
Aviso logo: se você é um daqueles defensores dos direitos humanos pode parar por aqui. Não dou a mínima para o quão importante você julga ser toda vida, estou pouco me lixando para seus princípios e não estou com saco de lhe aguentar defendendo a bandidagem. Vá fazer algo mais produtivo tipo salvar as baleias ou os pandas.
Pronto. Ainda aqui? Vamos dar prosseguimento a este post…
Pois é, caros leitores, o vídeo abaixo foi postado no Youtube e mostra um bandido levando uns safanões da polícia mesmo depois de dar com a cara em um carro que vinha em direção. Tá lá, estirada no chão, chorando como uma menininha, enquanto os “homi” estão pouco se lixando para o pretenso “sangramento” de tão boa alma.
Ah, Eden, que coisa horrível. Também achei. Não deram um chute, coronhada ou pancada com o calcanhar. Mal rolou uns palavrões. Deviam ter batido mais, MUITO MAIS. Observaram como mesmo lascado no chão, levando pressão dos canas ele insistia em esconder o produto do roubo? Alma boazinha, hein?
Pena? Nenhuma. Todos eles são assim. Com a arma na mão são machos, bravos, violentos, capazes de tudo. Desarmados e em desvantagem são mocinhas choronas, que rogam à Deus, pedem por favor e choram por causa dos filhos que ficaram passando fome em casa. Idiota é quem acredita.
Eles fazem o teatrinho deles. O mesmo tipo de teatro que aqueles pobrezinhos contam na cantilena decorada nos ônibus e sinais. Os otários caem. Sejam por que acreditam ou apenas porque, mesmo sabendo que se trata de mentira, se sentem pessoas melhores por terem feito algum tipo de caridade – por mais que o dinheiro seja destinado a crack, maconha, cola ou cachaça.
Eu já encarei um criminoso numa situação parecida com essa. Eu sei como é. Enquanto estava com a faca no meu pescoço ele era o dono do mundo. Me chamava de playboy – mesmo tendo me rendido na descida de um ônibus – e dizia o tempo todo que ia me matar. O sacana ria perguntando se minha mãe ia chorar minha morte enquanto me mandava tirar o tênis. Foi rápido, acredito, porque pra mim durou horas.
Dois dias depois, com meu pé no pescoço, caído ao chão, ele jurava por Deus ser um trabalhador – mesmo estando usando meu tênis, com minha bolsa nas costas e boa parte dos meus pertences. Cada tapa que levava ele rogava por ajuda, gritava pela mãe, dizia que era um engano. Teatro. Adorei ver o infeliz ser lançado num camburão, todo inchado, com destino ao presídio. Não sei que fim levou mas espero que tenha apodrecido lá. Sei que bati pouco.
Eu admito debater sobre qualquer assunto – inclusive política, futebol e religião – mas se tem uma coisa que não tenho paciência é pra gente que acha que bandido é gente. Um merda desse, quando vai preso por não ser de menor -- ainda termina roubando seu dinheiro de forma OFICIAL -- ou você não sabe que é você que paga a estadia desse merda na cadeia ou presídio? Ah, e ainda tem deputado querendo instituir o bolsa prisioneiro.O cara vai preso e nós bancamos a família dele, legal, né?
Se você quer colocar essa raça no mesmo nível que você é problema seu. Se assim for você se iguale a ele mas nunca o iguale a mim. Pra mim vocês dois, bandido e defensor, são vermes. E tenho dito.









