Se o cartaz não vender…
O trailer vende:
Precisa dizer mais alguma coisa? Claro que não. Tem Zumbis, um modafóca com uma 12 e muito miolo espalhado! É um MUST SEE, claro!
Se o cartaz não vender…
O trailer vende:
Precisa dizer mais alguma coisa? Claro que não. Tem Zumbis, um modafóca com uma 12 e muito miolo espalhado! É um MUST SEE, claro!
Quero sabe quem de vocês, leitores do sexo masculino, não se imaginaram ninjas na infância! Os caras eram os maiores FDPs do Japão medieval, não tinham honra, amigos ou escrúpulos e ainda assim sempre encantaram gerações e gerações. Os matadores invisíveis.
Talvez seja por isso que estou tão ansioso para assistir Ninja Assassin. Eu sei que se trata apenas de um filme pipoca, cheio de slow motions e afins, mas ainda assim estou louco para botar meu olhos nele. Sintam só o drama:
O filme, produzido pelos irmão Washa, tem roteiro coassinado pelo quadrinista J. Michael Straczynski e conta a história de Raizo (Rain), um dos assassinos mais mortais do mundo. Tirado das ruas ainda garoto, ele foi transformado em um matador pelo Clã Ozunu, sociedade secreta cuja existência é considerada um mito. Traído ele passa a ser caçado por aqueles que o treinaram… ou seja, mais do mesmo. E quem disse que isso é ruim?
Aqui no Brasil pode não funcionar muito bem, afinal vivemos entre muros altos e grades, mas nos EUA as enormes impressões de velcro resistentes ao clima do StyleYourGarange.com fazem qualquer garagem algo muito, muito diferente e legal. Vejam só que genial!
Vi no Brogui!
Só um idiota pra brincar disso… merecido demais. Tomou, papudo!
Esse aí toda vez que lembra do murro caí.
Respostas reais dadas por candidatos a emprego, extraída da Revista Exame.
Entrevistador – Então, você está construindo uma networking?
Candidato – Veja bem, eu não sou engenheiro, sou administrador.
Entrevistador – Como você administra a pressão?
Candidato – Ah, tranqüilo. 11 por 7, no máximo 12 por 8.
Entrevistador – Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.
Candidato – O senhor poderia repetir a pergunta?
Entrevistador – Como você se sente trabalhando em equipe?
Candidato – Bom, desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem.
Entrevistador – Como você se definiria em termos de flexibilidade?
Candidato – Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca.
Entrevistador – Nós somos uma empresa que nunca pára de perseguir objetivos.
Candidato – Que ótimo. E já conseguiram prender algum?
Entrevistador – Vejo que você demonstra uma tendência para discordar.
Candidato – Muito pelo contrário.
Entrevistador – Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?
Candidato – Ah, são várias coisas.. Mas a principal é ter liderança.
Entrevistador – Noto que você não mencionou a sua idade aqui no currículo.
Candidato – É que eu uso óculos, e isso me faz parecer mais velho.
Entrevistador – E qual é a sua idade?
Candidato – Com óculos ou sem óculos?
Entrevistador – Quais seriam seus pontos fracos?
Candidato – Ah, é o joelho. Até tive de parar de jogar futebol.
Entrevistador – Há alguma pergunta que você queria me fazer?
Candidato – Eu parei meu carro lá na rua. Será que eu vou ser multado?
Entrevistador – Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo?
Candidato – Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho.
Entrevistador – Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho?
Candidato – Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia.
Entrevistador – Várias pessoas que se sentaram aí nessa mesma cadeira hoje são gerentes.
Candidato – Puxa, o fabricante da cadeira vai ficar muito feliz em saber
disso.
Entrevistador – Quando digo ‘Sucesso’, qual a primeira palavra que lhe vem à mente?
Candidato – Pode ser duas palavras?
Entrevistador – Pode.
Candidato – Milho. Nário.
Vi no Criativo.

Eva estava estressada com Adão – e assim surgiu o mau humor das “esposas”. Segundo ela Adão não estava dando conta do recado. Deus disse: procriai! O que era tão difícil para ele entender? Tinha que furunfar, tinha que honrar as calças, ops, a folha de parreira que vestia. Mas o Adão, coitado, de saco cheio dos pitis de Eva, já preferia jogar um truco com outros animais enquanto contavam piadas e sacaneavam o veado, pelo seu jeitinho afeminado – e aí surgiu o termo.
Ninfomaníaca que era Eva resolveu chifrar Adão. Saiu pela floresta, caçando o Urso – na verdade qualquer anima que pudesse lhe proporcionar o que queria. Logo que chegou na beira do penhasco achou o dinossauro.
- Dinossauro, tudo bom?
- Oi Eva, o que manda.
- Dinossauro, eu quero uma bimbada! – Eva não era dada a arrodeios.
- Está louca, mulher, olha o tamanho de minha jeba! O meu chato é do tamanho de tua cabeça. Uma cutucada e te parto no meio.
- Porra nenhuma, seu veado (ela já tinha ouvido Adão tirando onda com o pobre animal), seu broxa, seu frouxo, seu regulão…
Os olhos de Eva saltaram das orbitas, vermelhos sangue, registro de sua ira. Apesar de seu tamanho o dinossauro sabia que não se deve enfrentar uma mulher na seca. A reação natural dele foi recuar.
- Calma, mulher, calma, pera… tô falando pro teu bem..
Não adiantou. Eva, puta da cara e com uma vontade louca de dar, apanhou uma pedra enorme e tacou na cabeça do pobre dinossauro. Atingido em cheio ele cambaleou e desabou no penhasco. Morria o dinossauro macho – e assim os dinossauros se extinguiram.
Eva, em sua sede de sexo, seguiu procurando um amante. Achou um babuíno.
- Oi babuíno.
- Oi Eva, tudo certinho?
- E aí, bora dar uma peiada – Eva não era dada a arrodeios.
- Hum?
- Peiar? Sabe? Socar, bombar, meter, trepar, transar, foder, furunfar, lapear, cavucar?
- Mas… Eva… somos de espécies diferentes!
- Deixe de viadagem, seu porra, tá feito o dinossauro, aquele broxa de merda?!
- Oxe, mulher, tua seca tá te deixando doida, vai botar esse periquito na queda d’água e me deixa em paz!
- Ah, mas você vai me comer, seu merdinha, venha cá!!!
E dizendo isso Eva pulou em direção do babuíno que, num pulo, esquivou-se. Quer dizer, quase. Eva ainda conseguiu pegar num tufo de pelos no traseiro do pobre animal. Desesperado o babuíno deu um pinote pra frente enquanto Eva, louca de tesão, o puxava com toda força. O babuíno foi, o pelo da bunda do coitado ficou – e assim os babuínos ficaram com a bunda careca.
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Já sem opção Eva sentou na beira do lago e chorou. Seu pranto, violento, chamou a atenção de um peixe.
- Oi Eva, o que há? Porque choras?
- Ah… oi peixe – e Eva teve uma ideia… ela sentiu que o approach não estava funcionando, resolveu mudar. Parece que os machos não estavam prontos para uma mulher atirada, cheia de vontade – e assim surgiu a dissimulação e o cu doce.
- Peixe, quer brincar?
- Brincar? Claro! De quê?
- De esconde/não esconde!
- Como isso?
Eva se sentou na beira da lagoa, com as pernas abertas e explicou:
- Seu peixe, o senhor pula aqui para esse esconderijo que tenho no meio das pernas. E pula de volta na água, pra dentro, pula pra fora, pra dentro e pra fora. O mais rápido que conseguir. Se você me fizer gritar, ganha!
E eles brincaram! E o peixe vencer. E assim nasceu o chifre. E assim os peixes ganharam o cheiro que tem até hoje!
O meu gosto para cozinha é herdado de meus pais. Meu pai é gaúcho – sim, eu sacaneio ele por isso – e quando põe a mão na massa é para preparar carnes em churrascos, bistecas ao alho e afins. Apesar de seu ser um tanto bitolado o velho realmente capricha no que faz. Já minha mãe, ah, essa é outra história. Não sendo doce – ela não suporta – ela cozinha. E bem. Ela tem preferência pela cozinha regional, pesada mesmo, mas não se furta de preparar pratos delicados que tornam-se, em suas mãos, manjares dos deuses.
Rabada, feijoada, dobradinha, sarapatel, buchada, bobó de camarão, galinhada. O que ela fizer, faz bem. Essa semana ela me passou uma receita deliciosa, tanto pela simplicidade como pela ousadia – que resulta num sabor magnífico. Então, boa praça que sou, divido com vocês a receita de Anjo Solto.
Ingredientes
1 Cebola grande cortada em rodelas (roxa, de preferência)
400g de charque (carne seca) desfiada
150g de queijo coalho
1 1/2 colher de sopa de açúcar mascavo
1 Colher de manteiga
Preparando a charque
Coloque a carne, sem corte, numa panela. Cubra com água e deixe ferver. Tire do fogo e substitua por água limpa. Deixe ferver mais uma vez. Retire a água. Com isso retirou-se o excesso de sal.
Em seguida leve a carne a panela de pressão. Meia hora deve resolver. O ponto certo é quando você pegar ela na mão e conseguir desfiar sem grande dificuldade. Desfie toda a charque e separe.
Preparando o prato
Numa frigideira grande jogue a manteiga. Lance a charque e frite bem. Quando o cheiro subir (ela vai estar ficando escura), adicione a cebola. Continue mexendo bem, até a cebola começar a amolecer. Junte o queijo, cortado em cubos. Misture um pouco e então adicione o açúcar, mexendo bem.
A cebola vai encolher rapidamente, o perfume do prato vai mudar. Continue mexendo até perceber que o açúcar foi completamente absorvido. Pimentinha à gosto e pronto pra ir à mesa.
Acompanhando
Para acompanhar pode ir macaxeira (mandioca) cozida, Inhame (cará) ou Fruta Pão – que foi o que eu usei hoje. O Fruta Pão, quentinho, com manteiga de lata… ô coisa boa, hein?
Para que não conhece o fruta pão eu recomendo demais. Ele é mais macio que o Inhame mas não tanto quanto a macaxeira. De textura aveludada tem um sabor característico que trás um leve amargor – acredite, é muito bom e faz toda a diferença.
Como disse: simples, rápido e delicioso. Espero que tentem e digam o que acharam nos comentários.

Saiu o primeiro teaser trailer de um dos filmes mais esperados de 2010. Dirigido pelas mãos do genial – e por isso mesmo maluco – Tim Burton, o filme conta com um elenco estelar. Johnny Depp, Anne Hathaway, Alan Rickman, Matt Lucas, Michael Sheen, Helena Bonham Carter, Crispin Glover, Christopher Lee e Eleanor Tomlinson são alguns dos nomes.
Sem mais delongas…
Como de costume eu vou falar sobre relevan… CALMA, é mentira. Deixemos a tal palavra cansada de lado e vamos nos centrar em um tipo que não está nem aí pra ela: o chato do Twitter.
Até agora o Twitter vem resistindo bravamente a orkutização. Alguns incluídos digitalmente até tentaram, ou tentam, mas desistem logo quando não conseguem inserir em suas twittadas gifs piscantes e afins. Como metade da graça no Twitter é realmente ter atenção o miguxo cansa, se sente só e volta para o Orkut, seu meio ideal de proliferação. Mas nem tudo são flores. Se estamos livres dos miguxos, emos e incluídos digitalmente ainda temos que encarar os chatos.
Essa racinha vem realmente se proliferando com certa velocidade. Todo mundo tem um chato lhe seguindo. Pode procurar, você tem um deles lá, na sua cola.
A chateação causada por esse individuo é proporcional ao seu destaque no Twitter. Quanto mais destaque você tem (se é famoso, se tem muitos seguidores, se é polêmico) maior a chance de um chato grudar em você. Sim, amigos, no Twitter você não tem que ficar agüentando cutucadas, perdigotos e bafo, é verdade, mas ter que agüentar alguém de mimimi porque você nunca dá RT nele, ou porque não interage respondendo as super inteligentes e criativas twittadas direcionadas a você não é divertido… . Solução? Block. Identificar e bloquear essa raça é a melhor forma de impedir que essa praga continue assolando.
O chato do Twitter é, por natureza, um ser carente. Quando ele gruda em alguém ele quer atenção. Ele tenta aparecer de toda forma, de todo jeito, ele quer que você o note e interaja. Alguns dos hábitos que podem ser facilmente identificados são:
No começo da “relação”
a) Pedidos constantes do tipo “Me segue, por favor”. O chato está só esperando ser seguido para vir com “Ah, vejam só quem está me seguindo, WOW”.
b) Ele retuita TUDO que você posta. “Dor de barriga infernal” vira “Dor de barriga infernal // HAHAHAHAHHA. Esse cara é muito hilário”
c) Ele responde tudo que você pergunta. Tudo mesmo. “Cara, queria saber o motivo desse transito caótico em São Paulo” será respondido por um “É muito carro na rua, meu!”.
d) Ele coloca seu nome em todo Follow Friday. Se deixar ele coloca no Follow Saturday, Follow Sunday e cia. “Ei, eu indico você, me segue aí!!!”
e) Tenta sempre incluir você em uma pergunta que faz. “Cara, acho que o Twitter vai revolucionar o mundo, não é @rosana?”.
f) Ele baba tanto seu ovo que se você entrar no mar até a cintura o cara corre o risco de morrer afogado.
O chato não entende que para ser seguido ele tem que cativar a pessoa a quem segue sem ser um grudento insuportável carente de atenção. Ser inteligente, divertido, útil e afins passa longe das prioridades dele. Claro que o infeliz termina sendo solenemente ignorado. E aí ele se torna ainda mais chato…
A dolorosa separação
a) Ele passa a falar mal de você, sempre incluindo seu nick, para ter certeza de que você vai ler. “Ah, o @marcelotas é um mascarado, ele não interage com os fãs”.
b) Tudo que você diz vira motivo de crise de mimimi. “São Paulo é uma cidade muito poluída” ganha uma resposta como “Tá vendo, @eden odeia São Paulo e os paulistas ficam seguindo ele. É um idiota!”
c) Você se torna um completo idiota para ele. “Cara, não sei como alguém aguenta seguir esse tal de @bqeg, o cara é um saco!”
d) Ele começa a ameaçar dar unfollow. “Vou deixar de seguir o @cebola, cara chato…”
É claro que nessa hora, se você tem um pingo de juízo, você já foi proativo e martelou o quengo desse infeliz com um belo BLOCK. Alguns, como o @cardoso, ainda explicam o motivo. Outros nem isso.
Mas não acaba por aí, quando percebe que foi bloqueado o chato se revolta. Bate nele a crise do corno, ele se toca de que foi o último a saber do bloqueio e surta fingindo não entender o motivo. Para ele, para esse infeliz carente, essa é a prova de que você não presta. Ele vai mover céus e terras para lhe destruir no Twiiter. Vai falar mal de você para todos os 26 seguidores dele, vai por um post no blog e todos os 8 leitores vão ler (e apenas um vai comentar). Ele vai se vingar de seu ex-ídolo e atual desafeto. Ele vai lhe fazer perceber que você errou em ter ignorado ele… e toda sua chatice.
Minha dica? Ligue o foda-se e continue interagindo com as milhares de pessoas interessantes do Twitter. O chato não vai se matar por isso, ele sempre vai poder voltar para o Bate Papo do UOL ou para o 145, o famoso disque amizade.