A Saatchi & Saatchi da África do Sul criou uma peça externa bem interessante para divulgar a precisão da furadeira Makita. Um outdoor mostra o produto, até aí bem normal, a sacada está no fato de que a imagem é composta de 20 mil furos cuja a precisão na espessura e profundidade de cada um deles é que proporciona as tonalidades, fazendo a imagem funcionar.
Uma ação diferente, capaz de mostrar a precisão do produto. Legal, hein?
Duas coisas estão se tornando lugar comum em cerveja: mulher bonita e humor. Mais um exemplo de como juntar as duas coisas numa campanha bem divertida.
Algumas peças da WWF – como essa mesma – são até mesmo óbvias mas isso não diminui sua capacidade de divulgação de uma ideia ou mesmo da fodástica direção de arte. Genial, hein?
A Audi e a BMW sempre, repito, SEMPRE, se sacanearam mutuamente em propagandas. Muitas vezes a coisa virava uma bola de neve envolvendo inclusive outras montadoras. Quem ganha é sempre o público que pode ter acesso a embates genias como esse aí de baixo:
Eu comecei como Diretor de Arte, atuei como Atendimento, Diretor de Criação, Planejamento e agora venho, lentamente me bandeando para o lado das novas mídias. Hum, novas mídias… o que exatamente é isso? Atualmente arriscaria dizer que são as mídias sociais, guerrilha e espaços antes não utilizados para divulgação. Tenho me voltado para a área digital das novas mídias, concluo então. Mais ágil, mais interativa, mais divertida, mais impactante… quer dizer… bem…. vejam com os próprios olhos:
Agora eu pergunto? É ou não é um fanfarrão o mídia que teve essa brilhante ideia? Trata-se de uma ação real criada pela agência Dinamarquesa By Far para divulgar uma marca de papel higiênico.
Garanto que rendeu muita mídia espontânea, não tenho a menor dúvida, minha dúvida seria se essa repercussão foi positiva.
A Nike acabou de soltar na WEB mais um viral, desta vez utilizando Neymar, jogador do Santos. A fórmula pode estar batida mas o poder de viralização destes vídeos continua incrível. Este conseguiu sair até na GLOBO -- onde alteraram a trilha, a cartela e omitiram o nome da Nike.
Uma forma eficiente de divulgar a nova chuteira Mercurial.
Confesso que não esperava nem de longe a repercussão que o post anterior teve. Não era pra ser um post polêmico, trata-se tão somente de um desabafo paterno sobre um assunto que me incomoda demais: a sexualização precoce de nossas crianças. É claro que esperava que a maioria dos leitores – tirando pelo nível daqueles que acompanham este blog com frequência – concordasse comigo ou que no mínimo entendessem meu temor.
Apesar de saber que sempre ir ter um idiota ou dois querendo tirar onda com a situação – estes eu ignoro solenemente – não esperava tanta gente justificando o tipo de coisa como “normal” ou tapando o sol com a peneira pelo simples fato do vídeo ter sido gravado na Venezuela e não no Brasil.
Vejam bem, caros amigos, eu deixei bem claro que não se trata de algo regional, é sim uma situação mundial. Muda a música, muda a droga, muda o comportamento e o resultado permanece: MEDO PELO FUTURO DE NOSSOS FILHOS. Se na Venezuela meninas de 12 anos se esfregam agressivamente em seus colegas de sala ao som do ReaggeTon aqui no Brasil vimos algo similar com a dança da bundinha ou com Mc Creú. Se aqui a garotada começa a beber cedo demais nos EUA usam maconha como se fosse desentupidor nasal. O problema não tem fronteiras, amigos, estamos falando da degradação da juventude. Como disseram sabiamente nos comentários esse tipo de contato prematuro com sexo, bebida, cigarro e drogas é um dos principais motivos de encurtamento da infância de nossos filhos que podem ser discriminados por não saber rebolar como uma vadia ou por não beber como um alcoolatra. E todos sabemos como crianças podem ser más com os seus.
Agora, aqui pra nós, ver tanta gente defendendo que é “hipocrisia” minha defender que me assusta um vídeo como esse é de DOER. Ah, porque nas antigas sociedades isso era natural. Na Grécia antiga era perfeitamente normal um professor enrabar um aluno. Na África é normal extraírem o clitóris de uma criança. No oriente médio é normal apedrejar uma adultera. Cultural? Talvez. Imbecil? Certamente! Usar cultura como desculpa para atos bárbaros é simplesmente doente.
Ninguém está falando que SEXO é feio ou errado, PRESTEM ATENÇÃO!!! Sexo é uma das coisas mais maravilhosas que existem mas tem HORA CERTA PARA SE FAZER. Tudo na vida tem hora certa, é simples assim.
É de uma imbecilidade tremenda alguém querer defender que a música e a TV não influenciam nossas crianças. CLARO QUE SIM. E a CULPA É NOSSA que permitimos que a TV – e agora a WEB – assumissem o papel de babás de nossos filhos, provendo informações que caberiam a nós, país, fornecer – e da forma que querem e como querem. Muitas vezes damos graças a Deus por nossos filhos estarem “quietinhos” assistindo TV enquanto cuidamos de nossos próprios problemas, deixamos que naveguem na internet, saciando sua sede de informação de forma completamente descontrolada.
A resposta seria a censura? Não. A resposta, como disse anteriormente, está na educação, na relação entre pais e filhos. Já que sozinho não tenho força para mudar a programação da TV ou a cabeça de um dono de gravadora que acha que Mc Créu é o que há em matéria de música posso apenas cuidar de fazer a minha parte: cuidar de meu filho. Ser amigo, companheiro, presente. Ensinar a ele que existe certo e errado, que tudo tem seu momento e que ele não deve ter pressa. Contudo esse egoismo (?) cobra seu preço mais na frente pois logo os amigos vão influenciar meu filho até mais que eu e se os pais deles não tiverem tido a mesma preocupação que eu tive na educação dos seus todo meu esforço poderá ter sido em vão.
Não estou tapando o sol com a peneira. Sei que muito em breve meu filho vai se interessar por sexo. Tenho minhas dúvidas sobre ele permanecer virgem até os 15 anos. Mas pretendo lutar com todas as minhas forças para que isso aconteça de forma natural e não por imposição de uma mídia maciça permissiva e deturpada. Quero que ele entenda que uma coleguinha dele se esfregando como uma cadela nele em plena sala de aula não é certo. Ele tem que se respeitar e repeitar a ela, como menina e como amiga.
O que quis dizer, amigos, e que reafirmo aqui é que me assusto com a forma como as coisas estão caminhando e não consigo ver naturalidade nenhuma nesse tipo de coisa. E que me sinto menos seguro ainda quando vejo que muita gente ainda acha “normal” ver uma menina de 12 anos praticamente cavalgando um colega de sala de aula que nem pelos faciais tem.
E para aqueles que julgam normal eu pergunto mais uma vez: e se fosse sua filha?
Minha esposa sentou-se no sofá junto a mim enquanto eu passava pelos canais.
Ela perguntou, “O que tem na TV?”
Eu disse, “Poeira.”
E a briga começou…
***
Minha esposa estava dando dicas sobre o que ela queria para seu aniversário que estava próximo.
Ela disse, “Quero algo brilhante que vá de 0 a 200 em cerca de 3 segundos.”
Eu comprei uma balança para ela.
E então a briga começou…
***
Quando cheguei em casa ontem a noite, minha esposa exigiu que a levasse a algum lugar caro.
Então eu a levei ao posto de gasolina.
E então a briga começou…
***
Minha esposa e eu estávamos sentados numa mesa na minha reunião de colegial, e eu fiquei olhando para uma moça bêbada que balançava seu drinque enquanto estava sozinha numa mesa próxima.
Minha esposa perguntou, “Você a conhece?”
“Sim” – eu disse – “Ela é minha antiga namorada. Eu sei que ela começou a beber logo depois que nos separamos há tantos anos, e pelo que sei ela nunca mais ficou sóbria.”
“Meu Deus!” – disse minha esposa – “quem pensaria que uma pessoa poderia ficar celebrando por tanto tempo?”
E então a briga começou…
***
Depois de aposentar-me, fui até o INSS para poder receber meu benefício. A mulher que me atendeu solicitou minha identidade para verificar minha idade.
Chequei meus bolsos e percebi que a tinha deixado em casa. Disse a mulher que lamentava, mas teria que ir até minha casa e voltar depois.
A mulher disse, “Desabotoe sua camisa.”
Então, desabotoei minha camisa deixando exposto meus cabelos crespos prateados. Ela disse, “Este cabelo prateado no seu peito é prova suficiente para mim,” e processou meu benefício.
Quando cheguei em casa, contei entusiasmado o que ocorrera para minha esposa. Ela disse, “Por que você não abaixou as calças? Você poderia ter conseguido auxilio-invalidez também… ”
E então a briga começou…
***
A mulher esta nua, olhando no espelho do quarto de dormir. Ela não está feliz com o que vê e diz para o marido, “Sinto-me horrível, pareço velha, gorda e feia. Eu realmente preciso de um elogio seu. ”
O marido retruca, “Sua visão está muito boa.”
E então a briga começou…
***
Eu levei minha esposa ao restaurante. O garçom, por algum motivo, anotou meu pedido primeiro. “Eu vou querer churrasco, mal-passado, por favor.”
Ele disse, “Você não está preocupado com a vaca louca?”
Kellen Lopes fez um post deveras assustador, recomendo a leitura. Bom, ler o texto e ver o vídeo, que tomei a liberdade de reproduzir abaixo, faz qualquer pai ficar um tanto paranoico.
Que porra é essa, hein? Quando eu baixo o sarrafo em porcarias como É o tchan, Mc Créu ou Bonde do Tigrão algumas pessoas me chamam de elitista, de imbecil, de cabeçoide – e isso para citar apenas os mais amenos. Quando digo que simplesmente não assisto TV aberta me chamam de alienado. Quando digo que precisamos escrutinar a vida de nossos filhos me chamam de paranoico. E esse vídeo, de que vocês chamam?
Posso parecer quadrado, até acho que sou, mas será que alguém tem algum argumento válido para me convencer – ou ao menos tentar – de que isso aí é “natural”? É a isso que estamos expondo nossas crianças. E é generalizado, está em toda casa, toda escola, todo shopping. Basta ver uma festinha infantil e observá-las dançando de forma sexualizada.
Não sejam ingênuos de achar que se trata apenas de “dança”. Acreditam mesmo que aquele guri não estava excitado? Acreditam mesmo que a menina desconhece o poder que esse tipo de coisa exerce? Abram os olhos! Hoje em dia crianças de 10 anos se masturbam navegando na WEB, meninas com 12 anos aparecem grávidas e garotos de 12 anos já perderam “o queijo” com uma amiguinha – as vezes estando bêbados.
E de quem é a culpa? É nossa que consumimos esse tipo de porcaria, que fazemos desse tipo de coisa algo “normal” em nome da liberdade de expressão. É sua que assiste Faustão e Gugu – porque eu mesmo não assisto. Cultura? NUNCA. Arte? JAMAIS.