A que velocidade você precisa correr para salvar sua vida? O sempre excelente Capinaremos dá as dicas.
A que velocidade você precisa correr para salvar sua vida? O sempre excelente Capinaremos dá as dicas.
Bem divertido – e muito bem produzido – esse comercial para o Mountain Dew Game Fuel, um energético para gamers (claro). Legal, hein?
Esse comercial da Coca-cola já tem algum tempo, mas a mensagem… ah, essa não envelhece nunca. Diferente de nós.
Assistam e depois eu continuo.
Emocionante. Duas coisas me tocaram e sem dúvida devem ter tocado vocês. A primeira é toda beleza da experiência de vida sendo transmitida. Isso é fantástico. Ouvir alguém dizer que aquele teu problema é menor do quê você o faz não é fácil. Me lembro quando alguém fazia pouco de minha preocupação com uma nota em uma prova… “Esse idiota sabe de nada, fica aí dizendo que a vida tem problemas maiores, que devo ser menos estressado… Que problema pode ser maior do que ficar para final de química?”, era o que eu pensava. Naquele momento nada era mais importante que minha prova… e hoje ela ficou para trás. Outros problemas surgiram, outras vitórias também, mas, olhando para trás, me sinto um bobo ao perceber que na maioria das vezes eu que dei ao problema um tamanho muito maior do que o real. A experiência falava e eu, como bom jovem imaturo, não dava ouvidos a ela.
Á outra é que o tempo realmente passa muito rápido. Demais. Ontem eu tinha 12 anos e tudo em que pensava era fazer 18 e poder entrar em um cinema pornô que havia na cidade. Ontem eu tinha 17 anos e tudo em que pensava era tirar minha carteira de motorista. Ontem eu tinha 22 anos e achava que tinha muito tempo pela frente, que podia adiar um pouco meus planos. Ontem eu tinha 26 anos e achava que tinha muito tempo pela frente, que arriscar um pouco de meu dinheiro – na verdade boa parte dele – não era tão arriscado afinal teria muito tempo para recuperá-lo.
Entre o ontem e o hoje existe apenas uma noite. Hoje, aos 33, me bate um desespero quando percebo que esse “ontem” não foi exatamente ontem. Me pergunto… e o amanhã? E se amanhã eu olhar pra trás e estiver com 60 anos. E se não tiver feito tudo que desejei fazer? Que planejei fazer.
Mais assustador ainda é perceber que já passamos do meio do ano e boa parte de meus planos foram adiados para amanhã. É hora de correr atrás.
Hélio, do Arrobazona, publicou o post abaixo:
“O “Global Peace Index 2009? é um estudo estatístico que através de seus dados demonstra que quanto menos religioso é um país mais tendência pacífica esse mostra. No estudo há 23 critérios, incluindo guerras estrangeiras, o respeito aos direitos humanos, conflitos internos, o número anual de homicídios, comércio de armas, o número de pessoas nas prisões, níveis de democracia, etc.
O estudo ratifica a opinião de alguns sociólogos que apontam as religiões como parâmetros para os índices de violência. Apesar da maioria das religiões basear sua filosofia no o amor e paz historicamente enormes atrocidades têm sido cometida em seu nome.
Não é necessário muito esforço para lembrarmos a Inquisição, dos homens bombas, dos ortodoxos espalhados pelo mundo, das influências de diversos ícones religiosos no desencadeamento dos mais históricos conflitos humanos.
O ranking completo pode ser encontrado aqui.”
Agora eu lhes pergunto: existe alguma surpresa nesse post? Não para mim. A religião é a maior chaga na história da humanidade. Opa, calma aí. Não estou falando de fé ou credo, mas da maquina de fazer idiotas chamada religião.
Não vou entrar em por menores, não sou capacitado para isso, mas não me sinto bem em generalizar completamente. O Japão, por exemplo, um pais onde a maior parte da população é muito religiosa, seguidores do xintoísmo e budismo, aparece como uma dos países menos violentos. Acredito, em minha modesta opinião, que tem a ver não só com o que pregam essas religiões mas com a cultura local.
O radicalismo religioso não prega a paz, prega a intolerância. O gado, seguidores cegos de dogmas religiosos, costumam usar a palavra de Deus para justificar toda sorte de atrocidades. Você pode ser católico fervoroso e ainda assim espancar um homossexual, afinal eles não prestam perante a Bíblia. Você pode ser um mulçumano temente a Alá e espancar um católico, afinal ele é um infiel.
O caso do Brasil é mais complicado. O Brasil é um pais de hipócritas, raras são as pessoas que realmente seguem o principio básico das religiões praticadas aqui: amor ao próximo. O que vemos são evangélicos que usam Deus como muletas. Que praticam o mal, pagam o dizimo, culpa o tinhoso e acham que estão salvos. Vemos umbandistas perseguidos. Vemos católicos “praticantes” que só vão a igreja para filar bóia em casamentos. Isso é histórico. Nossa história prova que o brasileiro acredita na compra de indulgências, na salvação pelo “arrependimento” – sabendo que ele tem um preço. Muita gente encara sua religião como um time de futebol. Você não sabe a escalação dos santos, não sabe quando praticam os milagres mas se forem discutir você defende o seu time de forma fervorosa, afinal é seu time. Você cospe na camisa adversária afinal eles são adversários. Aqui no Brasil somo vitimas de uma equação perigosa: (povo pobre – cultura + ignorância) x (trambiqueiros manipuladores x quantidade de credos)… o resultado? Esses vocês conhecem.
Eu repito: fé sim, religião não. São coisas distintas, acredite.
Como diretor de criação recebi diversos currículos no decorrer dos anos. Na maioria dos casos eles eram apresentados por quem buscava vaga em uma área diferente da criação. Os criativos sempre vinham com suas pastas sob o braço, achando que estavam resolvendo tudo.
Bem, eu tenho que confessar que um bom papo sempre me pareceu melhor que um currículo. Sempre. Eu sempre achei que uma pasta não prova exatamente a qualidade do trabalho de ninguém afinal o que prova que aquele material ali foi realmente criado pelo portador da pasta? Eu mesmo já vi gente se empregar com várias peças minhas sob o sovaco. Não, o papo sempre foi muito bem vindo.
Contudo as vezes não temos tempo de realizar essa entrevista, as vezes apesar de gostarmos do papo e da pasta temos que defender o candidato para um sócio, as vezes queremos apenas ser surpreendidos. E nessas horas muitos deles falham.
Passam dias produzindo peças fantasmas pra por na pasta e fazem o currículo no WORD, e ainda assim mal-ajambrado, como se aquilo ali não significasse nada. Pra esse tipo de candidato tenho uma coisa pra mostrar, algo que achei no Gizmodo.
Com currículos assim você certamente ganha alguma vantagem sobre os outros candidatos, acredite.
Manoel e Maria estão num voo para a Austrália para comemorar o quarto aniversário de casamento. De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:
- Senhoras e senhores, tenho notícias muito ruins. Nossos motores estão parando de funcionar e vamos tentar um pouso de emergência. Por sorte, estou vendo uma ilha não catalogada nos mapas logo abaixo de nós e vamos tentar aterrissar na praia.
Ele aterrissou com êxito, mas avisou aos passageiros:
- Esta ilha é muito isolada e é muito provável que a gente não seja resgatado e tenhamos que viver aqui pelo resto de nossas vidas!
Nessa hora, Manoel pergunta para a mulher:
- Maria, você pagou o dízimo da IGREJA UNIVERSAL este mês?
- Ai, me perdoa Manoel. Com essa história de viagem esqueci completamente!
Manoel, eufórico, agarra a mulher e tasca o maior beijão, o melhor de todo o casamento. A Maria não entende e pergunta:
- Manoel por que você me beijou desse jeito?
E ele responde:
- Eles vão nos achar!
Mais uma piada Pilandesa.

Aqui em Recife damos esse carinhoso apelido aquela mulher que usa a calça tão colada, mas tão colada que parece uma linguiça toscana – e o mesmo termo serve para designar aquelas gordas que usam roupas coladas de lycra, que ficam parecendo ter 6 peitos e 3 barrigas.
É, eu sei, criei uma visão terrível, né? Mas fique calmo, o vídeo abaixo vai lhe ajudar a esquecer a imagem do inferno.
Aqui pra nós… se essa mulher peidar o que acontece? Aparece uma bolha na calça, ela explode, ou vemos algo correndo pela perna até conseguir escapar pelo tornozelo? Putz… ela deve perder uma meia hora só para entrar ali de manhã. Ah, vi no Sedentário.
![]()
“O ateu estava pescando no Lago Ness, ignorando o alerta de alguns moradores da região à respeito do famoso monstro. Balela, disse ele. Após algumas horas de pescaria ele foi surpreendido por um forte balançar do barco e quando deu por si estava na boca do terrível monstro.
Se debatendo ele lutava com todas suas forças, usando braços e pernas, para tentar impedir o monstro de fechar a boca.
- Meu Deus, me ajude!!!
O céus ribombaram, as nuvens se abriram, tudo parou por um instante. Lá de cima estrondou uma voz:
- Ah rá… 10 minutos atrás você não acreditava em mim, hein?
E o ateu de pronto respondeu:
- E nem no monstro do Lago Ness!!!!!”
Acho que essa história cai bem com a velha frase de Jaguar: “Ateu sim, graças a Deus” ou aquela outra que diz “Você só é ateu até a hora da morte”.
Não sou religioso. Não mesmo. Na verdade, me desculpem aqueles que o são, acho a religião uma das piores chagas na história da humanidade. Mas, calma, não comecem a atirar pedras. Não ainda.
Eu admiro a fé. Acredito no poder dela. Acho realmente que ela pode influenciar pessoas mas que isso nem de longe precisa passar por um intermediário – seja ele pastor, padre ou líder espiritual. Não consigo ter o menor respeito por alguém que diz ser capaz de conversar com Deus – ou entender melhor seus desígnios – e lhes ditar regras – que muitas vezes são absurdas.
Hum, Eden, mas então você acredita em Deus!
Deixe eu explicar uma coisa a vocês. Minha mãe acredita em Deus, é católica não praticante. Meu pai é adepto de São Real, e é um vira casaca, muda a moeda, muda o santo de devoção. Duas de minhas irmãs são evangélicas – pois é, toda família tem uma ovelha negra, a minha tem duas. Outras duas nem pensam sobre o assunto. Sobrou a mim.
Sabe aquele velhinho poderoso que senta num trono feito de nuvens, numa sala cheia de monitores (no estilo do arquiteto de Matrix) dando uma de stalker em nossas vidas, decidindo quem vai pro céu e pro inferno? BALELA. Sabe aquele velho poderoso, feito de luz e fogo, que lança chamas pelos olhos e raios pela boca e pune todo mundo que mijar com a tampa da privada abaixada? BALELA. Sabe aquele livro que tem a resposta pra todas as questões, que tem todas as regras, quase um manual de “fique livre do cão”? BALELA.
Isso significa que não acredito em Deus? Não, não significa (engole essa Ronie Von).
Deixe eu colocar da seguinte forma: nossa vida como existe depende de uma infinidade de fatores que precisariam ser exatamente como são. Se alguns deles tivessem variado em 3% a vida na terra seria improvável. Nosso corpo é uma maquina perfeita. Perfeita demais. Tudo se encaixar perfeitinho demais, não acham? Duas hipóteses: ou existe uma força maior ou somos fruto de uma coincidência absurda. E se não acredito em coincidências…
Chamar de “Força Maior” faz com que me sinta meio idiota, oras, porque não chamar de Deus? Deus será.
Já tive raiva dele. Não da “Força Maior”, do Deus, e sim do deus. Confuso? Acho que o Deus no qual acredito não pode, nem é, o mesmo deus que prega a morte dos infiéis, que permite a guerra santa, que faz com que uma mãe deixe um filho morrer pois sua religião não permite a transfusão de sangue. Que deus estupido seria esse? Não meu Deus. Mas isso só durou até que eu fosse maduro o suficiente pra entender que se tratam de homens guiando homens em nome de “deus”. Cegos guiando cegos, orientando-os segundo suas ambições, desejos e objetivos, brandindo o risco do inferno e da perdição.
E porque eu toquei nesse assunto… Essa semana eu estava com MUITOS problemas, de todos os tipos, correndo contra o tempo, vendo a coisa atingir uma magnitude, chegar a um ponto de onde eu não teria mais como revertê-la. No MSN vi um amigo usando a seguinte frase “Deus dá o frio conforme o cobertor”. Oras, eu devia ter cobertores escondidos onde não sabia pois estava bem mais frio do que podia aguentar.
Eu não acredito que pedir por intervenção divina faça com que aquele deus deixe de lado seu afazeres – como cuidar de guerras, enchentes e pragas – para lhe ajudar a pagar o carnê da insinuante, para fazer seu namorado esquecer a outra ou fazer com que professor, num ataque de bondade, resolva lhe dar uma boa nota mesmo você não tendo estudado.
“Um homem que vivia em eternamente complicado financeiramente, evangélico, temente a Deus e seguidor da bíblia, orava com frequência:
- Sr meu Deus, me ajuda, me faz ganhar na megasena. Por favor.
Durante anos essa cantilena se repetiu. Durante anos o homem pediu, implorou e chorou pedindo sempre a mesma coisa. Até que um dia, depois de anos e anos sem ganhar, revoltou-se:
- Deus, você é um tratante, um ingrato, um miserável. Toda minha vida vivi por tuas regras, segui a Bíblia, paguei meu dizimo… e nunca ganhei na megasena apesar de tanto te pedir.
E os céus se abriram num clarão e lá de cima uma voz estrondou:
- Ao menos compra um cartão, seu infeliz!”
Ler aquela mensagem no MSN me fez perceber que eu havia perdido um hábito que tinha. Na verdade dois.
O primeiro o de agradecer as coisas boas que acontecem. Liberar a Polyana que existe em mim. A vida foi me tornando meio seco, cético, amargo e esqueci de como é bom nos lembrar de que coisas boas acontecem o tempo todo. A outra foi deixar de conversar com Ele. Pode chamar de orar, de rezar, do que seja. Pra mim sempre foi uma forma de conversar comigo mesmo sem parecer um idiota. Nada de pedir sucesso, fortuna ou dinheiro. Luz, conhecimento, paz de espirito. Força, isso sim. E funciona. Sério.
Podem dizer que é o poder da neurolinguistica… não importa. FUNCIONA. Eu me sinto mais tranquilo quando faço e valorizo mais as pequenas vitórias. O fim dessa semana foi uma prova disso. Muita coisa boa aconteceu, solucionei problemas que pareciam insolúveis, portas e janelas se abriram depois de ter retomado esses pequenos dois hábitos.
Não ser religioso não faz de mim um cético escroto. Me faz mais atento as armadilhas da fé cega. Essa força maior existe, seja ela música, matemática ou espiritual, existe e, por mais que uma vez eu tenha procurado, não achei argumentos negassem essa possibilidade. Prefiro acreditar no mistério. Tudo fica melhor com uma pitada de mistério. E tenho dito.
“Percebendo que o fim estava próximo a família mandou chamar um padre para dar a extrema-unção a um velho empresário. O padre aproximou-se do velho moribundo…
- Renegue ao demônio e aceite Deus!
- Não… – o velho falou numa voz fraquinha..
- Como assim “não”?!
- Seu padre, até ter certeza de pra onde vou não quero criar inimizade com ninguém.”

- Bom dia, posso ajudá-lo?
- Sim, bom dia, gostaria de comprar um script.
- Ah, claro, claro, temos de diversos tipo e modelos. Alguma preferência?
- Sim, queria um macio, fácil de lavar…
- Certo. Tamanho?
- Ah, uns 30 mil usuários.
- Hum, dos grandes, hein?
- O que acha desse aqui? Veja que beleza. Sem cheiro, macio, não deforma. Uma maravilha.
- Não, não gostei da cor…
- Mas temos esse modelo de várias cores.
- É? Deixa eu dar uma olhada… bom! Gostoso. 30 mil, né?
- Sim, 30 mil. É o que mais sai.
- Pronto, vou levar.
- É presente?
- Não, é pra agora. Já vou usando.
- Excelente, são R$ 20,00.
E o comprador enfiou o script na cueca, admirou o novo volume, deu um sorrisinho e foi embora.
Quando escrevi o texto que criticava as agências de propaganda e a mídia convencional por não fazerem ou trabalho de casa e elegerem Tessália como a cara do Twitter muita gente entendeu que a crítica era à Tessália, a ex @twittess e atual @aliastes. A principio fiquei chateado com o fato de parte dos leitores não se darem ao trabalho de interpretar o texto. Foi impressionante. A maioria dos insatisfeitos rebatia o texto com o incrível e bem fundamentado argumento de que se tratava de inveja.
Não me surpreende, afinal quando um post replica como esse replicou é lido por todo tipo de gente – e nem todas elas tem capacidade de articular um debate inteligente. O que surpreendeu foi perceber que muita gente não percebe que usar script é como colocar meia na cueca… a principio pode ter resultado mas no fim alguém vai ficar sabendo que aquele volume ali é enchimento.
Assim como tamanho não exatamente garantia de prazer quantidade de seguidores não é garantia de qualidade. É como alguns infelizes que que criam gifs e publicam no site para que o visitantes pensem que ele tem mesmo aquele número de assinantes de feed ou de visitantes online.
Tomem como exemplo os perfis de algumas “personalidades” como Carla Perez. Pode ter 15.000 seguidores que ainda assim nada que preste sairá dali. Seguem ela pela qualidade? Não, claro que não. É apenas o processo de Orkutização em ação. Claro que muita gente vai afirmar que sou “caga regras”, metido, pedante e arrogante por tocar nesse assunto. Que não tenho capacitação nenhuma para isso. Não, não tenho, é fato, por isso mesmo que estou aberto a debater o assunto.
A questão não é o inchar a quantidade de seguidores, na verdade nem como fazê-lo. O perfil é seu, faça como quiser – mas sabendo que a WEB está cheia de sites que roubam a senha daquelas que querem crescer depressa e alguns infelizes que estão se divertindo em hackear perfis que usam scripts. Mas quando você usa essa “meia” como argumento de que tem algum valor… aí a coisa pega.
![]()
Oi, eu sou a Dani, minha bunda é quase tão grande quanto a quantidade de punheteiros me seguindo.
Agora temos @Dani_luxo, uma menina que diz ter 22 anos e ser garota de programa usando uma técnica um pouco… diferente para inchar seu perfil. Segundo ela o perfil une o útil ao agradável. Ela ganha seguidores e divulga seus trabalhos como uma expoente da profissão mais antiga do mundo – titulo com o qual Marshal, de How I Met Your Mother não concorda. Ela mostra a bunda, promete ligações e strip via webcam para ganhar mais seguidores. E está funcionando, foram mais de 4000 seguidores em poucos dias. Pelo que twitta temos uma mistura de Felina, Bruna Surfistinha e Tessália (e não, não estou colocando todas no mesmo saco, não interpretem da forma errada).
Eu não sei se a menina é real, de fato chego sim a duvidar. Não quero parecer um integrante do CCV – Comando de Caça ao Viral, mas confesso que já andei debatendo com algumas pessoas uma teoria meio maluca sobre o perfil dessa menina. Mas isso é irrelevante. O interessante é analisar que existem sim diversas outras formas de se burlar o “crescimento natural” de um perfil no Twitter.
Mas, Eden, Dani_luxo é ou não é relevante? Bem, eu diria que ela adquire certa relevância quando passa a ser seguida por um público especifico. Ela pode não ter exatamente credibilidade mas para para um nicho bem definido, os punheteiros do Twitter, ela tem sim relevância. Se quisesse fazer um anúncio de site pornô iria a ela e não ao @cardoso, @nickellis ou @roxmo. @Dani_luxo vem trocando RTs pela veiculação de fotos provocantes, não é diferente de alguns blogueiros que sorteiam brindes e até viagens ao chegar a um certa quantidade de seguidores. Ela não usa script, ela usa, segundo @bqeg, sCUpt.
Se ela é real, bem, está fazendo o trabalho dela bem feito, atingindo exatamente o público que seria proveitoso pra ela e, se continuar a crescer vai entrar no vácuo de Tessália e não vai demorar pra estar nas revistas falando sobre a experiência de ser puta tecnológica. Se for fake vai se provar uma interessante experiência sociológica no Twitter e criar mais um case para os estudiosos da ferramenta.
O fim dessa novela saberemos em breve, levando em conta a velocidade da web. E, posso apostar que, usando ou não de artifícios pra crescer, a @dani_luxo não será tão criticada quanto Tessália se não cometer o mesmo erro que ela, o de acreditar que tamanho é documento. Se bem que, levando em conta a profissão que ela diz ter ela deve saber que isso não é bem verdade.
E, para terminar, aqueles que acham que peguei leve com a @Dani_luxo porque ela mostra a bunda podem dar a dica a Tessália. Certamente não irá mudar a minha opinião sobre ela – que é neutra, acreditem – mas vou gostar de vê-la mostrando a bunda. Ela é gatinha, assumo.