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27 de janeiro de 2010 | Por Eden | Novas Mídias, Propaganda, Vídeos

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Informação é poder. Lembram dessa máxima? Durante muito tempo ela foi quase que um mantra de qualquer executivo. Informação. Ela era valiosa pelo mesmo motivo que outras coisas são valiosas: ela era escassa, rara, cara. As fontes de informação eram limitadas e, como todos sabem, controladas por grandes grupos que definiam suas próprias verdade e, após selecionarem seu posicionamento, escolhiam o que, como e quando dizer. A informação que não era selecionada por eles circulava entre poucos e essa sim era relevante.

Mas os tempos mudaram. Na verdade essa foi a maior contribuição da WEB: tornar a informação ágil e de fácil alcance. Hoje nada mais é segredo – e poucas coisas são sagradas. Vacilou? Está no youtube. Criou? Postou online. Viu? Twittou para os amigos. O poder descentralizou…  ele está fluindo das mãos das grandes corporações para o consumidor, para o eleitor, para o internauta, para você.

Hoje, com a web – e as mídias sociais – sua voz pode ser ouvida em qualquer lugar do mundo e nem a língua é mais uma barreira. Uma mudança de paradigma que realmente não é fácil de ser aceita por quem durante muito tempo acreditou ser “o dono da verdade”. E não haverá retrocesso… é um fato.

Nada do que eu falei até agora é um grande segredo. A questão é que quando se aceita fica bem mais fácil compreender os princípio da Mídias Social.

Abaixo um pequeno vídeo para que qualquer mongo entenda.

Esse é o verdadeiro poder das mídias sociais – informação de anonimos para anonimos, de um para milhões, de qualquer um para milhões.

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27 de janeiro de 2010 | Por Eden | Humor

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carreiras

Nem preciso dizer que kibei do Capinaremos, né?

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27 de janeiro de 2010 | Por Eden | Notícia, Novas Mídias, Propaganda

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Mais um excelente texto kibado na integra do Acerto de Contas. A Amanda Costa mais uma vez detona em um texto descrevendo o perfil do usuário de WEB no Brasil. Leitura mais que obrigatória.

Por Amanda Costa
para o Acerto de Contas

Depois daquele fenômeno cibercomportamental no qual os brasileiros rapidamente se apropriaram da plataforma de comunicação Orkut, tornando-se a clientela de nacionalidade majoritária da rede, eis que surge o fenômeno Twitter e estamos a um passo do primeiríssimo lugar em número de usuários do microblog.

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Quer dizer, “a um passo” é um tanto de exagero, pois representamos apenas 8,7% do total de usuários, contra aproximadamente 50% de norte-americanos. Mas, de acordo com pesquisa da Sysomos divulgada na rede, esse percentual já nos garante o segundo lugar. Em terceiro colocado está o Reino Unido, quase colado na gente, com 7,2%. De toda forma, o crescimento do número de usuários brasileiros está se dando de forma rápida, uma vez que em junho do ano passado nossa participação correspondia a apenas 2%.

A pesquisa também revelou o nível de participação de cada nacionalidade em percentuais de twittadas. Os americanos twittam 56% das mensagens publicadas no microblog, a segunda posição é do Reino Unido, com 8% de twittadas, e os brasileiros caem para o terceiro lugar com 6,7% de participação.

As três cidades que mais usam o Twitter, segundo a Sysomos, são Londres (2%), Los Angeles (1,6%) e a brasileira São Paulo (1,4%). O Rio de Janeiro, com 0,75%, figura em nono lugar.

Orkut, Twitter e MSN são verdadeiras manias dos brasileiros. Não consegui achar números na web que dessem conta do percentual de brasileiros versus outras nacionalidades no uso do MSN, mas segundo pesquisa realizada pela F/Nazca (do Datafolha) e divulgada na rede, 45% dos internautas brasileiros citam o MSN como canal de comunicação, perdendo apenas para o Orkut, citado por 54% dos pesquisados.

Uma notícia bacana, trazida pelos números da F/Nazca, é a de que os internautas nordestinos são os que mais compartilham mensagens e arquivos (fotos, áudio, vídeo etc.) na web, representando 77% dos que declararam o hábito, enquanto apenas 55% dos internautas da região sul o fizeram.

Nós, brasileiros, somos ávidos usuários de redes de comunicação. Gostamos de interagir, de divulgar, de marcar nossa existência no ciberespaço. Claro que a “qualidade” dessa interação, dessa divulgação, desse marco existencial é passível de questionamentos, mas como hoje eu estou muito light, muito Rute (a gêmea boazinha daquela novela da Globo), não vou dizer que a maior parte do que se publica na web é de uma irrelevância acachapante. Ops! Saiu sem querer!

Well, seja como for, parece que nossa febre de comunicação está fazendo escola. Hoje, tudo quanto é empresa no mundo está fazendo divulgação de seus negócios no Twitter. E não são empresas de quinta, não. São empresas grandes, desenvolvedoras de games e produtos eletrônicos. Tudo o que se lança, hoje, no mercado digital, sai primeiro no Twitter corporativo das mega empresas. Parece que o jeito brasileiro de ser é, acima de tudo, lucrativo quando transplantado para o ambiente virtual de negócios.

Agora só falta o próprio Twitter descobrir um jeito de ganhar grana com seu próprio serviço. Como todos sabem, o microblog mais popular da atualidade ainda está deficitário, e já que não há almoço grátis, a empresa criadora do Twitter está recrutando engenheiros para tirá-la do vermelho. São 26 vagas recém-abertas, sendo 4 voltadas a projetos avançados de monetização.

Ainda na esteira dos negócios na web, vale trazer à baila a informação de que 91% dos internautas de alto poder aquisitivo procuram informação na web antes de adquirir produtos. Dados divulgados pelo Ibope Mídia, que pesquisou os hábitos de consumo dos 5% mais ricos do Brasil, Argentina, Colômbia e México, revelam ainda que 82% dessa nata econômica considera a compra on line mais conveniente.

A lista de prioridades nas compras online dessa elite é a seguinte:

Mulheres – 76% produtos para cuidar da pele; 50% computador; 45% roupas de grife.

Homens – 57% telefone celular; 54% computador; 49% perfumes; 41% roupas de grife.

Vale salientar que a média de gastos das mulheres dessa classe com cosméticos é de aproximadamente R$ 700,00 ao ano. Isso equivale a uns R$ 60,00 por mês. Não chega a ser um absurdo, pois cosméticos são caros mesmo. Ainda assim, 60 pratas é mais que o dobro do que gasto por mês com produtos de beleza, e olha que eu só uso bons produtos e tenho um cabelão que requer muito cuidado.

Por fim, e ainda na esteira da beleza, é bom encerrar esse post retornando ao tema inicial (redes sociais) e divulgando uma rede que certamente faz a cabeça dessa gente tão bonita, informada e elegante. É a rede Beautiful People (Gente Bonita) http://www.beautifulpeople.com/, uma espécie de Orkut que passa uma peneira nos novos cadastros, aceitando apenas gente bonita e sarada lá dentro. O serviço já tem uma versão em português e está só esperando pelo seu perfil. Quem se habilita?

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27 de janeiro de 2010 | Por Eden | Wishlist

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Não faz muito tempo eu vi um tutorial de como fazer gelo completamente transparente. Me pareceu uma coisa boba, quer dizer, que utilidade tem o gle completamente transparente? Ah rá! Pois tem!!!

Que tal fazer gelo em forma de diamantes? Com a técnica que pode ser vista no link acima e as formas abaixo você vai poder servir Teatcher de forma muito mais elitista, né não?

Diamante

Eles custam uma ninharia (U$ 6,90) e podem ser comprados AQUI.

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27 de janeiro de 2010 | Por Eden | Pessoal

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Poxa, galera, eu só tenho que pedir desculpas. Nunca o Passinho ficou tanto tempo sem atualização.

Eu podia por a culpa no trabalho, na Campus Party, na TIM, mas a culpa é inteiramente minha que sou péssimo em organizar agenda nesse sentido.

Então me perdoem pela ausência e prometo que na sexta tudo volta ao normal.

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19 de janeiro de 2010 | Por Eden | Propaganda, Vídeos

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Sério, é para maiores mesmo. Eu raramente coloco aqui alguma coisa que seja mais “picante”. Não que eu seja um pudico – muito pelo contrário – mas acho que tenho que manter o conteúdo num nível que possa ser visto pela maioria das pessoas. Pronto, agora que você já está doido para ver o vídeo eu explico…

Recebi por e-mail do meu amigo Thiago Madureira, fuçador profissional de web e tomador de cerveja amador, e na mesma hora corri para postar.

Trata-se de uma genial, escrota e escrachada propaganda francesa em prol do sexo seguro. Não vou estragar explicando. Assistam.

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19 de janeiro de 2010 | Por Eden | Novidade, Propaganda, Vídeos

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Sempre que um novo celular TOP é anunciado começa a discussão sobre ele ser ou não o iPhone Killer. A questão é que para se “matar” o iPhone precisa de mais do que tecnologia… quem tem um sabe que o iPhone tem milhares de limitações e que já existem celulares no mercado capazes de superá-lo de forma relativamente simples. Para entrar no mercado do iPhone com vontade é preciso aquilo que o iPhone tem de sobra: MOJO.

A Apple sempre investiu nisso. Design aliado a um conceito cool, branding certeiro que cria defensores ferrenhos de seus produtos. Não é APENAS tecnologia, é a MARCA, o CONCEITO, a POSTURA. Coisa que muitas outras industrias simplesmente não conseguem combater.

Mas se tem uma empresa que pode unir tecnologia, conceito e uma postura cool/pop capaz de incomodar a Apple essa é o Google. O seu celular vem com tudo e mostra a que veio já no GENIAL comercial que faz o famoso “unboxing” do produto. Assistam, é fantástico.

Cool, divertido e digno de viralização. Não mostra NADA de tecnologia mas já deixa todo mundo com vontade de por a mão em um desses. É, no começo do ano passado eu defendi que o Andróide seria o sistema operacional mais usado no mundo dentro de 5 anos. Isso inclui os sistemas de notes e desktops. É, é isso que defendo, que teremos mais celulares e portáteis em funcionamento do que desktops.

Se o fone do Nexus for mais resistente do que do iPhone – o que não precisa muito – o Google pode ter encontrado mais um cliente.

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18 de janeiro de 2010 | Por Eden | Notícia

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Eu sempre ouvi uma frase para justificar o crescente números de pragas virtuais. A frase é “Enquanto um luta pra combater alguns milhares de desocupados maliciosos criam milhões de novas pragas”. Essa frase sempre funcionou para desmistificar a teoria da conspiração de que empresas que criam software para combater vírus são reesposáveis pela sua criação. Enfim, estou trevissejando e me afastando do real teor do post. O fato é que sempre imaginei milhares de nerds socados em seus quartos sujos tentando criar formas de fazer o mal… e isso sempre me pareceu imbecil. Pareceu, passado.

China-Google

Eu acompanhei a encrenca do Google com o governo Chinês de forma muito superficial. Primeiro porque cago e ando para a China segundo porque o Google manda no mundo e se quiser destrói a China apenas apagando qualquer citação sobre ela da WEB e fazendo com que a próxima geração ache que se trata de mais um caso como o Acre.

Você inteligente o suficiente pra perceber que eu estava sendo irônico e que não correu para os comentários para me chamar de idiota… bem vindo a continuação do post.

Quando as notícias sobre a tensão entre o Google e o governo da China – que é quase um governo petista, ou seja, de direita ou esquerda de acordo com sua conveniência –começaram a pipocar me pareceu estranho. Oras, era de se esperar que o governo chinês tentasse impor sua marca junto ao dono do mundo justamente tentando criar uma censura às buscas realizadas na ferramenta dentro de seu território. Natural, apesar de pouco eficiente. Estranho seria se mostrassem fraqueza deixando “a coisa correr solta”. Era também natural que o Google se dobrasse afinal ele deve respeitar as leis do pais – a mesma coisa acontece com o Apple Store que não vende jogos no Brasil por conta de problemas com a legislação. Natural, não estou dizendo que apoio, hein?!

O que eu não sabia, como disse acompanhava a coisa de forma superficial, que a tensão não se dava pela “censura” e sim pelo ataque de hacker chineses, sob ordem do governo, que resultou na invasão das contas de e-mail de diversos ativistas dos direitos humanos hospedadas no Google.

De um lado o Google, que vem enfrentando todo tipo de problemas com a expansão de seus “negócios”, como bem retratado pelo mestre Alex Primo em seu mais recente post – que recomendo DEMAIS a leitura. Do outro a China que vem se mostrando uma verdadeira potência quando se fala em consumo de arroz ou guerra tecnológica – não é a primeira vez que é acusada desse tipo de ação terrorista digital.

Uma empresa americana que detém a maior quantidade de informações na WEB – e que está inserida em 50% de todas as teorias de dominação mundial – versus um verdadeiro exercito de hackers de olhos puxados? Não. O mundo como conhecemos contra um exercito de hackers de olhos puxados que já atacaram, com sucesso, o pentágono, o governo da Índia e já assusta o governo dos EUA que temem ataques a sua rede elétrica.

É, amigos, enquanto uns investem em informação, outros em bombas atômicas, alguns em caças e submarinos, alguns, mais antenados, investem em GUERRA DIGITAL. E a esses eu credito maior possibilidade de vitória. São eles que com o apertar de um botão podem lanças o inimigo ao chão, devolvê-lo ao tempos das cavernas destruindo seus sistemas de comunicação ou fazendo evaporar sua economia.

Enquanto a Mafalda perdia o sono com a possibilidade de todos os chineses baterem o pé no chão ao mesmo tempo ainda nos idos anos 60 hoje eu temo que os chineses resolvam hackear a torto e direito. Rá.

mafalda4

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18 de janeiro de 2010 | Por Eden | Curioso, Vídeos

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Muita gente não entende o porque premiar “Edição de Som” e afins quando falamos de cinema. Eu confesso que durante algum tempo cheguei a pensar assim… até que pude ver algumas das grandes cenas do cinema sem sonoplastia ou trilha. Impressionante. Você só percebe o quanto os pequenos sons contribuem para uma cena quando a vê sem eles. A porta que range, os passos, a respiração.

Já imaginou Darth Vader sem sua “asma”? E que tal Indiana Jones brandindo um chicote que não estala? E Jason realizando uma perseguição pela mata sem os sons da noite? Pois é.

Destacando como um som conta uma história esse vídeo lhe vende a importância que você nunca deu a edição de som e sonoplastia. Muito legal.

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18 de janeiro de 2010 | Por Eden | Curioso

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Acabei de ler um artigo deveras importante no sempre contundente Acerto de Contas. O artigo disserta sobre como algumas empresas tem uma visão comercial ainda tacanha, achando que todos clientes são imbecis e que maximizar o lucro ainda é uma regra válida nos dias de hoje quando não existem mais informações “secretas”.

No artigo o Acerto se dedica a desfiar a imbecilidade das editoras que brindam os clientes que adquirem e-books com descontos de 30% sobre seus irmãos reais. A questão é a mesma enfrentada pelas grandes gravadoras ao tentar vender seus discos via download.

O exemplo dado é claro. Um livro tem seus custos divididos em três partes. Cerca de 10% do preço de capa seria direito do autor, pagaria a parte intelectual, 50% de produção, custearia a impressão, diagramação, revisão e afins, e os 40% restantes de comercialização (marketing e distribuição). Se ao vender um e-book eliminamos a impressão, armazenamento, distribuição e parte dos custos de comercialização (comissionamento de vendas, por exemplo) como podem alegar a redução de preços de apenas 30%?

Oras, a resposta é clara. Os usuários de Kindle e afins ainda são vistos como Early Adopters, que são, segundo a postura atual do mercado, consumidores conhecidos por pagar mais apenas para estar à frente de seu tempo. As editoras assim majoram sua margem de lucro passando a ganhar bem mais em e-books que em livros físicos. Algumas justificam essa diferença alegando que esse lucro seria utilizado para desenvolver departamentos que visem fomentar a produção e venda de material digital. Ah, certo, o cliente pagaria pela expansão da editora?

Bem, o fato é que quando você compra conteúdo para download de uma grande editora ou gravadora você está, na maioria das vezes, sendo descaradamente roubado. Um raciocínio burro, com raízes na velha economia.

O artigo do Acerto de Contas ainda defende que os autores publiquem seus livros online e paguem uma comissão sobre a venda dos mesmo, alterando completamente o formato atual (onde apenas a editora pode tirar o código ISBN).

Quero estar vivo pra ver isso acontecer. Assim como na música a literatura só tem a ganhar com a redução do poder das grandes editoras.

É, vermelhinhos, poder para os mais fracos? Nesse caso aqui eu defendo também.

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