arte final.
  19. Você deixa o meu mundo menos greyscale.
  20. Me joga na sua paleta e me chama de pantone
  21. Será que esse MAC tem MSN?
  22. Vou transformar seu rascunho em arte-final.
  23. Você é minha “FONTE” de inspiração
  24. Quer ter um Pixel com você!
  25. Seu eu pudesse dava um Ctrl+D .. e Ctrl+S para não te perder.
  26. Vc é a minha magenta que faltava no meu CMYK.
  27. Você é o pixel que completa minha imagem.
  28. Se o thumbs é assim, imagina o fullscreen!
  29. Rosas são #FF0000, violetas são#0000FF
  30. Quando Deus te desenhou ele estava usando Tablet
  31. Me cola na sua layer e me chama de objeto!
  32. Casa, comida e 600dpi
  33. Sozinho eu era .jpg com você sou um gif animado.
  34. Vamos diminuir o kerning entre nós dois?
  35. MAC coisa linda.
  36. Nossa mas que bela interface você tem!
  37. Com vc meu mundo fica mais colorido que qualquer escala pantone!
  38. Pra Deus vetorizar outra que nem você, nem com tutorial.
  39. Você faz o meu fire… works.
  40. Vc é a minha linha Guia!!!!
  41. Nossa gatinha, calma! Assim CMYK-ansa!
  42. Você é muita resolução pro meu monitor!
  43. Qual é o atalho pra sua layer de baixo ?
  44. Posso embedar um beijo.tiff no seu rosto.ai ?
  45. Você é meu Object de desejo.
  46. seu pai é o steve jobs? não? mas vc é uma maçã!
  47. …e aí gatinha, Cmd+G?
  48. você foi um insight na minha vida!
  49. Quando Deus te layoutou, ele tava conceituando!
  50. Me rasterizo por você!!!

Que rebolation que nada, o negócio é o robulation!!!

terça-feira, fevereiro 23rd, 2010

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Eu dispenso completamente qualquer citação a essa BOSTA chamada reboletion – uma triste volta aos tempos do Cumpadre Washington e suas tosqueiras – mas não podia deixar de postar essa versão. Seguraaaaaaaaaaaaaa DJ!

Dica de Jader Franca, o sábio guardião de notebooks da Campus Party.

A mídia social corporativa

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010

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Negar que a Mídia Social é a menina dos olhos de muitos marqueteiros é tapar o sol com a peneira. Assim como negar que dentro de um ano eles já vão estar idolatrando outro boi dourado. A mídia social tornou-se produto do próprio meio, tornou-se hype.

É quase um produto MESMO. Todo o padrão está aí. Tivemos os Innovators e agora estamos na fase dos Early Adopters. Bem, ao menos é o que julga a maioria. Eu ainda acho que estamos no Early Majority. Não é uma questão de timing e sim de visão.

Não é simples, como canso de dizer, convencer uma empresa que não tem uma postura mais ousada a investir em mídia social. Por mais que ela reconheça o hype, que queira pagar de cool, ainda assim fica complicado apostar fichas nessa “coisa estranha”. Muitas vezes se permitem apostar com pouca grana, ficando ali no big blind. Mas todo mundo sabe que quem fica no big blind não leva o pote. Quanto menor a aposta menor a chance de vitória e maior a chance ficar com o gosto ruim de um resultado negativo – ou longe do desejado. Não há mágica. Quer resultado? Invista.

Em um Brasil onde o termo branding é motivo de piada como explicar a um cliente que esse ainda é o maior benefício do investimento em mídia social?

Como explicar que não se trata exatamente de propaganda mas de uma mistura de marketing, relações públicas e psicologia? (sim, psicologia, faz muito tempo que a psicologia não é tão importante para a comunicação como se faz nas mídias sociais)

Bem, você pode tentar. Vou lhe dar alguns argumentos.

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Branding ainda é o negócio mas não só ele.

O gráfico acima mostra algo que todos já sabem, não é mesmo? Não. Muita gente ainda acha que a mídia social faça milagres. Não dá pra VENDER qualquer produto por mídias sociais. Ou ao menos não como poderia ser feito numa campanha de varejo. A mídia social não veio para substituir e sim para complementar. Você pode ter sua campanha de varejo e utilizar o Twitter, por exemplo, para tirar dúvidas de seus clientes e trocar ideias. Perceba que a troca de informação vem colado, perdendo apenas por um focinho. É aí que está o pulo do gato. O cliente mais bem informado sente-se seguro, mais bem atendido e mais a vontade para divulgar sua marca/produto para terceiros.  E, observem, não estamos falando da troca de informação de sua empresa com os internautas mas sim entre internautas sobre sua empresa!

2

Mas como as empresas usam a Mídia Social?

Observe o gráfico acima sobre o uso corporativo das mídias sociais. Agora some Understanding customers, Public relations e Lead generation. Teríamos então 55,5% de uso voltado ao “relacionamento” com o internauta. Sim, eu sei que se quisesse poderia encaixar Information sharing e Branding aí mas sejamos mais pragmáticos. Esses 55,5% representam o quanto as empresa estão investindo em obter e utilizar as informações na web para influenciar os internautas. Durante anos esse foi o maior sonhos das empresas: entender os consumidores, falar a língua deles, estreitar relacionamentos. Empresas gastaram milhões em pesquisas qualitativas e quantitativas e outras foram crucificadas por não o fazer. Agora isso custa MUITO menos e pode ser feita de forma muito mais informal. Não estou diminuindo a importâncias das pesquisas tradicionais, calma, mas convenhamos que reunir pessoas numa sala com uma janela espelhada pode não ser exatamente o ideal para saber o que ela está pensando. É mais ou menos como bater uma foto usando uma teleobjetiva. Sem invadir o espaço do alvo você o fotografará bem mais a vontade, em momentos bem mais verdadeiros.

6

E o que exatamente dá resultado?

O gráfico acima mostra as redes que tem demonstrado melhor resultado em campanhas de mídia social. Nos EUA, claro. Se eu concordo com isso? Eu diria que a ferramenta, ou rede, que dá mais resultado é aquela onde seu target está. Poxa, se um dos grandes benefícios da mídia social é justamente podermos segmentar nossas ações porque achar que determinada rede é melhor ou pior? A rede ideal é aquela que pode atingir o resultado que você planejou quando criou sua estratégia. Você planejou, não foi? Não? Volte todas as casas! Entenda primeiro que sem planejamento não há ação! E nesse planejamento é que será definido se você irá atuar no Orkut, Twitter, Facebook ou até mesmo no natimorto Formspring. Você deve ir onde seu target está. Simples.

7

E os blogs, onde entram nisso?

O gráfico acima demonstra as redes que estão despertando o maior interesse do mercado corporativo. Blogs em primeiro lugar. É agora que muita gente reclama… “Ah, blogs?”. Sim, blogs. Não tiro o mérito dos grandes blogs de humor que recebem milhares de visitas, esses tem o seu valor. A questão é: com o passar do tempo eles tendem a se tornar cada vez menos funcionais para o tipo de comunicação que buscamos utilizando as mídias sociais. Não buscamos, em tese, clicks ou visibilidade. Ao menos não deveríamos. Temos que buscar influenciar a opinião dos leitores e estimulá-los a debater sobre nosso produto/marca, nos provendo informações valiosas e fazendo propaganda boca-a-boca. E quem melhor que isso que um blogueiro cuja as visitas se dão porque seus leitores querem sua opinião sobre os assuntos que ele debate e não apenas rir com alguma imagem ou vídeo que ele colocou. Ele pode não atingir milhares mas tem a taxa de conversão alta, ele tem credibilidade junto aos seus. Os blogs são aliados valiosos sabendo como usá-los.

Entender a mídia é fundamental para poder acreditar nela. E quando falo em acreditar não falo apenas sobre o cliente. Os “veículos” também precisam acreditar mais no poder que tem em mãos. Mas isso é assunto para outro post.

Fake mas ainda assim genial

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010

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Você pode até ter visto esse anúncio em outro lugar – me disseram que é “velho” – mas eu não podia deixar de postar. Criado pelo designer John Nolan ele me fez dar boas risadas. Espero que curtam.

Como você teve essa ideia?

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010

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No meu caso isso é BEM verdade.

Ah, os flashmobs

sexta-feira, fevereiro 19th, 2010

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Bem, se você não sabe o que é um flashmob eu recomendo dar uma lida neste post AQUI. Pronto, leu? Joia, vamos adiante.

Basta dar um search pelo termo flashmob (ou flash mob) no Twitter para perceber como ele vem se tornando realmente uma febre. O bicho está pegando. E se engana que acha que se trata apenas de danças e afins, longe disso. Vemos todos tipo de flashmobs sendo planejados em todos os cantos. No mundo todo grupos buscam se reunir para realizar suas ações tenham ela fins comerciais – bancados por marcas, diversão ou protesto.

Como internauta e publicitário eu acho o conceito divertido e interessante. Você levar uma ideia digital para o mundo real e trazer o resultado disso para o digital. Você gerar interação, diversão, surpresa. SUPRESA. É exatamente sobre isso que quero falar.

O que temos visto é que agora parece valer apenas Flashmobs que movimentem milhares de pessoas. “Ah, teu flashmob só teve 10.000 integrantes? Saí daqui, eu não me misturo com não relevantes”. Que bobagem… pelo amor de Deus. Os números impressionam no vídeo, lógico, tornam um flashmob notícia, impactam que está por perto. Oras, milhares de vozes cantando Hey Jude devem ter sido ouvidas nos cafundós, claro. Mas será que realmente se resume a isso?

Não, não se resume.

Como eu disse antes a SUPRESA é que vale. Vejam só esse “flashmob” sem mob, realizado dentro de uma loja da Apple.

Um casamento. Apenas 3 pessoas, balões e algo que ninguém esperava. Pouca gente realizando e pouca gente impactada. Ao menos fisicamente.

Digamos que 30 pessoas se encantaram com aqui – e se encantaram como você pode perceber pela reação, fotos e afins. Algum de vocês deixaria de comentar o fato com todos que encontrassem nos próximos dias? Algum de vocês esqueceria facilmente aquilo ali? O pequeno flashmob marcou de forma singular 30 pessoas que dificilmente vão esquecer aquele momento. Encantou – e essa foi a palavra mágica da propaganda durante muito tempo.

E não para por aí. Virou um vídeo – e viralizou. Virou um case – e viralizou. Virou um pequeno sucesso de apenas 3 pessoas.

Flashmobs não são medidos apenas por números de participantes. Eles devem ser medidos pelo número de pessoas que se divertiram e se encantaram com aquela ação. Seja ela um casamento com apenas 3 pessoas, uma guerra de travesseiros com centenas ou uma música cantada por milhares.

Bem, que curtiu o assunto e quiser participar de um Flash mob agora tem uma grande oportunidade. A Club Social criou um site exclusivamente para trabalhar o conceito de “A Mania do Verão”. Lá você poderá saber como participar do flashmob que será realizado em Fortaleza, no dia 27 de fevereiro. Ah, seguindo o perfil @flash_mobs no Twitter você ainda vai receber dicas de vídeos com os melhores Flash Mobs, saber onde estão sendo planejados pelo Brasil e dicas para participar. É divertido, pode acreditar.

Camisas de Social Media

quinta-feira, fevereiro 18th, 2010

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Galera, essas camisas foram desenvolvidas para serem vendidas na Campus Party com motivos que envolvem, de forma divertida, mídia social.

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camisa Cparty 05

As que sobraram estão sendo vendidas por R$ 15,00 + o frete. se curtirem é só manda um e-mail para eden.wiedemann(arroba)gmail.com.

O oxigênio vai a escola

quinta-feira, fevereiro 18th, 2010

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Aprendendo química de um jeito inteligente.

Quem me dera que no meu tempo tivesse algo assim. Quem sabe eu não odiaria química com todas as forças do meu ser como odeio hoje?

Você não sabe o resultado de uma campanha em Mídia Social… mas o DARPA sabe.

quinta-feira, fevereiro 18th, 2010

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E falando de resultados… É, esse é o drama. Comprovar resultados em mídias sociais. Mas não se sinta estúpido por não ter certeza como fazê-lo, a coisa é tão complexa que os EUA apelaram para o DARPA – ele mesmo, o departamento responsável pela criação da internet – para produzir dados concretos sobre isso (apesar do objetivo não ser exatamente visando o marketing).

Com a ajuda do MIT, a fazenda de malucos capazes de conquistar o mundo, o DARPA criou um concurso para analisar melhor os mecanismos de colaboração das redes sociais.

A ideia foi simples: 10 balões atmosféricos vermelhos foram espalhados pelos EUA. A primeira pessoa – ou grupo de pessoas – que informasse a localização exata dos balões levaria um prêmio de U$ 40.000,00. Nada como grana para agitar a galera. É claro que o MIT estava se lixando para os balões em si, eles queriam era entender as técnicas utilizadas para encontrá-los, o mecanismo por trás das redes sociais. O resultado?

1. Os grupos com fins humanitários não se saíram bem. Ou seja, aqueles grupos que reverteriam o prêmio em doações não estavam tão estimulados quanto aqueles que gastariam os seus em cerveja.

2. O trafego do Twitter ficou congestionado. O Facebook também foi fundamental. Os cientistas ficaram impressionados com o fato de que os balões foram descobertos em apenas 9 horas.

3. Os concorrentes plantavam informações falsas tentando atrapalhar e criar caos. Para evitar isso foi fundamental aos participantes desenvolver técnicas para a aprovação de dicas. Elas deviam vir de pessoas conhecidas, com a origem devidamente checada. Conhecer a fonte se tornou tão importante quanto a informação em si. Igualzinho ao que os jornalistas brasileiros tem feito no twitter.

4. Custo zero ajuda. Sem gastar “nada” e correndo o risco de ganhar uma bolada a adesão foi maciça. O seja, nada de descobrir a cura do câncer usando redes sociais, isso custa dinheiro e os usuários não estão a fim de gastar. Propaganda ainda funciona mas, segundo o DARPA, a rede é mais eficiente para encontrar crianças desaparecidas e combater o terrorismo que para viralizar anúncios. Bem, eu discordo em parte mas eles são o DARPA, não é mesmo?

5. Objetivos claros e resultados verificáveis são fundamentais para o sucesso de qualquer ação em mídias sociais.

Bem, no fim das contas o DARPA chegou a conclusão que as redes sociais podem ser fundamentais em caso de guerra, tragédias e ataques. Concluíram também que é cedo para definir o potencial das mesmas mas que de fato funcionam para divulgar sua mensagem. E foi o DARPA, hein?

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