Sim, isso mesmo. Prefeito você pode ser por no máximo 8 anos, já corno é pra toda vida! Depois de ter sacaneado o pivete anteriormente agora vem a confirmação. A barangasafada fogosa Chantelle realmente estava enfeitando a testa do pobre guri que, inocentemente, defendia a cuca, digo, Chantelle com unhas e dentes.
"Ei, gala rala, enquanto tu troca minha fralda o papai joga bola com os amigos!"
O Dally Mirror acabou de divulgar que o resultado do teste de DNA deu negativo, ou seja, vão ter que fazer mais uns 15 ou 20 testes pra descobrir quem foi o guerreiro que engravidou a adolescente. Isso só pode ter sido aposta. Só pode ser. Ou isso ou na Inglaterra temos os rapazes mais desesperados corajosos de todo mundo.
Mais um mistério resolvido sem a ajuda do cachorro idiota e de seus amigos enxeridos.
Pobre Alfie, além do trauma de ter perdido sua virgindade com isso aí, ainda vai ter que carregar consigo o imenso, encurvado e internacional chifre que levou. Alfie, como eu já disse antes, dos males o menor. Pior seria ficar com a bruaca e ainda sustentar o filho do pé de lã.
Semana passada, mais precisamente dia 19, o site do The Wall Street Journal divulgou uma “bomba”. Olhem só aí embaixo.
Bom, se você está se perguntado o que diabos é “twet” é sinal de que está bem mais atrasado do que imagina no que diz respeito ao “novo, divertido, instigante e desafiador universo das novas mídias” – sim, eu estou sendo um tanto irônico afinal não é novo e nem sempre é divertido. Não vou ficar aqui explicando o que Twitter, vou apenas dizer que seu uso cresceu 1.382% apenas nos últimos 12 meses.
Como toda ferramenta de mídia social/nova mídia que ganha destaque logo surgiu a dúvida: como utilizar um perfil no twitter tirando proveito dele para propaganda? Enquantos alguns queimavam as pestanas tentando descobrir uma oportunidade como essa os outros, os chorões e invejosos que lotam a blogsfera, preparavam as lagrimas e o gogó para gritar contra toda e qualquer ideia que surgisse nesse sentido. A questão é que essa discussão idiota estava reprimida até o surgimento do anúncio acima. Desenvolvida pela agência Ithink a ação utilizaria Marcelo Tas, que tem 19 mil seguidores no Twitter é pode ser considerado um dos maiores formadores de opinião do microblogging brasileiro – apesar dele não concordar com essa descrição, para liberar algumas informações sobre o serviço Xtreme, da telefônica. Uma forma simples e eficiente para falar com 19 mil pessoas que são, em sua maioria, target para o produto. Uma grande ideia.
Mas, como não podia deixar de ser, os invejosos começaram a gritar. Porque ele ganha dinheiro com isso e eu não? Bradavam na web – claro que usando outras palavras mas no fundo era isso que queriam dizer. Coisa de criancinha gripada que ao ver o amigo chupando um belo picolé tenta derrubá-lo no chão. A famosa tática do “nem eu nem tu”. Mas a gritaria imbecil não deve desviar a atenção do que é realmente importante: acharam uma forma deveras eficiente de usar o twitter para propaganda.
Sim, eu sei que já usavam para estreitar laços com os clientes, para divulgar produtos e preços. Mas agora acharam uma forma de utilizá-los seguindo a regra do “quando alguem fala bem de mim pesa bem mais que eu falando bem de mim mesmo”. Fato. Com o Twitter se tornando pop – o que está deixando muita gente temerosa – o risco de perder a credibilidade (perfis fakes, spam, trojans e afins) é grande e a sua vida útil como veiculo de propaganda está diretamente vinculado com o que acontecerá nos próximos meses.
A Ithink sai na frente e Marcelo Tas sai ganhando. Talvez não mais seguidores mas certamente mais grana. E querem saber? Podem fingir que não mas isso é fundamental! Quero ver como a turminha do mimimi iria se virar sem grana para pagar sua banda larga. Seria a turminha do mimimi postal.
Pensar fora da caixa é fundamental para se conseguir algum tipo de exito em propaganda hoje em dia. Com o excesso de informação que bombardeia a todos fica extremamente difícil você conseguir a atenção de seu target, quando mais conseguir um bom resultado ao transmitir a mensagem desejada. E, observem bem, isso não quer dizer ações que mais parecem superproduções. As vezes tudo que você precisa é uma boa ideia. Clichê? Sim, mas é a pura verdade.
Veja só essa ação para incentivar e alertar a importância de se fazer o famoso auto-exame que a McCann Erickson portuguesa desenvolveu para os laboratórios Roche. Usando aquelas bolinhas anti-stress com uma pequena pedra dentro ela conseguiu transmitir sua mensagem com perfeição distribuindo-a nas ruas para os pedestres (mulheres, claro!).
Ao apertar a bolinha, as mulheres sentiam um objeto estranho despertando a curiosidade até lerem a mensagem no cartão: “Você não vê o câncer de mama. Você sente”. Genial, não?
Muitas vezes já me peguei discutindo com outros publicitários a relevância de patrocínios para o branding. Alguns defendem com unhas e dentes, outros acham que é dinheiro fora. Esse patrocínio da Odor Eaters, uma marca de desodorante para os pés, a um certo campeonato faz pesar a balança para o lado daqueles que acreditam que se trata de um bom negócio.
A maioria das agências chegaria com “vamos patrocinar um time de futebol, afinal jogador fica com chulé depois de tanto tempo correndo com a chuteira em campo… dãh….”. Pra mim seria uma bola fora. Mas os caras não fizeram isso, eles patrocinaram um “campeonato de chulé”. Pois é, de forma divertida e ousada – afinal estão patrocinando o que combatem, acabaram ganhando mídia espontânea” e atenção de seu target por causa de um patrocínio para lá de simpático.
Fugir do óbvio, surpreender, emocionar. Essas são três das principais regras para se fazer um anúncio marcante. Antes de irmos ao comercial vamos adicionar uma pitada de conhecimento para você, caro leitor. Você sabia que as baleias jubartes macho cantam para se comunicar com a fêmea? Não? Eu sabia! Mas, bem, deixando de lado minha inteligência -- e a sua ignorância -- veja só esse comercial criado pela M&C Saatchi, observe como utilizaram bem as três regas que citei, fazendo um comercial diferente para uma companhia de celular.
Muito bom, hein? Fotografia, direção e roteiro arrasadores.
Qualquer publicitário que se preze tem por obrigação exercitar uma coisinha em especial… chama-se SENSO CRÍTICO. Sem ele você será eternamente um profissional mediócre. Pois é, senso crítico -- ou qualquer outro tipo de senso -- foi justamente o que faltou a agência, produtora e cliente ao tentarem lançar esse comercial abaixo.
É muito otimismo achar que esse ser bizarro ajudaria na venda de um produto destinado a crianças. Parece o personagem de algum filme de Guilhermo Del Toro, um pesadelo ambulante. É mais ou menos assim que imagino ser um culhão se ganhasse vida, fruto de alguma mágica estranha ou acidente radioativo.
Uma das coisas mais chatas da propaganda atualmente é o CCV, o famigerado Comando de Caça ao Viral. Uma cambada de idiotas espalhadas pela web tentando identificar o que é viral e o que não é, criando debates vazios e inúteis sobre o assunto. Eu já defendi que o fato de um vídeo ter sido criado buscando a viralização não diminui em nada seu mérito como conteúdo.
Bom, sacaneando estes chatos a Mini lançou na web um vídeo sacaneando, e facilitando, a vida dessa racinha que não quer pagar de enganada por um comercial criado com fins capitalistas e claramente fake.
Pronto, CCV, quase tão fácil quanto a prova para se alistar no exército. Ainda me lembro quando tive que completar “O soldado mora… a) fazenda, b) clube, c) quartel ou d) igreja”
E, como recompensa pelo seu bom-humor, o vídeo da Mini viralizou!
E começamos nossa quinta-feira de propaganda com um cartão de visitas altamente fodástico. É simplesmente GENIAL.
Interessante perceber que tem gente que desassocia o cartão de visita a propaganda. Bem, se formos racionalizar o objetivo do cartão de visitas, propagar uma informação que ajudará em um contato comercial e uma posterior venda, mesmo que seja para uma única pessoa, não podemos deixar de dizer que é uma forma de propaganda.
Contudo geralmente os cartões de visita são chatos, antiquados e pouco atraentes. Quando um cartão realmente diferente surge ele rapidamente se destaca, marcando de forma eficiente sua empresa, gerando, na pior das hipóteses, uma boa primeira impressão. Abaixo alguns cartões que já postei antes mas que acho muito, muito bons.
Não se anime quando uma mulher lhe disser que você é um gato. Não até ter certeza de que ela não vai completar com “… molhado”. É de doer como os bichanos ficam horríveis quando tomam banho… dá pra ter pesadelos com os coitados.
"Tá friaaaaaa, porra!"
"Sacanagem, hoje nem é sábado!"
"Cacete, esse não é Johnson Chega de Choro"
"Cabeção é a sua genitora!"
"Tá bom, porra, eu sou dessa cor mesmo, para de me lavar!!!"
"ahn... eu tava lavando meu pinto. O pinto é meu, eu lavo na velocidade que eu quiser!"