Coitadinha da Geisy
Eu fujo dos hypes. Percebam que se todos estão falando eu evito falar, quer dizer, ao menos até a poeira baixar. Vejam só o caso Uniban… durante dias só se falou nisso no web. Todo mundo tirou sua casquinha, todo mundo criticou, todo mundo fez sua própria inquisição.
Meu interesse no caso era simples: ver até onde as mídias sociais conseguiriam pressionar ou prejudicar a Uniban. Para isso eu realmente teria que esperar minimizar o hype, analisar direitinho o que aconteceu. Mas, caros amigos, não publicar está longe de não acompanhar. Li matérias em vários portais, li vários blogs e centenas de posts. Ri com os #unibanfacts e eu mesmo questionei no Twitter onde estariam os alunos da Uniban na rede que não se manifestavam.
Eu esperava tranquilamente… até ver a Geisy se transformada de heroína em mártir. Puta merda, o povinho não entende a diferença mesmo?
Esse é você, defensor ferrenho da pureza da Geisy.
A Geisy foi vítima? Foi. É mártir? Nunca. A menina, pelos vários depoimento que venho lido, está muito mais para Raquel que para Rutinha. O levante foi absurdo? Foi. A expulsão também? Mais ainda. Mas nada disso a coloca na posição de menina boazinha que não pôde desfilar seu excesso de curvas pelo pátio sem ser achacada pelos intolerantes.
Segundo vários depoimentos de alunos, que tem dado nome nas entrevistas, a Geisy está longe de ser uma heroína – a não ser que fosse a Barbarella. A maioria das pessoas a descreve como uma pessoa vulgar, metida e sem noção. Confesso que achei estranho, para que uma turba daquelas se manifestassem contra uma mulher tinha que haver algo mais que aquele vestido feio que ela usava que nem era tão curto assim. E havia. Já havia uma animosidade prévia contra a menina e naquele dia o copo transbordou.
Para os lentinhos eu torno a dizer que não apoio nem o levante nem a expulsão mas tão pouco concordo com o fato de estarem esquecendo que ela pode ter uma parcela de culpa tanto na animosidade por parte dos “colegas” quanto no interesse da Uniban em sua expulsão.
Agora, com a pressão, a menina ganhou praticamente imunidade dentro da faculdade. Será que ela voltará de cabeça baixa, de forma humilde, ou voltará de saia curta e nariz empinado? Ah, Eden, mas ela tem esse direito. Verdade, tem, mas ter o direito não significa abusar dele desafiando outras pessoas e riscando chama próximo a um barril de pólvora.
A Uniban cometeu um erro crasso. Seu diretor de marketing e reitor deveriam ser afastados sem demora afinal conseguiram, em poucos dias, arranhar profundamente o nome da faculdade. Eles deviam ter suspenso os alunos identificados no vídeo do tumulto, ter soltado uma nota de repúdio a atitude deles e, discretamente, ter convidado a Geisy a sair da faculdade se ela tinha – veja o SE, hein xiita – mesmo culpa no cartório. Cabia a faculdade defender o que era de senso comum e resolver os problemas internos internamente. Erraram, vão pagar com isso – podem apostar que a Geisy vai tirar um cascalho deles, fazer uma lipo, colocar um silicone e tentar virar BBB.
Combatam a intolerância SEMPRE, combatam a irresponsabilidade, mas não sejam vocês irresponsáveis ao alçar a condição de boa moça alguém que segundo diversos depoimentos não o é sem ao menos checar.
Agora, se você quer ser Tonho da Lua o problema é seu.
Ah, detalhe, não se vangloriem de ter conseguido fazer a UNIBAN voltar atrás. Acho que o New York Times teve mais peso nisso que o Twitter, contudo sempre resta a esperança de que de alguma forma o twitter tenha feito a notícia chegar lá – eu não acredito mas…

(16 Opinaram, Média: 4,50 de 5)















Em contraponto a seu texto, segue minha opinião sobre o caso Jay-Z da #Uniban: http://migre.me/b7zh
É como eu penso, não existem santos neste caso, MAS a postura colegial da instituição foi idiota.
Eu estudo na Uniban e não tenho o q defender, este reitor é um estupido, mudou toda a avaliação dos alunos, fomos contra, escrevemos, pedimos e claro ele nem deu ouvidos. Não recomendo a Uniban como instituição, meus professores são mto bons porém jogam pérolas aos porcos.
Ela não é mártir nem é santa. O texto abaixo resume perfeitamente o que penso sobre este assunto:
“Primeiro, os nazistas vieram buscar os comunistas, mas, como eu não era comunista, eu me calei. Depois, vieram buscar os judeus, mas, como eu não era judeu, eu não protestei. Então, vieram buscar os sindicalistas, mas, como eu não era sindicalista, eu me calei. Então, eles vieram buscar os católicos e, como eu era protestante, eu me calei. Então, quando vieram me buscar… Já não restava ninguém para protestar”.
Em contraponto a seu texto, segue minha opinião sobre o caso Jay-Z da #Uniban: migre.me/b7zh
[...] This post was mentioned on Twitter by eden wiedemann, Fabiano Sampaio. Fabiano Sampaio said: RT @e_d_e_n Geisey foi vítima? Sim. É heroína? NUNCA. Minha visão sobre "o mito do coitadinho" no caso UNIBAN http://migre.me/bbde | Lúcido! [...]
Concordo com você em tudo. Só nao na parte que vc diz que ela tenha tido alguma “que ela pode ter uma parcela de culpa tanto na animosidade por parte dos “colegas” quanto no interesse da Uniban em sua expulsão”. Eu diria que nada justifica, mas NADA mesmo, as pessoas agirem como agiram, como uns animais. Acredito, que nem que ela estivesse pelada, deveriam ter feito isso. O correto para pessoas que estão em uma universidade, seria se queixar com a diretoria, fazer a reclamação do comportamento de uma pessoa que já estava incomodando há algum tempo, e a faculdade FORMALMENTE ter dado as 3 advertências antes da expulsão. Mesmo que alguem atice cmo ela fez, a fúria dos alunos, não justifica que cada um alí que participou da selvageria tivsse aquela atitude. Se vc não é um selvagem, nem com o capeta te atiçando, vc vai se transformar em um.
RESPONDENDO:
Mô, observe que eu não concordo ou justifico as atitudes tomadas mas acredito que a Geisy tenha feito sua parte. É como quando alguém tenta justificar um estupro pela vítima estar se vestindo de forma sexy. Nada justifica mas e se a vítima provocou um agressor de alguma forma achando que ia conseguir lidar com ele e não conseguiu, isso não a faz parcialmente culpada do que lhe aconteceu – mesmo isso sendo ERRADO? É uma zona moral cinza? O estupro não teria sido evitado se ela não tivesse de fato PROVOCADO o criminoso – que até então ela não sabia ser?
Se realmente já existia por parte da turma uma agressividade latente contra a forma como a Geisey agia – duvido muito que tenha sido por causa da roupa – ela não devia ter evitado o confronto não por não ter o direito de fazê-lo mas apenas porque não tinha nada a ganhar com isso?
Concordo em gênero, número e grau. Se tivesse um blog escreveria exatamente isso, pq foi exatamente o que fiz, acompanhei em diversos meios e vi depoimentos de varios alunos dizendo que Geisy não é a menina inocente que usou uma saia curta.
Da mesma forma, repito que independente da atitutde vulgar e nariz empinado de Geisy, a multidão não tinha o diretito de atacá-la. Mas fica bem mais facil de assimilar o porquê quando a figura da vítima deixa de ser APENAS uma pessoa que usa uma saia curta.
Daqui a pouco Geisy tá na Sexxy…
Ninguém é Santa…Nem mesmo a Faculdade. Mas só em São Paulo pra isso acontecer…Fiz faculdade de manhã em Santos e as meninas iam de blusa tomara que caia e de biquini com cadeira de praia e micro-short…e ninguém falava nada…Acredito que está faltando no mundo um pouco de respeito as diferenças….só isso!!! Fico imaginando um emo, uma lesbica, gay, sei lá…eles vão pensar duas vezes antes de fazer vestibular na Uniban!!!
abs
Eduardo Jahjah
Eden,
Acho que a mulher NUNCA teria parcela de culpa de ser estuprada por usar roupa provocativa. NUNCA. Homem não é um ser que não controle seus instintos, senão seria um animal. Como te disse, acho que mesmo que Geisy andasse pelada na rua, quem a estuprasse não teria nenhum atenuante pela provocacão. Duvido que você que é uma pessoa do bem, fizesse isso. Faria quem já é criminoso, quem já tem isso na veia. Acho que isso é princípio, valores, e nada que outra pessoa fizesse pra lhe provocar faria vc tomar uma atitude que você desacredita totalmente. Eu não a defendo não, mas acho que nao justifica, e ela poderia ser explusa sim pelo comportamente, mas não dessa forma. O que eles conseguiram foi dar notoriedade a ela, queimar o nome da faculdade, e se ela sair na Sexy, o mérito é todo da Uniban e de quem a fez aparecer. No fundo ela acabou até conseguindo o que queria, aparecer. Graças a eles.
RESPONDENDO:
Mow, vamos criar um caso hipotético.
Uma mulher entra quase nua em um bar cheio de marginais. Ela derruba algo no chão e abaixa para pegar, na óbvia intenção de provocar os presentes. Acontece que entre um deles temos um que não controla seus instintos e não tem princípios e a surpreende do lado de fora.
Me diga uma coisa… ela teria uma parcela de culpa no que aconteceu?
Pra mim, ela não teve noção, mas a CULPA ainda é unica e exclusiva dos marginais, o crime foi cometido por eles… No caso da Uniban, levando em conta esse pensamento que você colocou, ela só teria parcela de culpa então se eles fossem marginais, o que não eram.
RESPONDENDO:
Sim, não eram, e não a estupraram, fizeram sim um levante mas duvido muito que tivessem levado a cabo qualquer ameaça.
Como eu disse a você, parcela de culpa pode haver SIM.
As pessoas esquecem que direito não é igual a anarquia. É como um torcedor que vai para o meio da torcida do time adversário usando a camisa do próprio time. Leva uma tremenda surra, claro.
A culpa é de quem bateu? Sim. O cara tinha direito de ir com a camisa do time dele? Sim. Mas devia? Não!!!!!!
O caso PODE ser semelhante! Não é apenas porque se trata de uma mulher que vou analisar de forma diferente. Ela, Geisy, pode sim ter provocado o acontecido.
No geral, minha opinião é a mesma, só gostaria de ressaltar algumas coisas: Lembra da fogueteira do Maracanã? Quer caso mais inóspito que aquele e ainda por cima, a pessoa aparecer como heroína para muitas pessoas? A Uniban errou feio e não existe duvidas. Os alunos erraram feio e ainda erram ao não enxergar que quanto mais protestam contra uma unica pessoa, que tem sua parcela de culpa clara, serão demonizados e tratados como marginais, sendo que apenas alguns poderiam ser mencionados como tal. Talvez a menina não merecesse nem mesmo o convite para se retirar, caso a faculdade agisse com sobriedade. Porém, ali a unica coisa que não foi avaliada foi a questão educacional e acadêmica, e sim o comercial. Deu no que deu. Quanto ao twitter, creio que ele foi sim elemento catalizador que impulsionou o discurso a tomar proporções globais. Logo, se a noticia chegou em algum lugar, sem dúvida foi porque as redes sociais criaram esta abertura. Acreditar que somente o Twitter fez isso é burrice, acreditar que o twitter não foi fundamental seria um grande erro.
mais uma vez adorei o post e a sua posiçao.
continuo frequentando o blog ^^
É ela não devia mesmo isso eu concordo! Só nao gosto da palavra culpa! Também acho que não fariam o que falaram… Mas concordo com tudo que vc disse, tratar a menina agora como heroína beira o ridículo. Acho que a faculdade deveria ter dado advertencias, e quem estava incomodado, deveria ter reclamado antes… aí não teriam perdido a razão. Quando fizeram a algazarra não pensaram na “reputação” da faculdade? Agora estão preocupados com isso… hipocritas.
Na boa… Uniban faculdade?? Aquilo é uma fábrica de emissão de diplomas, sinto muito, passa longe de ser um centro de produção de conhecimento, como uma universidade que se preze deve ser. Não é à toa que deu o que deu!
Putz, comparar com a Barbarella?
Mas sbae que neste bafafá eu resolvi nem dar a minha opinião, porque eu realmente não entendi o problema com a saia dela e o problema com os alunos. Imagina se as pessoas saíssem gritando “PUTA” para cado rabo-de-saia que passar? Aí não dá, né.
[...] Texto: Coitadinha da Geisy [...]
Poxa, de longe a melhor opinião sobre o caso Uniban!
Já vou avisando que não vou opinar aqui sobre a atitude dos alunos e faculdade, deplorável até. É indiscutível que todos na história tiveram sua parcela de culpa (Uniban, alunos, Geisy). Não vou ficar repetindo o mesmo bla bla bla que todo mundo já sabe…
Quando à Geisy… Olha…. Sou mulher, uso roupas curtas quando quero, mas uso meu desconfiômetro pra saber o lugar que eu posso pagar de gostosa. Porquê, gente, tá óbvio que a Geisy é daquelas que só sabem pagar de gostosa e acham que isso é a melhor coisa do mundo. Vulgaridade define.
Vou numa praia? Boto uma saia mais curta. Vou numa festa à tarde, no maior sol? Boto um short mais curto.
Tudo tem hora e lugar!
E olha que eu moro no sul da Bahia, calor infernal, abafado! Mas não vou dar a louca de ir pra faculdade toda coladinha e quase mostrando a bunda. Dá um tempo, né?
Quando as defensoras de Geisy vieram rebater, dizendo que era direito dela andar com o vestido, blá blá blá… só fiz uma observação, pensem comigo: quem está numa faculdade quer entrar para o mercado de trabalho, ser respeitado como profissional, etc etc. Que tipo de respeito uma Geisy, que trabalhava num “mercadinho” perto da faculdade com aquele vestido, vai impor pra alguém?
Que olheiro de empresa vai se interessar no perfil dela? Será que ela vai fazer uma entrevista de emprego com um vestido daqueles? No máximo passa no teste do sofá.
É isso que as mulheres revoltadas tem que entender, você só recebe respeito quando impõe respeito. Queimaram tanto sutiã há anos atrás pra exigir respeito, participação igualitária, e tantas outras coisas que temos hoje. Então porque não valorizar isso da forma certa?
Mas dá pra ver que desconfiômetro não é uma coisa que vem de fábrica. O orkut ta aí pra mostrar isso (acessando o http://www.blogdapga.com.br dá pra entender melhor).
Bom, finalizando o caso Geisy, já que ela faz turismo, no máximo daria pra se especializar em turismo sexual…
E digo mais, já foi na Luciana Gimenez. Pra Sexy é um pulo!
“Uma mulher entra quase nua em um bar cheio de marginais. Ela derruba algo no chão e abaixa para pegar, na óbvia intenção de provocar os presentes. Acontece que entre um deles temos um que não controla seus instintos e não tem princípios e a surpreende do lado de fora.
Me diga uma coisa… ela teria uma parcela de culpa no que aconteceu?”
Então vamos pensar o seguinte. Vamos supor que vc seja um cara que acabou de sair de uma partida de futebol. Tira sua camisa, seu corpo suado por causa do calor e do exercício, as gotas de suor escorrem contornando os musculos do seu peito, o shorts um pouco acima das coxas tbm um pouco molhadas. Aí vc entra num bar de marginais e um deles, que não consegue controlar seus instintos, te ENRABA.
Me diga uma coisa… vc teria uma parcela de culpa no que aconteceu?
Um corpo nu e suado de um homem tbm não pode causar reações institivas?
No proprio reino animal não há estupro. Estupro existe é na cabeça dos homens, lá no cérebro, e está ligado a construção social de relações de poder.
Beijos e cuidado no futebol. Melhor não sair sem camisa, te prometo que tomarei cuidado com o tamanho das minhas saias.
uma opinião comum.
de quem ficou em cima do muro.
dizendo que os dois estão errados.
e a midia está errada.
e nós estamos errado em dar ibope.
o problema todo mundo viu!.
e a solução vc tem ?
não entendo pq geisy estaria errada em suas atitudes. mesmo.
pelo que vi ela é uma menina bem exibida e metida. mas continuo não entendendo POR QUE ISSO INCOMODA OS OUTROS.
ela gosta de se exibir. ela se acha. ela tem nariz empinado. E DAÍ?
por que ela está errada em se achar gostosa??
eu, particularmente, sendo mulher, não gosto de usar roupas mto curtas nem provocantes pq isso, pra mim, atrai só homem chato e burro. odeio ir numa festa e ouvir xavequeiros.. mas isso é meu gosto. se ela gosta, eu não tenho nada a ver com isso, absolutamente.
esse povo tdo julga que ela vai posar na sexy. como ter ctz? e se ela posar? ela foi exposta. e se ela quiser dar a volta por cima e ganhar em cima disso? o “certo” é ficar em casa chorando?
Esse, sem dúvida, foi o mlehor texto que eu li sobre essa palhaçada.
Como sempre, você mandou muito bem…
Abraço
Muito blablablá, mas sem substância. O autor fala, fala e fala, mas ficamos sem saber o que a menina fez de errado (ou fará de errado, ó futurologista) a não ser por suposições e indiretas que no fundo não significam nada e mais confudem que esclarecem.
RESPONDENDO:
É porque, Fernando, o autor espera que os leitores dele sejam um pouco mais inteligentes que vocês. Se forem talvez percebam que o post não julga a menina mal apenas adverte quanto ao risco de torná-la heroína sem ao menos conhecê-la. Pouco me importa o que ela faça com a carcaça feia dela, me preocupa mesmo é que tenha gente aqui no Brasil – e no mundo – a colocando como exemplo.
essa monica é xata pakarai hein
e se uma mina pelada se anuncia no meio de marginais, ela que pague o preço
fui
[...] Texto: Coitadinha da Geisy [...]
Na realidade nós já sabiamos o que aconteceria. A mídia urubu não perdoa e ela que não é boba nem nada está aproveitando seus 15 minutos de fama.
Ahaha, concordo contigo, eu pesquisei também para saber o que houve. Não chego a discordar da Uniban, eles puniram os alunos envolvidos com o afastamento também, e acertadamente expulsaram a moça (para o próprio bem dela e da faculdade).
Você esperou, eu disse isso quando o negócio ainda fervia no twitter e afins.. ahaha fui chamado de fascista pra baixo ahahah
Essa tal de UNIBAN DEVE SER BEM FRAQUINHA viram essa Geisy no CQC não respondeu nenhuma pergunta, e o pior achou que na bandeira brasileira estava escrito “justiça e progresso”
Ahh tipo foi errado o que fizeram com a garota na uniban… foi erradissimo mas ela concorda que ela não foi pra faculdade pra estudar né vestida daquela maneira… usando aquele tipo de roupa… mas o problema tb eh dela… arrumei meu marido na faculdade e não precisei usar roupas provocantes… mas mesmo assim as vezes a mulher precisa de auto estima e essa foi a forma que ela encontrou para aumentar a auto estima dela… já vi coisas piores na faculdade o que ela usou la´eh fichinha…. rs
abraços….