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28 de fevereiro de 2009 | Por Eden | Pessoal, Propaganda, Séries

Quando li uma breve resenha sobre Trust Me eu estava justamente procurando saber mais sobre Mad Man, uma série que fala do dia a dia de uma agência de propaganda nos anos 60. Bom, Mad Man é interessante, não nego, mas não era o que eu estava esperando. Diferente de um amigo meu que é médico e não assiste House por nada nesse mundo por achar que já respirar medicina demais eu, como pobriciotário, PRECISO respirar mais e mais propaganda.

Taí, gostei desse jeito de liberar o estresse na agência.

Taí, gostei desse jeito de liberar o estresse na agência.

Baixei o primeiro episódio de Trust Me sem grandes pretensões. Uma série sobre uma grande agência – e quando digo grande você não faz noção do que isso quer dizer – e sobre tudo que acontece ali. Que excelente surpresa. Ali no primeiro episódio, em 45 minutos, eu consegui me identificar com tanta coisa. Cheguei a ficar pasmo. O glamour fake, o estresse entre o atendimento e a criação, a cumplicidade e amizade entre uma dupla de criação que trabalha junto a muito tempo, a guerra entre profissionais que vivem querendo passar a perna um no outro, o diretor de criação insuportável, premiadíssimo, estressado e dono de toda boa ideia, aquela colega que apesar de excelente profissional é uma péssima pessoa, o estresse de ter que criar uma campanha de um dia para outro e muito, muito mais. Até a sala do diretor de criação repleta de action figures e os duplas juniors maluquetes!

Apesar de acontecer numa realidade completamente diferente da minha – e da imensa maioria de vocês – afinal a agência é imensa, com departamentos brigando em si por uma conta e com equipes monstruosas, foi impossível não ficar embasbacado com o primeiro episódio. Os outros – a série está no quarto episódio da primeira temporada – já estão na agulha e não vejo a hora de assistir.

A série gira em torno de um diretor de arte e um redator que precisam enfrentar uma restuturação na agência, manter a amizade, a qualidade de seus trabalho e a cumplicidade apesar de todos os obstáculos que surgem dia-a-dia. Com drama e humor na medida certa – e com uma trilha sonora de primeira – os 45 minutos passam voando e deixam com aquela sensação de “quero mais”.

Definitivamente recomendada, não, não, definitivamente obrigatória para qualquer um que seja tão apaixonad@ pela profissão quanto eu. FANTÁSTICA. Já chegou entre as minhas TOP 5.

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28 de fevereiro de 2009 | Por Eden | Propaganda

senta-que-la-vem - BANNER

Logo que abri a agência de propaganda eu enfrentei um desafio para o qual não estava minimamente preparado, afinal ninguém havia me falado dele na faculdade: o trauma publicitário que ataca alguns clientes.

Basicamente trata-se de uma péssima experiência que o cliente teve com propaganda e o que deixou muito resistente em investir mais uma vez em algo que ele desconhece. Com o tempo percebi que isso era, na maioria das vezes, fruto do trabalha de agências porcas e agências de sovaco – aquele vendedor de mídia cuja agência se resume a uma pasta embaixo do braço. Um cara com muita lábia que convenceu o cliente de que tudo que ele precisava para DOBRAR suas vendas era colocar 500 outdoors, com uma arte sofrível e com centenas de informações, espalhados por pontos escolhidos a esmo. Claro que estou resumindo muito os fatores que envolvem este trauma, mas era só para que entendessem. Ele, o trauma, é real e cruzei com ele várias vezes em minha carreira. E vou encontrar mais e mais no futuro, pelo que vejo.

Reulzito já nos alertava para os perigos do ouro de tolo.

Raulzito já nos alertava para os perigos do ouro de tolo.

Eu costumo defender que existe uma necessidade real, e urgente, de que as agências de propaganda comecem a buscar know how na área de novas mídias e defendo a falência do atual (ou seria antiga) metodologia de propaganda. Isso é real, pungente e não pode ser negado. Mas isso não significa o fim da propaganda “convencional”, significa tão somente uma redução drástica da capacidade de uma campanha tradicional obter, daqui a 5 anos, o mesmo resultado que obtinha há 5 anos atrás.

Certo, mas o qual a relação entre a nova mídia e o trauma publicitário – você deve estar se perguntando. Observe que essa mudança de paradigma da comunicação vai ocorrer naturalmente, queiram ou não os veículos de comunicação. Na verdade duvido muito que eles quisessem. Vamos a explicação de meu ponto de vista…

Leia o texto completo

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28 de fevereiro de 2009 | Por Eden | Humor, Vídeos

fazer-rir - BANNER

Com certeza esse guri apagou… prato cheio para que morre de rir com a desgraça alheia (eu ri, assumo).

Roubado, mais uma vez, do Pilândia.

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28 de fevereiro de 2009 | Por Eden | Propaganda, Vídeos

propaganda - BANNER

Acho que todo mundo lembra desse divertido anúncio da Heineken.

A Bavaria percebeu a bola na área e chutou para o gol com o anúncio abaixo.

Quem sai ganhando? Nós, é claro!

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28 de fevereiro de 2009 | Por Eden | Brinquedo, Geek, Wishlist

papai-noel - Banner

Eu já disse aqui que queria muito ter grana para gastar com esse tipo de “brinquedo” – tem que estar entre aspas se não corro o risco de levar pedradas dos colecionadores de action figures – é justamente por causa de peças como essa.

gijoe-storm-shadow-02

gijoe-storm-shadow-04

Ele tem “apenas” 30cm de altura e 30 pontos de articulação. O Storm Shadow custa US$119,99 na pré-venda da Sideshow Collectibles e pode ser entregue no Brasil. Só digo uma coisa… se você quer um desses é melhor se apressar. A outra fornada durou 2hs para esgotar.

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28 de fevereiro de 2009 | Por Eden | Bizarro, Curiosidade, Curioso, Vídeos

bizarro - BANNER

Veja só o que essa anta conseguiu fazer por um “pequeno engano”. Nessas horas que eu duvido de Darwin, uma coisa dessa ainda corre o risco de passar seus genes para frente depois de ter sobrevivido a um acidente assim.


Заснул за рулем

Aviso logo que não vou aceitar comentários racistas. Já os sexistas… podem mandar bala!

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28 de fevereiro de 2009 | Por Eden | Bizarro, Curiosidade, Notícia

bizarro - BANNER

Quando Katlynn Uasleska da Silva achou no celular (um V3 vermelho) de seu namorado, Clayton Wesdley Pereira, um SMS de uma periguete dizendo a ele que estava esperando-o no baile funk para “detonar geral” ela, inocentemente, achou de “quebrar o barraco”. Clayton, como todo homem isento, quebrou sim, mas não o barraco. Quebrou foi a cara da infeliz. Ela levou um mata boi nos cornos, um contravapor no escutador de novela e um safanão tão grande que o pivô voou longe.

A pancadaria foi geral. A cara da mulher ficou parecendo a da Donatella Versace de tão deformada. Beiço pendurado, olho inchado, as bijuterias espalhadas por todo canto e o tereré, que havia feito no cabelo na última feirinha no salão da Creuza, arrancado sem dó. A mulher ficou um bagaço.

Depois do exame de IML, Clayton foi chamado à delegacia, já livre do flagrante, para prestar “esclarecimentos”. Por ser um cara da roda, um cara da galera, os canas aliviaram para o lado dele e o processo vai correr na maciota. Clayton mandou umas flores, roubadas de um jardim, para Katlynn como pedido de desculpas, uma camisa da nova coleção da C&A e um perfume CK – não Calvin Klein e sim Cleyton e Katlynn, feito por dona Suzana, da barraca da esquina.

Katlynn, como boa mulher de bandido, mesmo depois de ter sido devidamente amaciada, voltou para seu amado, e carinhoso, Cleyton. Segundo ela a briga teria ficado no passado. Ele prometeu não lhe dar mais sopapos, só amor. E para provar que mudou Clayton, o arrependido, aceitou ir com ela no programa da Márcia, para discutir a relação na frente de milhares de espectadores. Gislaynne, a periguete que enviou o SMS e causou todo o problema, já confirmou presença e disse que depois de ficar famosa na TV vai se tornar a rainha do Funk.

Rá! Parece uma história qualquer que ouvimos TODO dia naqueles programas policiais popularescos, não é? Agora tira os detalhes exageradamente humorísticos e substitui os personagens por Rihanna – aquela da Umbrella – e Chris Brown, rapper metido a merda. Pois é, amigos, cantoras ricas e famosas também conseguem ser mulher de bandido. Levou um piau master dele, dizem que até hadouken saiu, foi humilhada com o vazamento de sua foto toda arrombada (no rosto, pervertidos, no rosto) e ainda voltou para seu “amado”. Estão de boa novamente os dois pombinhos.

"Você lembra dos meus cabelos? Eles continuam os mesmos... ui"

"Você lembra dos meus cabelos? Eles continuam os mesmos... ui"

Se fosse pobre era porque era burra, como é rica é porque sabe “a importância do perdão para o crescimento da pessoa como ser humano”. ok, ok. Para você ver que nem sempre burrice está ligada a pobreza. Já dizia um amigo meu “carne pra ficar macia tem que levar umas porradas. Se a mulher tem consciência que não é nenhum filé sabe que estamos batendo porque amamos, queremos ela mais gostosa“. Tá, tá bom, Chris Brown tem a maior cara de quem conhece técnica de cozinha, hein? Se bem que acho que ele conhece uma farinha quando é da boa!

Ah, os nomes fictícios foram criados utilizando o GERADOR DE NOME DE POBRE, da Morróida Corporations.

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27 de fevereiro de 2009 | Por Eden | Geek, Propaganda, Vídeos

propaganda - BANNER

Ontem esse viral foi super comentado nos grandes blogs de tecnologia do mundo. Trata-se de uma amora (a tradução para BlackBerry) perfurando uma maçã (me recurso a traduzir essa, ah vá, hein?). Sabe qual o detalhe genial do vídeo? É que ele acirra os ânimos entre os tarados pelos produtos das duas empresas, gerando uma “guerrinha” que só faz com que o vídeo se espalhe ainda mais. Assistam:

Essa técnica foi muito utilizada, de forma tosca, diga-se de passagem, pela Dolly ao criar toda aquela celeuma com a Coca. Enquanto todos riam dos comerciais toscos da Dollty também comentavam sobre a “briga” fazendo com que o nome da tubaina não saisse da mídia. Certos publicitários defendem que o conceito de David contra Golias realmente funciona no marketing. Numa “guerrinha” ganha sempre o que estava com menos destaque.

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27 de fevereiro de 2009 | Por Eden | Bizarro, Curioso

bizarro - BANNER

Quanto tempo você leva para achar o erro?

3kids

Vi no arrobazona.

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27 de fevereiro de 2009 | Por Eden | Bizarro, Games, Geek

yes-we-play - BANNERsimbolo-da-lesbica-thumb7536664

Pois é, Teresa foi banida. O motivo? Bom, aí é que está o problema. Não foi atitude antidesportiva, hardware destravado ou mesmo qualquer tipo de ofensa a outros jogadores e participantes, quer dizer, ao menos não poderia ser encarado assim nos dias de hoje.

Tereza foi banida simplesmente por se declarar lésbica em seu perfil da Live. Não acredita? Sério! A pobre garota achou de tornar público seu gosto por laber o carpete (obrigado South Park) e isso deu início ao problema. Logo diversos idiotas passaram a encher a sua caixa de mensagem com todo tipo de ofensa, persegui-la nos jogos e denunciá-la a Microsoft. E o que a grande M$, defensora da liberdade individual que se diz simpática ao movimento GLS fez? Baniu a menina.

Observem bem, caros amigos, ela não falava de suas preferências em seu nick, era no seu perfil, aquela coisinha lá onde você só vê se quiser.

O que eu acho? Acho que a M$ cagou no cipó e que o povo americano é realmente o mais hipócrita do mundo. Enquanto sua juventude se acaba nas drogas e na bebida eles se preocupam onde os outros coloca suas extremidades anatômicas. O mais impressionante é que eu, como jogador da Live, canso de ver jogadores com nicks que são clara apologia ao uso de maconha, coca e outros, com nicks racistas e preconceituosos e estão lá, jogando, como se nada de ruim pudesse acontecer.

Agora me diga uma coisa… será que a M$ teria mesmo culhão para banir todos os jogadores e jogadoras que se manifestassem homossexuais? Duvido. O melhor disso será acompanhar o pau quebrando nas costas dos tapados responsáveis pelo banimento da menina e ver a grana preta que essa guria vai por a mão depois de um processo violento que ela deve mover.

Não fique triste, Tereza. Se você for uma ninfetinha deliciosa pode vir jogar aqui em casa traga sua namorada e vamos debater sobre esse mundo excludente e hipocrita.

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