Eu acho Sunscreen fantástico. Esqueçam Pedro Bial narrando. A versão definitiva do texto de Baz Luhrmann foi a produzida pela DM9DDB com diversas cenas retiradas de bancos de imagens e editadas com perfeição. A narração é arrasadora. O vídeo é simplesmente uma ode ao otimismo, à vida e à esperança. O vídeo está no fim do post e recomendo demais que assistam.
Hoje, dando minhas navegadas, encontrei uma versão cósmica do vídeo. Sério. Cósmica! O estilo é bem próximo só que utiliza diversas cenas de filmes famosos. O que seria de nós, humanos, quando entendermos o quão pequenos somos? Será que nossas vaidades, nossas manias de grandeza, nosso ego irão desaparecer, perder força, deixar de nos guiar? “O Pálido Ponto Azul” tenta nos levar a uma reflexão sobre isso.
Muito bom, não? No fundo estamos só, como espécie, e nosso destino não está na mão de nenhum titereiro cósmico, nenhuma entidade controladora, mas nas nossas próprias mãos.
Não, não é um título caça paraquedistas com forte tendência homossexual. Trata-se de uma notícia mesmo, por mais bizarra que pareça.
Lembra do caso do Zé Ruela que fez o irmão passar quase o dia todo, sob um sol escaldante, dando tchauzinho para cima enquanto ele tentava vê-lo no google earth? O resultado? O irmão com insolação e o idiota levando fama de jumento por ter ido ao Orkut reclamar que o google earth não funcionava em tempo real.
Já Rory McInnes – um garoto de 18 anos de idade – foi um pouco mais inteligente que o seu colega brasileiro. Ele, se sentindo o próprio Brennand, resolveu presentear o mundo com um “caralho” gigante, de quase 20m, enquanto interagia com o google earth. Ele simplesmente pintou o pinto no telhado da mansão dos pais dele. A pintura ficou lá por quase um ano até um helicóptero notar e entrar em contato com o tabloide The Sun. O tabloide acabou entrando em contato com o dono da propriedade que achou que a história toda deveria ser algum tipo de piada. “Como assim um caralhão em meu telhado? Será que o urso esqueceu?”.
O Sr. McInnes, boa praça, avisou aos dedo-duros que quando Rory chegasse em casa ele ia ter que dar um jeitinho em sua obra com muita água e sabão.
É, Rory, enquanto você é obrigado a apagar o seu cipó gigante aqui em Recife nós temos que conviver com o cipó gigante de Brennand.
Hoje uma receita que não é minha – e nem é comida – mas que certamente muita gente vai curtir. Trata-se de mais uma receita genérica publicada pelo Caio, do divertido Brogui, que eu, na cara dura, kibei na integra para vocês. Espero que curtam – e me contem se ficou bom mesmo!
“Amarula é um licor, preparado do creme ou da fruta da marula, da árvore africana maruleira, particularmente a árvore também é chamada de elephant tree (árvore do elefante) ou marriage tree (árvore do casamento). A bebida possui um sabor suave semelhante ao caramelo. Pela associação da árvore da marula com elefantes, o fabricante fez do elefante o símbolo da marca comercial. (fonte)
Seguindo a linha dos genéricos, que tem feito muito sucesso, decidi fazer esse post “a mais” essa semana para colocar a receita desta deliciosa bebida, afinal, hoje é quinta feira, isso quer dizer que amanhã é dia de deixar a bebida gelando na geladeira só esperando a galera chegar e apreciar (com moderação, é claro).
A Amarula é uma bebida bem doce, ela deixa você bêbado sem que você perceba. Não sei por que, mas prefiro a genérica a original, acho que a original fica meio amarga depois de algum tempo no copo, já a genérica, sempre mantém o sabor. Bom, isso é apenas minha opinião.
Ingredientes:
- 750 ml de conhaque
- 1 caixinha de creme de leite (não use de lata, o soro vai estragar a bebida, prefira de caixinha)
- 1 caixinha de leite condensado (não use de lata, use a caixinha também)
- 1 colher (sopa) de leite em pó
- 2 colheres (sopa) de chocolate em pó
Modo de preparo:
1. Bata os ingredientes no liquidificador, acrescentando por último o chocolate, aos poucos, até ficar com a cor marrom.
2. Sirva bem gelada, pois Amarula quente ninguém merece.”
Se você é geek é gosta de se aventurar na cozinha então não pode ficar faltando o R2-D2 Pepper Mill, um moedor de pimenta com a forma do robô de Star Wars e 12 cm de altura, em sua wishlist.
Esse trás uma mensagem picante... e não é a pricesa Léia pelada.
O R2-D2 Pepper Mill é (claro) um produto japonês e está sendo vendido no ocidente pela loja inglesa Lazybone por £12.99 (R$42).
É claro que eu estou louco pra relembrar um dos melhores filmes de minha infância/adolescência (enquanto o novo filme -- sim, ele está sendo pré produzido -- não sai) jogando o novo jogo que sairá em breve para xbox360, PC e PS3. Abaixo um vídeo in game.
Bom, apesar de muito bem feito confesso que achei meio, hum, como diria, monótono? Pensando bem não seria fácil, tomando como refer6encia os jogos de hoje, criar um ambiente de ação para um filme como Caça-fantasmas -- que apesar de marcante e tudo mais era bem levinho.
Mas não achem que isso vai me impedir de por minhas mãos nessa belezinha? De forma alguma. E tem mais, se puder escolher vou jogar com o EGON!!!! Xeleiaaaaaaaaaah!
Usar roupão é uma coisa meio chique, não é mesmo. Tá certo que não é nenhum robe de chambre mas ao menos você não vai andar por aí enrolado numa tolha encardida. E não é por ser nerd que você não terá estilo, jovem gafanhoto! Agora, amigos, nerd que é nerd não vai se enrolar em qualquer roupão, hein? Olha só esses aqui:
É claro que aparecendo a meia luz para uma gatinha em um roupão do Super você corre o risco dela dar umas boas risadas… mas só até você mostrar a ela porque lhe chamam de “o homem de aço”. Já com o do Batman, bom, esse é complicado. Tenta chegar no ouvidinho dela e falar com aquela voz gutural “Vem cá, vem ser meu Robin, vem”.
Vejam só este vídeo, a apresentadora simplesmente vira os olhinhos e vai ao chão.
Quem já desmaiou sabe que a sensação é horrível, é como se tivessem puxado nossa tomada. Mas o que me impressionou não foi nem o desmaio da coitada. O que me impressionou foram os outros dois, ali na frente, brincando de estátua, fingindo que nada estava acontecendo enquanto a colega estava estatelada no chão.
Graças a um acordo operacional fechado semana passada em breve uma das ferramentas de mídia mais inusitadas que conheço poderá ser vista em Recife, sob a batuta de meu amigo Alessandro Manaro -- Aerolink. Conheçam o robomídia, um projeto de um baiano extremamente inventivo.
O robô -- de 2,5m -- é muito funcional e, controlado por rádio, é capaz de andar, cantar, dançar e falar, podendo ser adaptado de várias maneiras diferentes de acordo com a necessidade do projeto.