E no espírito natalino um comercial que não pode deixar de ser citado aqui no Passinho. Vai que é tua Noel!
Eu faria o mesmo, aviso logo.
E no espírito natalino um comercial que não pode deixar de ser citado aqui no Passinho. Vai que é tua Noel!
Eu faria o mesmo, aviso logo.
Você pode “trabalhar” ou trabalhar com mídias sociais mas uma coisa é certa: parte de seu tempo você está pensando numa fórmula mágica para usar o Twitter de uma forma diferente de todo mundo, um formato genial, inovador, fantástico, absoluto, vitaminado… err… enfim, você que ser a tripulação da Enterprise e ir onde ninguém jamais foi.
Deixa eu te dizer uma coisa… você conhece o termo “pensar fora da caixa”? Terminho cansado, né? Utilizado por 9 em cada 10 palestrantes de auto-ajuda ele enjoou. Mas, jovem gafanhoto, o termo ainda está valendo.
Veja só que “aplicação” genial para o twitter um padrinho de casamento pra lá de escroto criou.
O cara simplesmente – simplesmente nada, eu não faço idéia de como ele fez isso. O cara conectou um aparelho que mede a vibração da cama dos recém casados e twittada para o mundo o que anda rolando ali.
O cara é um escroto, verdade, mas um escroto muito bem humorado.
Ah, detalhe, estou vendendo o peixe como me venderam afinal em tempos de mídia social isso pode sim ser parte de uma ação e meu texto se perder completamente. Mas vale pela curiosidade já que eu não sou do Comando de Caça ao Viral nem estou com saco de “investigar”.
Fantástico comercial que vai mexer com sua cabeça.
Interessante, não? Alguém tem coragem de testar se uma criança reaje da mesma forma que nós? O meu filho não vale, ele vê putaria até no formato de uma fruta.
Eu sou um camper. Eu assumo. Aprendi a conviver com isso. Agora fazer 3 meses, 2 dias e 8 horas que não uso uma sniper para derrubar ninguém. Maldito xbox e suas 3RLs.
Eu sinto falta. Ah, nada como ficar sentado sobre seus próprios ovos só para dar um teco no cocão de um infeliz que cruza o mata se sentindo seguro. POCK. Headshot. O cara cai morto sem saber o que o acertou. FILHO DE UMA PUTA CAMPER DE MERDA. Hehehehe. Esse sou eu, prazer.
Jogar de Sniper é uma arte que se resume a mais do que simplesmente dar o tiro certeiro na hora certa. Você tem que agüentar toda a encheção de saco da turma que fica reclamando – que na verdade estão putos por você os matar repetidas vezes – e que, maliciosamente, lhe caçam na faquinha querendo um pouco de vingança. Pobres coitados.
Porra de ficar correndo e pulando pelo mapa feito o cabrito montanhês com dor de estômago. O negócio é você achar o lugar certo, com a visibilidade perfeita, plantar suas claymores e mandar os babacas para o saco. Bota na conta do PAPA! POW, um corpo estendido no chão!
Mas toda essa latomia acima foi só pra indicar esse post fantástico que Marcel tuitou hoje onde vocês vão saber quem foram os 10 maiores SNIPERs de toda história. Ah, se inveja mata. Tá esperando o quê? Clica na imagem, mané!
Você sempre se perguntou como é que aquele sanduiche da foto terminou sendo aquela gororoba que você comprou? Na verdade isso vale para quase toda foto de comida utilizada em propaganda. Existe um blog que compara a diferença e é sempre gritante.
Certo, ok, nenhuma novidade. Mas como é que podem ser tão diferentes? Existem algumas técnicas que vão de 3D até modelos em material sintético, é verdade, mas tem gente que dá mesmo um grau no ator.
Vejam só que impressionante.
E eu ainda tenho vergonha de cantar… bem, tá certo que eu não sou um japinha “fofinho” e certamente levaria uma bela sapatada se inventasse de tirar esse “som”.

Uma das coisas que muito se discute quando se fala do lançamento de um produto ou de uma campanha é como fazer para competir com os maiores? Com crescer quando se está entre empresas/candidatos muito maiores que você?
Esse texto publicado no Acerto de Contas permite de forma fácil e simples que entendam que nem sempre a verticalização do insulto é a melhor pedida. Imperdível.
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Os truelistas e as chances de cada um
Por Rodolfo Araújo
para o Acerto de Contas
Terminando The Art of Strategy, de Avinash Dixit e Barry Nalebuff, outros dois temas muito interessantes sobre Teoria dos Jogos merecem ser descritos aqui.
O primeiro deles fala de um truelo mortal. Se você está achando que um truelo é o mesmo que um duelo, mas com três pessoas em vez de duas, acertou. Estão na disputa Clint Eastwood que, por causa da idade, acerta 30% dos seus tiros; Jack Bauer que é bom mas é humano e, por isso, acerta 80% dos disparos; e Chuck Norris que, como sabemos, não erra nunca.
Na primeira rodada Eastwood, por ser o mais velho, atira primeiro. Depois é a vez de Bauer e, por fim, Norris. Se for necessário acontece uma segunda rodada, mantendo a mesma ordem. Obviamente que o objetivo de todos no jogo é continuar vivo. Assim sendo, qual deveria ser a estratégia de Clint Eastwood?
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A melhor maneira de resolver o problema é olhar para frente e pensar para trás:
1a. Se Eastwood atira em Bauer e acerta (30% de chance), depois será a vez de Norris que, sem dúvida, vai matá-lo;
1b. Se Eastwood erra o tiro em Bauer, este vai atirar em Norris (para eliminar o mais apto) e, na segunda rodada, ficará entre os dois novamente (30% x 80%).
2a. Se Eastwood atira em Norris e acerta (30% de chance), Bauer atirará nele com 80% de chance de acertar.
2b. Se Eastwood atira em Norris e erra, Bauer vai atirar em Norris e caímos no mesmo desfecho de 1b.
Nenhuma dessas alternativas parece promissora para Eastwood, apesar de ele ter a vantagem de ser o primeiro a atirar. Peraí, vantagem? Atirar primeiro pode representar tirar da disputa um inimigo capaz de derrotar o outro inimigo. Assim, por mais ilógico que possa parecer a melhor alternativa para Dirty Harry é atirar para cima!
Desta forma, um dos outros dois cai na primeira rodada e Eastwood começa a segunda rodada com 30% de chances de efetivamente sobreviver (Bauer tem 80% de chances de derrubar Norris e, numa segunda rodada, ainda que Eastwood não o acerte, ele tem 20% de chances de errar o Bronco Billy.
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A lição que se tira disso é que, às vezes, a melhor estratégia para o menos apto é permanecer invisível, imperceptível. Desta forma, os maiores lutam entre si e, caso não se matem, ao menos haverão de se enfraquecer mutuamente.
Tal artifício aparece com freqüência em disputas eleitorais, quando um dos candidatos fica quieto durante boa parte da campanha, enquanto que aqueles que lideram as pesquisas vão se degladiando. Com o natural desgaste que ocorre nestas situações, quase sempre abre-se uma brecha para que aqueles menos expressivos arranquem na reta final e consigam até certa expressão no resultado final.
Um ilustrativo exemplo da velha máxima em que o mais forte ganha do mais fraco; mas o mais esperto ganha do mais forte*.
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Ainda no tema das eleições veremos, no próximo texto, como o modo de disputa de uma eleição pode influenciar diretamente no seu resultado. Até lá!

A maioria dos publicitários já passou por isso… ir a uma premiação certo de que vai sair de lá com seu talento devidamente reconhecido e levar uma tremenda sobrada. Mesmo solidário com Bruno eu não consegui parar de rir.
Vejam só como ele ficou feliz pela vitória de seu oponente… UHAUHAUHAHUAUH.
Me lembrou aquela piada do cara que chegou pra esposa e disse:
- Amor, duvido você me dizer uma coisa que me deixe triste e alegre ao mesmo tempo.
E a esposa emendou no ato:
- Você é bem melhor de cama que o meu chefe.